Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Gerir uma escola reflexiva é gerir uma escola com projeto. Nesse sentido, a escola reflexiva tem a capacidade de se pensar para se projetar e desenvolver. Dentre as variáveis que sintetizam o que vem a se constituir em uma escola reflexiva, podem ser citadas as seguintes, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A implementação do sistema de ciclos no currículo escolar veio exigir um maior envolvimento de todos os que conduzem o dia-a-dia da escola e sua relação com o processo ensino-aprendizagem e, em especial, do professor e dos pais.
Entre outras vantagens que a adoção do sistema de ciclos trouxe, uma se destaca na lógica da avaliação e do desenvolvimento, a saber:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Neidson Rodrigues (1985) diz que a filosofia é análoga a um farol e não a um indicador de caminhos. Esse autor, simbolicamente, quis dizer que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Cada sociedade possui seu ethos, ou se compõe de um conjunto de ethos. Os papéis sociais têm seu fundamento no ethos de uma sociedade. Nesse sentido, quando se fala em conjunto de ethos, deseja-se referir a:
I - uma reflexão crítica sobre a moralidade, independente da dimensão moral do comportamento do homem;
II - um desempenho, ao dever fazer do educador;
III - à sociedade burocrática e à política que a sustenta;
IV - jeitos de ser, que conferem um caráter a uma organização social.
Está correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Na relação da Escola com a sociedade, compreende-se a educação como a alavanca do desenvolvimento e do progresso. Uma frase-resumo desse entendimento pode ser: “O Brasil é um país atrasado porque a ele falta Educação; se dermos Educação a todos os brasileiros, o país sairá do subdesenvolvimento”.
Refletindo sobre esses dados, é correto concluir que essa concepção:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A concepção de conhecimento presente na metodologia expositiva é aquela em que o aluno é visto como uma tábula rasa, na qual, desde que ele preste atenção e o discurso seja claro e lógico, o professor conseguirá transferir o saber para o cérebro do aluno.
Essa visão de educação tem seu fundamento na seguinte concepção filosófica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
As conquistas da classe trabalhadora, tanto nas relações de trabalho, como no acesso à escola, não resultam da simples existência das contradições, nem representam um avanço apenas resultante do aproveitamento das brechas deixadas pela burguesia. Elas resultam, sobretudo, da organização da classe trabalhadora na luta por seus interesses. Nesse sentido, a discussão final do trabalho da escola sobre a dimensão política e técnica da prática educativa deve se articular:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
Na frase Acho ótimo celulite…, a concordância nominal está de acordo com o padrão culto, o que NÃO ocorre em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1367997 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
READ TEXT I AND ANSWER QUESTION.
A language in transition
As the world is in transition, so the English language is itself taking new forms. This, of course, has always been true: English has changed substantially in the 1500 years or so of its use, reflecting patterns of contact with other languages and the changing communication needs of people. But in many parts of the world, as English is taken into the fabric of social life, it acquires a momentum and vitality of its own, developing in ways which reflect local culture and languages, while diverging increasingly from the kind of English spoken in Britain or North America.
English is also used for more purposes than ever before. Everywhere it is at the leading edge of technological and scientific development, new thinking in economics and management, new literatures and entertainment genres. These give rise to new vocabularies, grammatical forms and ways of speaking and writing. Nowhere is the effect of this expansion of English into new domains seen more clearly than in communication on the Internet and the development of ‘net English’.
But the language is, in another way, at a critical moment in its global career: within a decade or so, the number of people who speak English as a second language will exceed the number of native speakers. The implications of this are likely to be far reaching: the centre of authority regarding the language will shift from native speakers as they become minority stakeholders in the global resource. Their literature and television may no longer provide the focal point to a global English language culture, their teachers no longer form the unchallenged authoritative models for learners.
(http://www.officiallanguages.gc.ca/docs/f/Future_of_English.pdf)
In “taken into the fabric of social life” , the underlined word means:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1367679 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
READ TEXT I AND ANSWER QUESTION.
A language in transition
As the world is in transition, so the English language is itself taking new forms. This, of course, has always been true: English has changed substantially in the 1500 years or so of its use, reflecting patterns of contact with other languages and the changing communication needs of people. But in many parts of the world, as English is taken into the fabric of social life, it acquires a momentum and vitality of its own, developing in ways which reflect local culture and languages, while diverging increasingly from the kind of English spoken in Britain or North America.
English is also used for more purposes than ever before. Everywhere it is at the leading edge of technological and scientific development, new thinking in economics and management, new literatures and entertainment genres. These give rise to new vocabularies, grammatical forms and ways of speaking and writing. Nowhere is the effect of this expansion of English into new domains seen more clearly than in communication on the Internet and the development of ‘net English’.
But the language is, in another way, at a critical moment in its global career: within a decade or so, the number of people who speak English as a second language will exceed the number of native speakers. The implications of this are likely to be far reaching: the centre of authority regarding the language will shift from native speakers as they become minority stakeholders in the global resource. Their literature and television may no longer provide the focal point to a global English language culture, their teachers no longer form the unchallenged authoritative models for learners.
(http://www.officiallanguages.gc.ca/docs/f/Future_of_English.pdf)
In “This, of course, has always been true” , the verb form is in the:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas