Foram encontradas 475 questões.
O TEXTO I a seguir serve de base para as questões 16 a 18.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Gráfico: Taxa de analfabetismo, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)

Fonte: IBGE. . Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023
Nota: As setas indicam variação significativa, quando direcionadas para cima (crescimento) ou para baixo (declínio), ou variação não significativa, quando direcionadas para a direita (estabilidade), ao nível de confiança de 95%.
Considerando os resultados apresentados no gráfico do Texto I, oriundos da PNAD Educação 2023, é CORRETO afirmar sobre as metas intermediárias de 2015 e de 2024 relativas à Meta 9 que:
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O TEXTO I a seguir serve de base para as questões 16 a 18.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Gráfico: Taxa de analfabetismo, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)

Fonte: IBGE. . Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023
Nota: As setas indicam variação significativa, quando direcionadas para cima (crescimento) ou para baixo (declínio), ou variação não significativa, quando direcionadas para a direita (estabilidade), ao nível de confiança de 95%.
Considerando os resultados apresentados no gráfico do Texto I, oriundos da PNAD Educação 2023, marque a alternativa CORRETA.
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A partir da análise da tira abaixo, no terceiro quadrinho ocorre um fenômeno linguístico chamado:

Disponível em: <https://questoes.grancursosonline.com.br/questoes-de-concursos/lingua-portuguesa-modalizacao>. Acesso em: 04 mai. 2024.
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Mediante a leitura da tira a seguir, por que é necessário Armandinho prestar um esclarecimento sobre a placa que ele segura?

Disponível em: <https://vestibulares.estrategia.com/portal/materias/portugues/ambiguidade/>.Acesso em: 04 mai. 2024.
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A reportagem a seguir refere-se às questões 11 e 12:
Eduardo Leite: “O RS vai precisar de muito apoio, uma espécie de Plano Marshall”
Eduardo Leite voltou a falar na noite deste sábado, 4, sobre os efeitos dos fortes temporais que atingem as cidades gaúchas desde
o início da semana
ESTADÃO CONTEÚDO
04/05/2024 - 19:37
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. “A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução”, disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.
Leite reforçou que o momento “histórico” exige medidas “absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência”, declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo “será muito bem-vinda”.
Logo em seguida, Pimenta emendou que “o presidente Lula disse que não há limites orçamentários” para a ajuda do governo federal ao Estado.
Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. “Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, escreveu, na rede social.
O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. “Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes”, afirmou, agradecendo o apoio “de cada servidor”, bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.
Disponível em: <https://istoe.com.br/eduardo-leite-o-rs-vai-precisar-de-muito-apoio-uma-especie-de-plano-marshall/>.Acesso em: 04 mai. 2024.
Observe o seguinte trecho do parágrafo 3º:
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
As expressões citadas são exemplos de um fenômeno semântico conhecido como:
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O artigo a seguir serve de base para as questões 7, 8 e 9:
Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?
O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais
Por Bruno Vaiano
Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45
Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.
Disponível em:<https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/> . Acesso em: 03 mai. 2024.
Leia o período composto a seguir e sobre ele assinale a alternativa CORRETA:
“Isso é possível porque as céluas anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
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O artigo a seguir serve de base para as questões 1, 2 e 3:
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos
Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.
Reinaldo José Lopes
SÃO CARLOS (SP)
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
"Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
"Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.
[...]
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta.
"O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
"Em consequência disso, a possibilidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>. Acesso em: 03 mai. 2024.
De acordo com as informações presentes no texto, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
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Anemia Infecciosa Equina é uma doença viral crônica que acomete equinos, asininos e muares, caracterizada por episódios periódicos de febre, anemia hemolítica, icterícia, depressão, edema e perda de peso. A AIE gera embargos ao trânsito de equídeos, além de interferir nos eventos esportivos equestres, assumindo, assim, uma relevância econômica considerável. Sobre esse contexto, analise as assertivas abaixo:
I- Em casos de exames apresentando resultado positivo, o laboratório tem que encaminhar imediatamente e exclusivamente ao órgão de defesa sanitária o animal para as providências legais.
II- Não é uma doença de notificação obrigatória da Organização Mundial de Sanidade Animal.
III- É causada por um vírus da família Retrovertida, gênero Lentivirus.
IV- O agente é transmitido exclusivamente por picadas de tabanídeos (Tabanos sp.) e moscas dos estábulos (Stomoxys calcitrans), sendo estes apenas vetores mecânicos.
V- No Brasil, os animais positivos no teste de IDGA não devem ser sacrificados, conforme estabelecido pelo Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos do Ministério da Agricultura.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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A eutanásia nos animais é um procedimento clínico que as vezes se faz necessário, cuja implementação compete privativamente ao médico veterinário. Os animais submetidos à eutanásia são seres sencientes; portanto, capazes de sentir, interpretar e responder a estímulos dolorosos e ao sofrimento. São necessários meios aceitáveis para realizar tal procedimento. É considerado um método inaceitável para eutanásia em animais:
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O diagnóstico da doença cárie é um fator essencial para a elaboração de um plano de tratamento abrangente, no qual a decisão terapêutica deve estar de acordo com os princípios de promoção da saúde e medidas preventivas, a fim de substituir intervenções desnecessárias. Neste sentido, considere as proposições a seguir:
I- A inspeção visual de lesões ativas de cárie sem cavidade revela uma superfície fosca ou opaca. À inspeção tátil, ao passar o explorador, da parte hígida do dente para a parte com lesão, é possível sentir a rugosidade da superfície da lesão.
II- A inspeção visual de lesões inativas sem cavidade mostra uma superfície lisa e brilhante. À inspeção tátil (ao passar o explorador com ponta arredondada), da parte hígida do dente para a parte com a lesão, não se observa rugosidade, uma vez que a superfície se encontra lisa.
III- Nas lesões ativas com cavidade em dentina, observa-se tecido com coloração amarelada, amolecido e úmido. Ao redor da cavidade, em geral, o esmalte também apresenta características de lesão ativa.
IV- Nas lesões ativas com cavidade em dentina, o tecido encontra-se endurecido e seco e, na maioria das vezes, escurecido. O esmalte circundante também apresenta características de lesão ativa.
É CORRETO o que se afirma em:
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