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Foram encontradas 490 questões.

3922944 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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“(...) os intelectuais reunidos pela primeira vez em Congresso dariam uma importante contribuição ao restabelecimento da democracia no país, reivindicando, paralelamente, um maior acesso da população às vantagens da educação e da cultura. Assim, escritores das mais variadas tendências estéticas e políticas debatem durante cinco dias temas como ‘a democratização da cultura’, ‘a criação literária e a liberdade’, ‘o escritor e a luta contra o fascismo’ – temas esses que davam a tônica exata da responsabilidade social que o intelectual brasileiro chamava a si em momento tão decisivo da vida nacional, para não dizer da própria História universal.”

ALVES FILHO, Ivan. Brasil – 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. p. 496.

O contexto a que se refere o trecho apresentado sobre o I Congresso Brasileiro de Escritores, que contou com a presença de nomes como Jorge Amado, Monteiro Lobato e Sérgio Buarque de Holanda, é:

 

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3922943 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O trecho a seguir foi retirado de uma obra didática destinada a alunos do ensino fundamental:

“Após várias tentativas de acabar com a comunidade, em 1912, tropas estaduais foram enviadas para combate e mataram José Maria e alguns de seus seguidores. Tal fato alimentou ainda mais a fé dos caboclos que, ao reorganizarem a comunidade, acreditavam que José Maria voltaria a guerrear com eles, trazendo consigo um exército divino.”

FTD Sistema de Ensino: Ensino Fundamental: Anos Finais (9º ano). 2ª ed. São Paulo: FTD, 2024. p. 27.

O movimento que pode ser associado à mesma característica da revolta descrita e evidenciada no trecho é:

 

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3922942 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O trecho a seguir é base para a próxima questão.

“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”

FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130.

Apesar da clara influência positivista na organização da República brasileira, a influência sociopolítica de alguns princípios era sentida já no final do período imperial, sendo possível encontrar alguns de seus princípios na conturbada política interna deste período. Um fato que consolida essa assertiva, considerandose o trecho, é:
 

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3922941 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O trecho a seguir é base para a próxima questão.

“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”

FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130.

Ao considerarmos a doutrina comtiana clássica, o teor do trecho nos leva a perceber que alguns de seus aspectos foram fortemente adaptados ou suprimidos no contexto da implantação da República brasileira, em especial:
 

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3922940 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O período consagrado na historiografia como União Ibérica impactou as partes envolvidas nessa nova configuração política. Considerando-se os diferentes âmbitos e contextos, podemos afirmar que o referido evento:
 

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3922939 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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“(...) esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. Assim, os ganhos comerciais resultantes da preação dos aborígines mantinham-se na colônia, com os colonos empenhados nesse ‘gênero de vida’; a acumulação gerada no comércio de africanos, entretanto, fluía para a metrópole.”

Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1979, p. 105.

A tese defendida pelo autor no trecho e na obra destacados foi amplamente difundida e consagrada por combater uma visão historiográfica correntemente aceita até então, sendo ela:

 

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3922938 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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São profícuas desde o último quarto do século XX as discussões sobre a História do Cotidiano, havendo diferentes olhares acerca desta concepção. Expoentes autores associados à Nova História e à História das Mentalidades discorreram teoricamente sobre ela, seja a respeito de sua cientificidade, seja a respeito de seus métodos. A alternativa que apresenta o autor e a explicação conceitual associada corretamente aos pressupostos desta forma de se conceber a História é a seguinte:
 

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3922937 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

De acordo com as informações do texto, é possível inferirmos, a partir das características de sua região original, que Baquaqua guardasse aspectos proeminentes do seguinte grupo cultural:
 

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3922936 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

A afirmação de que Baquaqua foi enviado ilegalmente ao Brasil e a consequente percepção da inocuidade de legislação, de acordo com os dados da reportagem, justificam-se pela existência do seguinte instrumento legal brasileiro:
 

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3922935 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

O gênero autobiográfico pode assumir caráter documental importante para o estudo do passado. Seu emprego como fonte pode ser associado à seguinte vertente historiográfica em acordo com a respectiva justificativa:
 

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