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1366349
Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
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READ TEXT IV AND ANSWER QUESTION.
Learning Vocabulary – A Practical Approach
Which words should you learn? You will hear and read many new words. It will be difficult to remember all of them. Therefore, you will have to pick out the words that you most want to learn.
Which words should I learn?
You need to think about how useful a word may be to you. Some words may be suited to more casual and informal types of discourse, whereas others may more often occur in more formal and serious types of discourse. Try to consider how frequently a word or expression is used and in which sort of context it would be used. This can help you decide whether it is worth your time and effort to learn a word. Vocabulary words do not always occur alone. You need to take note of whether certain words are often used with other words in what we could call “fixed expressions” or “collocations”.
Observing words in context is the best way to learn new vocabulary. However, it could be difficult to decide just which words to make an effort to learn. Words can fall into two categories for learners of English and English first language speakers alike: passive vocabulary and active
vocabulary. Of course, there is some gray area where these two categories are concerned. We can also refer to passive and active vocabulary as receptive and productive.
What your purpose is in learning English will determine how much effort you should give to incorporating certain words into your active and productive vocabulary. Try to understand the contextual nature of vocabulary. How is a word used? Why is it used? Where is it used? When is it used?
(http://www.usingenglish.com/files/pdf/learningvocabulary.pdf)
According to the text you learn new words by:
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TEXTO I
Despetalando a flor do Lácio
“Despetalando” está correto, tenho praticamente certeza. Não acredito que um filólogo desalmado tenha resolvido que aí vai um hífen. Não, não vai, não é despetalar. “Flor” e “Lácio” continuam, uma sem acento, outro com acento. Portanto, cem por cento em meu primeiro título na ortografia nova, brilhei mais uma vez. Isso, contudo, não me aplaca o nervosismo. Deve ser a idade, porque já encarei algumas reformas ortográficas nesta curta existência e me saí satisfatoriamente, mesmo no tempo em que a gente tinha que grafar “tôda” com circunflexo, para distinguir de “toda”, que ninguém sabia o que era, embora, no ver de alguns, fosse uma ave amazônica pouco sociável, ou, segundo outros, uma exortação obscena de origem xavante. Acho que esse ponto nunca será esclarecido (de qualquer forma, cartas de esclarecimento para o editor, por caridade) e constituirá mais uma das graves interrogações sem cujas respostas minha geração deixará este mundo.
Quando me peguei lendo, a maior parte da livrama de meu pai era na orthographia antiga e havia livros portugueses com suas próprias normas. Apesar de leitor fominha que, mesmo sem entender nada, traçava o que aparecesse, levei semanas para compreender que “augmentar” era “aumentar”. Mas me acostumei e sempre transitei bem nessa área, para alguma coisa eu tinha que levar jeito. Chefiei redação no tempo da abolição do acento diferencial e dedicava grande parte do meu tempo a explicar que, de então em diante, não se escreveria “voce”, mas “você” mesmo, como sempre. Foi difícil, muito mais difícil do que qualquer um imaginaria, tratando-se de gente instruída e, em muitos casos, talentosa.
Uma amiga minha sustenta que tudo vem de trauma da infância e eu tendo a concordar com ela. Sei de traumas profundos, carregados por amigos meus sob o jugo – o que, graças a Deus, não foi meu caso – de professores de português dogmáticos e caturras, que entupiam todos de regras quase impenetráveis e só podiam com isso instilar ódio e temor pela língua e pelo que nela é escrito. Para muitos, livros são dolorosas memórias de torturas.
E as reformas sempre levam alguma coisa com elas. Já haviam feito isso com o K, o W e o Y, agora reabilitados, se bem que nunca de fato o povo os haja banido, aí estando o Kílo, o Waldir e o Ruy, que não me deixam mentir e nem ao menos caíram na clandestinidade, mas continuaram a circular com grande liberdade. Levaram a indicação da subtônica também, aquela que, por exemplo, marcava com acento grave palavras como “precàriamente” e mostrava a existência subtônica (“cà”). Mas, segundo eu soube, nem precisamos (precisamos, sim), nem temos condição de exigir que as subtônicas se pronunciem, tudo bem, não estamos à altura.
Por mim, tenho trauma do trema. Ontem me disseram que fui visto com o olhar distante, em frente a este monitor, sacudindo lentamente a cabeça e murmurando “não me conformo, não me conformo”. Não me recordo disso, pode perfeitamente ser uma invencionice, mais uma das anedotas apócrifas que contam sobre nós, celebridades internacionais. Mas a verdade é que não me conformo não somente com a saída do trema e suas temíveis consequências (em breve alguém lerá aí “consekências”, assim como chegará o dia em que um simpático alemão que veio morar no Brasil nos perguntará, com sotaque ainda carregado, onde poderá comprar “linghiças”, raio de língua difícil, depois reclamam do alemão). Não posso igualmente aceitar a maneira sem-cerimoniosa com que ele foi humilhantemente defenestrado, depois de tanto tempo de serviços prestados. Expulso sem nem um relógio folheado a ouro de lembrança, uma plaquinha sequer.
(RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal “O Globo”, p. 7, 04/01/90)
Assinale a opção INCORRETA quanto à análise da palavra QUE:
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Em nosso dia a dia, o planejamento de tarefas rotineiras é muito importante. Avalie se as ações a seguir são importantes para organizar e facilitar a rotina no ambiente de trabalho:
I - Estabelecer o agendamento sistemático de compromissos como reuniões, eventos, congressos, palestras.
II - Organizar do modo mais simples as tarefas do dia a dia.
III - Fazer rígido controle – idealmente com o apoio de planilhas – das tarefas a serem executadas, com especial atenção aos prazos para execução.
IV - Planejar a geração de relatórios parciais e finais.
V - Estabelecer os níveis de prioridade para a execução das atividades.
VI - Controlar pendências com acompanhamento de tarefas delegadas.
Estão corretas as ações:
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Observe as assertivas a seguir e assinale a única correta.
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A formação do Interprete de Língua de Sinais exige:
I - Amplo domínio das duas línguas: a língua de origem e a língua alvo – Língua de Sinais e Língua Portuguesa.
II - Aprovação do exame nacional de proficiência – ProLibras
III - O decreto nº 5626/05 não fala em formação específica para este profissional em instituição de ensino. Esta tarefa é regularmente realizada por associações de surdos.
Está correto o que se afirma em:
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Um funcionário do setor de Recursos Humanos da Prefeitura Municipal de Barra Mansa elaborou uma apresentação no Powerpoint do pacote MOffice2007, versão em português, com 35 slides, e irá exibir a apresentação em dois situações, numa primeira, a partir do slide 1, e numa segunda, a partir do slide 13. No momento, verificou que o software encontra-se aberto em modo de edição, mostrando o slide 13. Nessas condições, os atalhos de teclado a serem executados nas situações descritas são, respectivamente:
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Nos terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental, para que o aluno opere os conhecimentos que a Geografia produz é fundamental trabalhar com a ideia de que:
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Deseja-se ampliar uma fotografia de 15 cm de altura por 8 cm de largura, de modo que não haja distorções, e que a altura da fotografia ampliada seja igual a 1,5 m. A medida da área da fotografia ampliada será N vezes a medida da área da fotografia original. O valor de N é:
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A Teoria da Competência Comunicativa de Habermas pode contribuir para que a Orientação Educacional avalie seu modo usual de se comunicar com os outros profissionais e com alunos e pais, na organização escolar. Nesse sentido, a competência de uma visão coletiva da ação pedagógica depende:
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TEXTO I
Despetalando a flor do Lácio
“Despetalando” está correto, tenho praticamente certeza. Não acredito que um filólogo desalmado tenha resolvido que aí vai um hífen. Não, não vai, não é despetalar. “Flor” e “Lácio” continuam, uma sem acento, outro com acento. Portanto, cem por cento em meu primeiro título na ortografia nova, brilhei mais uma vez. Isso, contudo, não me aplaca o nervosismo. Deve ser a idade, porque já encarei algumas reformas ortográficas nesta curta existência e me saí satisfatoriamente, mesmo no tempo em que a gente tinha que grafar “tôda” com circunflexo, para distinguir de “toda”, que ninguém sabia o que era, embora, no ver de alguns, fosse uma ave amazônica pouco sociável, ou, segundo outros, uma exortação obscena de origem xavante. Acho que esse ponto nunca será esclarecido (de qualquer forma, cartas de esclarecimento para o editor, por caridade) e constituirá mais uma das graves interrogações sem cujas respostas minha geração deixará este mundo.
Quando me peguei lendo, a maior parte da livrama de meu pai era na orthographia antiga e havia livros portugueses com suas próprias normas. Apesar de leitor fominha que, mesmo sem entender nada, traçava o que aparecesse, levei semanas para compreender que “augmentar” era “aumentar”. Mas me acostumei e sempre transitei bem nessa área, para alguma coisa eu tinha que levar jeito. Chefiei redação no tempo da abolição do acento diferencial e dedicava grande parte do meu tempo a explicar que, de então em diante, não se escreveria “voce”, mas “você” mesmo, como sempre. Foi difícil, muito mais difícil do que qualquer um imaginaria, tratando-se de gente instruída e, em muitos casos, talentosa.
Uma amiga minha sustenta que tudo vem de trauma da infância e eu tendo a concordar com ela. Sei de traumas profundos, carregados por amigos meus sob o jugo – o que, graças a Deus, não foi meu caso – de professores de português dogmáticos e caturras, que entupiam todos de regras quase impenetráveis e só podiam com isso instilar ódio e temor pela língua e pelo que nela é escrito. Para muitos, livros são dolorosas memórias de torturas.
E as reformas sempre levam alguma coisa com elas. Já haviam feito isso com o K, o W e o Y, agora reabilitados, se bem que nunca de fato o povo os haja banido, aí estando o Kílo, o Waldir e o Ruy, que não me deixam mentir e nem ao menos caíram na clandestinidade, mas continuaram a circular com grande liberdade. Levaram a indicação da subtônica também, aquela que, por exemplo, marcava com acento grave palavras como “precàriamente” e mostrava a existência subtônica (“cà”). Mas, segundo eu soube, nem precisamos (precisamos, sim), nem temos condição de exigir que as subtônicas se pronunciem, tudo bem, não estamos à altura.
Por mim, tenho trauma do trema. Ontem me disseram que fui visto com o olhar distante, em frente a este monitor, sacudindo lentamente a cabeça e murmurando “não me conformo, não me conformo”. Não me recordo disso, pode perfeitamente ser uma invencionice, mais uma das anedotas apócrifas que contam sobre nós, celebridades internacionais. Mas a verdade é que não me conformo não somente com a saída do trema e suas temíveis consequências (em breve alguém lerá aí “consekências”, assim como chegará o dia em que um simpático alemão que veio morar no Brasil nos perguntará, com sotaque ainda carregado, onde poderá comprar “linghiças”, raio de língua difícil, depois reclamam do alemão). Não posso igualmente aceitar a maneira sem-cerimoniosa com que ele foi humilhantemente defenestrado, depois de tanto tempo de serviços prestados. Expulso sem nem um relógio folheado a ouro de lembrança, uma plaquinha sequer.
(RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal “O Globo”, p. 7, 04/01/90)
No primeiro parágrafo do texto I, apresenta-se implícito certo tom crítico em relação a uma das reformas ortográficas brasileiras porque:
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