Foram encontradas 40 questões.
Qual das alternativas abaixo NÃO é uma equivalência lógica da proposição a seguir?
A !$ \rightarrow !$ !$ \sim !$ ( B !$ \leftrightarrow !$ C )
Provas
Quatro amigos (João, Maria, Lucas e Bianca) fizeram uma aposta. Ganharia a aposta aquele que vencesse uma corrida de Kart entre os quatro. Sabe-se que:
!$ \bullet !$ Bianca terminou a corrida depois de Lucas.
!$ \bullet !$ João chegou antes que Maria.
!$ \bullet !$ Maria chegou depois que Lucas.
De acordo com as informações acima, pode-se concluir logicamente que:
Provas
Classifique cada uma das equivalências lógicas a seguir com (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) !$ p \, \wedge \, q \, \Leftrightarrow \, \sim p \, \vee \sim q !$
( ) !$ P \, \rightarrow \, q \, \Leftrightarrow \, \sim p \, \vee \, q !$
( ) !$ \sim( \, p \, \wedge \, q) \, \Leftrightarrow \, p \, \rightarrow \, \sim q !$
( ) !$ (p \, ↔ \, q) \, \Leftrightarrow \, [ (p \, \rightarrow \, q) \, \wedge \, (q \, \rightarrow \, p)] !$
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Provas
Sendo A, B, C e D proposições falsas, qual o valor lógico da proposição E abaixo?
E : { [ ( A !$ \rightarrow !$ B ) !$ ↔ !$ !$ \sim !$ C ] ∨ D } ∨ !$ \sim !$ ( A !$ \rightarrow !$ !$ \sim !$ D )?
Provas
Qual dos itens abaixo corresponde aos valores lógicos omissos (de cima para baixo) da última coluna da tabela-verdade abaixo?
| p | q | !$ \{ \, [(p \, Λ \, \sim, \, q) \, ↔ \, q] \, V \, \sim \, p \} \, \rightarrow \, (q \, \Lambda \, \sim \, p) !$ |
| V | V | |
| V | F | |
| F | V | |
| F | F |
Provas
Considere os conjuntos A = {2, 3, 5, 7, 11, 13, ...}, B = {0, 2, 4, 6, 8, 10, ...} e C = {0, 1, 4, 6, 8, 9, 10, 12, 14, ...}. Qual a alternativa CORRETA?
Provas
Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora
Provas
Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para
Provas
Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por
Provas
Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma
Provas
Caderno Container