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Foram encontradas 554 questões.

2531546 Ano: 2016
Disciplina: Auditoria
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Os papéis de trabalho constituem-se de evidências documentais e apontamentos realizados durante o trabalho de auditoria com a finalidade de sustentar a opinião do auditor. Dentre os papéis de trabalho, relacione os tipos com as respectivas definições e/ou objetivos.
1- Correntes
2- Permanentes
3- Programas
4- Apontamentos
5- Documentos coligidos
( ) São usados por mais de um exercício social e normalmente não sofrem alterações todos os anos, tais como: contratos de empréstimos e financiamentos de longo prazo, contrato social.
( ) Toda documentação que o auditor obtiver ao longo da execução dos trabalhos e forem utilizados para a elaboração dos apontamentos, por exemplo.
( ) São elaborados ao longo da execução dos trabalhos. Fluxogramas e organogramas são algumas das evidências deste tipo.
( ) São elaborados antes do início dos trabalhos na etapa de planejamento principalmente.
( ) São usados ao longo do exercício social não sendo, normalmente, reaproveitado, tais como: folha-mestra, folha de ajustes e de reclassificações.
A sequência correta é
 

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2531489 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Sobre o Currículo e suas diretrizes, pode-se afirmar que:
I- No Ensino fundamental, destacar-se-á a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura; a Língua Portuguesa como instrumento de comunicação; o acesso ao conhecimento e o exercício da cidadania.
II- Adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes.
III- No Ensino médio, os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação serão organizados de tal forma que, ao final do ensino médio, o educando demonstre domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna; conhecimento das formas contemporâneas de linguagem; domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessários ao exercício da cidadania.
IV- No Ensino Fundamental, atendida a formação geral do educando, poderá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas.
São corretas as afirmativas
 

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2531471 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A legislação brasileira deixa claro que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado a ser garantida por meio de políticas sociais e econômicas.
Analise as afirmativas abaixo e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Como é um direito da população viver em condições adequadas de higiene e saúde, a educação deve ser capaz de alterar os hábitos e os comportamentos dos cidadãos.
( ) Os cuidados no preparo dos alimentos – lavagem cuidadosa e cozimento adequado, por exemplo – são capazes de eliminar organismos causadores de doenças.
( ) Um bom programa de saneamento e higiene escolar deve incluir o uso e a manutenção adequados das instalações, assim como a melhoria das instalações sanitárias.
( ) A qualidade da educação está profundamente ligada à disponibilidade de água potável, por conta da importância da higiene.
A sequência correta é
 

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2531420 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A avaliação faz-se presente em todos os domínios da atividade humana. O “julgar”, o “comparar”, isto é, “o avaliar” faz parte do nosso cotidiano.
Complete as lacunas:
A avaliação diagnóstica deve acontecer no início de cada ciclo ou ano letivo, pois, assim, fica mais fácil detectar os erros e planejar as atividades que serão realizadas. A avaliação formativa tem como propósito informar ao professor e ao aluno sobre os resultados da aprendizagem, durante as atividades escolares. A avaliação somativa tem a função de classificar os alunos ao final da unidade, semestre ou ano letivo, segundo níveis de aproveitamento apresentados. Objetiva avaliar de maneira geral o grau em que os resultados mais amplos têm sido alcançados ao longo e ao final de um curso.
A sequência correta que completa as lacunas é
 

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2531396 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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No contexto da utilização da Tecnologia da Informação (TI) pelos profissionais do Serviço Social, a expressão “modernização conservadora” é comumente utilizada para designar a
 

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2531386 Ano: 2016
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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A propósito das condições de trânsito, a Lei Municipal de Barbacena nº 3.241/1995 determina que é proibido
 

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2531379 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) contribuem para o enfrentamento de transtornos alimentares mediante orientações. A esse respeito, relacione a segunda coluna com a primeira:
COLUNA I
I- Obesidade
II- Desnutrição
III- Anorexia Nervosa
IV- Bulimia nervosa
COLUNA II
( ) Corresponde ao excesso de alimentação e aumento de peso. Deve-se estimular a realização de atividade física, a adoção de hábitos saudáveis de alimentação e a procura de atendimento na unidade de saúde.
( ) Caracteriza-se por severa restrição alimentar. Deve-se comunicar a equipe de saúde sobre a suspeita do caso e orientar a família a buscar apoio e a procurar a unidade de saúde com urgência.
( ) Refere-se a excesso de alimentação e posterior vômito ou uso de laxantes e diuréticos. Deve-se comunicar a equipe de saúde sobre a suspeita do caso e orientar a família a buscar apoio e a procurar a unidade de saúde.
( ) Refere-se ao prejuízo no crescimento e no desenvolvimento. Deve-se orientar a procurar a unidade de saúde para avaliar o estado nutricional e tratar possíveis doenças associadas.
A sequência correta é
 

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2531356 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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De acordo com a Norma Operacional Básica – NOB Suas 2012, a função da política de assistência social de produzir, sistematizar, analisar e disseminar informações socioeconômicas, no âmbito nacional, é denominada
 

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2531310 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Sobre ferramentas úteis para o trabalho com a família, relacione a segunda coluna com a primeira:
COLUNA I
I- Entrevista familiar
II- Genograma
III- Ecomapa
IV- FIRO
V- PRACTICE
COLUNA II
( ) Avaliar o funcionamento da família de um paciente específico, com informações sobre a organização familiar e o posicionamento da família diante dos problemas enfrentados.
( ) Caracterizar o sistema familiar (estrutura, desenvolvimento e funcionamento familiar, condições materiais de vida, estado de saúde dos integrantes, rede social da família etc.).
( ) Identificar as relações e as ligações familiares com o meio em que vive.
( ) Compreender o funcionamento da família, considerando as relações de poder, comunicação e afeto.
( ) Identificar as relações e as ligações familiares dentro de um sistema multigeracional (no mínimo três gerações).
A sequência correta é
 

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2531282 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
Texto 2
O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários.
Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido.
CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _
Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado).
No trecho: “É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido.”, a conjunção grifada tem o valor semântico de
 

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