Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1367935 Ano: 2009
Disciplina: Braille
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
O ano de 2009 assinalou o transcurso do bicentenário de nascimento de Louis Braille. Seu sistema, hoje universalmente usado, teve como base um processo de pontos criado no início do século XIX por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1367267 Ano: 2009
Disciplina: Braille
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
A tarefa de produção de textos em Braille geralmente obedece à seguinte sequência:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1365693 Ano: 2009
Disciplina: Braille
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
O sinal fundamental do Sistema Braille é constituído:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
SE FÔSSEMOS FEITOS PARA DURAR 120 ANOS
Vem aí o mundo dos homens e mulheres centenários. Alguns cientistas defendem que a ciência deve colocar todos os instrumentos possíveis a serviço do objetivo de estender a vida e de retardar o envelhecimento, mesmo que o ser humano não tenha sido planejado para isso. A medicina do século XX identificou e eliminou as causas das doenças infecciosas, o que, junto com uma série de mudanças no estilo de vida, como trabalhos menos pesados, ajudou a aumentar a média de vida da população. A medicina do século XXI procura a solução para as doenças vasculares, o câncer, as patologias degenerativas e as inflamações crônicas, males que acometem com frequência pessoas idosas. A engenharia genética promete ser a chave para curá-los e, portanto, para ampliar o limite da longevidade humana. Já se conseguiu localizar o gene que determina o prolongamento da vida em ratos. Em experimentos, o tempo de vida desses animais foi aumentado em até 30%. Os pesquisadores acham que no futuro será possível fazer o mesmo com os seres humanos. A questão é saber quais são limites para a extensão da vida humana.
Cientistas americanos fizeram um exercício de imaginar como teria de ser o corpo de uma pessoa centenária e totalmente saudável, construído para a longevidade. O resultado é uma figura grotesca, que nem a mais avançada das engenharias genéticas poderia conceber. Nós seríamos criaturas mais baixas, mais cabeçudas, mais orelhudas, encurvadas, de coxas e quadris mais largos. Tudo para evitar o desgaste natural causado pelo uso prolongado do corpo. Sem essas e outras mudanças, os idosos continuariam sofrendo com ossos frágeis, discos da coluna gastos, ligamentos destruídos, varizes, cataratas, perda de audição e hérnias. Uma das características estruturais mais importantes que precisariam ser modificadas é a coluna vertebral, que costuma apresentar os primeiros sinais de desgaste muito cedo.
Além da adaptação fisiológica, em uma sociedade em que o número de aposentados é maior que o de pessoas em atividade, o sistema poderia entrar em colapso, pois, em muitos países, as pessoas param de trabalhar quando entram na faixa dos 60 anos. Se fosse possível superar as limitações estruturais do corpo humano, controlar a degeneração dos órgãos e estender a vida para além dos 120 anos, ainda teríamos de reorganizar o sistema econômico e social.
(Revista Veja, 03/03/2004. Com adaptações)
males que acometem com frequência pessoas idosas.
Tal qual o vocábulo destacado, pode se flexionar em número a palavra sublinhada em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Quando trabalhamos a avaliação dos alunos somos, por vezes, levados a desconsiderar alguns erros cometidos por eles, tendo em vista o seu esforço e sua atitude exemplar em sala.
Há professores que chegam a atribuir a alunos com dificuldades alguns pontos de acréscimo por seu comportamento. Tais fórmulas de atribuições de notas e conceitos representam:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem referências válidas para guiar a educação de alunos com necessidades especiais e também os demais alunos. Seus pressupostos, objetivos e indicações consideram:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
SE FÔSSEMOS FEITOS PARA DURAR 120 ANOS
Vem aí o mundo dos homens e mulheres centenários. Alguns cientistas defendem que a ciência deve colocar todos os instrumentos possíveis a serviço do objetivo de estender a vida e de retardar o envelhecimento, mesmo que o ser humano não tenha sido planejado para isso. A medicina do século XX identificou e eliminou as causas das doenças infecciosas, o que, junto com uma série de mudanças no estilo de vida, como trabalhos menos pesados, ajudou a aumentar a média de vida da população. A medicina do século XXI procura a solução para as doenças vasculares, o câncer, as patologias degenerativas e as inflamações crônicas, males que acometem com frequência pessoas idosas. A engenharia genética promete ser a chave para curá-los e, portanto, para ampliar o limite da longevidade humana. Já se conseguiu localizar o gene que determina o prolongamento da vida em ratos. Em experimentos, o tempo de vida desses animais foi aumentado em até 30%. Os pesquisadores acham que no futuro será possível fazer o mesmo com os seres humanos. A questão é saber quais são limites para a extensão da vida humana.
Cientistas americanos fizeram um exercício de imaginar como teria de ser o corpo de uma pessoa centenária e totalmente saudável, construído para a longevidade. O resultado é uma figura grotesca, que nem a mais avançada das engenharias genéticas poderia conceber. Nós seríamos criaturas mais baixas, mais cabeçudas, mais orelhudas, encurvadas, de coxas e quadris mais largos. Tudo para evitar o desgaste natural causado pelo uso prolongado do corpo. Sem essas e outras mudanças, os idosos continuariam sofrendo com ossos frágeis, discos da coluna gastos, ligamentos destruídos, varizes, cataratas, perda de audição e hérnias. Uma das características estruturais mais importantes que precisariam ser modificadas é a coluna vertebral, que costuma apresentar os primeiros sinais de desgaste muito cedo.
Além da adaptação fisiológica, em uma sociedade em que o número de aposentados é maior que o de pessoas em atividade, o sistema poderia entrar em colapso, pois, em muitos países, as pessoas param de trabalhar quando entram na faixa dos 60 anos. Se fosse possível superar as limitações estruturais do corpo humano, controlar a degeneração dos órgãos e estender a vida para além dos 120 anos, ainda teríamos de reorganizar o sistema econômico e social.
(Revista Veja, 03/03/2004. Com adaptações)
No contexto da frase o sistema poderia entrar em colapso, NÃO é sinônima de colapso a palavra:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Hoje em dia, muito se fala em Projeto Político Pedagógico e Projeto de Ensino-Aprendizagem. Avaliando se ambos têm o mesmo significado, é correto concluir que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1363140 Ano: 2009
Disciplina: Braille
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
O estudante cego brasileiro, instruído no Instituto para Jovens Cegos de Paris, introdutor do Sistema Braille no Brasil a partir da década de 1850 foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O momento de resolução de um instrumento de avaliação é um trabalho que deve ter condições apropriadas. Para isso, algumas iniciativas durante as atividades avaliativas têm se revelado importantes.
Nesse sentido, a seguinte iniciativa é inadequada à atividade avaliativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas