Foram encontradas 335 questões.
Análise as alternativas abaixo sobre o comportamento de
um supervisor com a sua equipe de trabalho, e indique
qual das alternativas demonstra um comportamento
antiético por parte desse supervisor:
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Para sortear os participantes de uma brincadeira em um
projeto social, foram colocadas em uma caixa, 3 anéis de
plástico verdes e 5 brancos, totalizando 8 anéis. Se
Clara foi a primeira a sortear e tirou um anel verde, qual
é a probabilidade aproximada de, sem retirar um anel branco ao sortear logo depois de Clara?
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Uma máquina de café de cápsulas tem um reservatório
de água cilíndrico com raio da base r = 5 cm e altura de
20 cm. Se cada café produzido usa 250 ml de água,
quantos cafés é possível fazer com um reservatório
cheio de água? (faça = 3,14)
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João comprou 2 fones de ouvido e 3 carregadores em
uma loja de eletrônicos por R$ 130,00 e Perla comprou 3
fones de ouvido e 2 carregadores na mesma loja por R$
145,00. Quanto custou cada item?
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Analise o diagrama abaixo.

No destaque cinza podemos concluir que:
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Uma pesquisa realizada com os alunos do Colégio Meta,
constatou que 30% deles moram no mesmo bairro onde
a escola fica e entre estes, 25% moram na mesma rua
do colégio. Qual é o percentual de estudantes que
moram nesta rua, em relação ao total de alunos da
escola?
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O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais
como um fator que prejudica o corpo e a mente: a
própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica
os ruídos como o "fator de risco ambiental mais
subestimado".
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento
adaptado
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O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais
como um fator que prejudica o corpo e a mente: a
própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica
os ruídos como o "fator de risco ambiental mais
subestimado".
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento
adaptado
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Questão presente nas seguintes provas
O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais
como um fator que prejudica o corpo e a mente: a
própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica
os ruídos como o "fator de risco ambiental mais
subestimado".
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento
adaptado
I.Os vocábulos "médicos" e "científica" são acentuados por serem proparoxítonas.
II.Os vocábulos "ruídos" e "reúne" são acentuados pela mesma regra.
III.Os vocábulos "decibéis" e "automóveis" se flexionados no singular permanecerão com os acentos.
IV.Os vocábulos "aliás" e "há" têm a mesma classificação quanto à posição do acento tônico.
V.De acordo com o novo acordo ortográfico, o uso do trema nas palavras da Língua Portuguesa deixará de existir, por isso," Münzel" está acentuado incorretamente.
Estão corretas:
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O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
O surpreendente impacto do barulho na saúde do
coração: 'Fator de risco mais subestimado'
Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo
dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano,
sugerem pesquisadores dinamarqueses.
O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de
pessoas são submetidas a níveis de barulho que
ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas
proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para
automóveis.
Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais
como um fator que prejudica o corpo e a mente: a
própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica
os ruídos como o "fator de risco ambiental mais
subestimado".
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
Essas foram algumas das informações apresentadas
pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de
Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica
realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de
Cardiologia (ESC 2024).
A edição deste ano do evento, que acontece em
Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos
de várias partes do mundo e apresenta as principais
novidades sobre a saúde do coração e dos vasos
sanguíneos.
Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode
prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos
diferentes.
Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a
exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o
que acontece, por exemplo, no processo de perda
auditiva.
Segundo, existe uma relação indireta entre as duas
coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode,
por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e
afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num
bairro muito barulhento.
Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação
e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se
tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias
que machucam o endotélio, a camada que reveste a
parede interna dos vasos sanguíneos.
Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda
mais graves e desembocar em infarto agudo do
miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento
adaptado
Leia:
"A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos."
A rescrita do período acima com os verbos no tempo futuro do presente do modo indicativo está CORRETA em:
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