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Foram encontradas 50 questões.

2628663 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

“Ao contrário da “bancária”, a educação , respondendo à essência do ser da consciência, que é sua intencionalidade, nega os comunicados e existência à comunicação. Identifica-se com o próprio da consciência que é sempre ser consciência de, não apenas quando se intenciona a objetos, mas também quando se volta sobre si mesma” (FREIRE, 2005).

Considerando a obra Pedagogia do Oprimido, o termo que preenche corretamente a lacuna é:

 

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2628662 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Moran, em seu texto “Principais diferenciais das escolas mais inovadoras”, afirma que, nos projetos inovadores, o papel dos professores é o de

 

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2628661 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

José D’Assunção Barros, em artigo publicado em 2018, faz uma distinção conceitual entre desigualdade e diferença e os modos de interação entre esses dois aspectos entre si e de cada um deles com o conceito de igualdade. Ele aborda, também, o problema da indiferença, completando um quadrado semiótico com os quatro conceitos em relações recíprocas, como se vê na imagem a seguir.

Enunciado 3183771-1

(Fonte: BARROS, 2018)

Acerca do quadrado semiótico, de acordo com Barros (2018), é correto afirmar que

 

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2628660 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Na obra “Educação: um tesouro a descobrir”, Jacques Delors (2001) defende que o ensino secundário deveria ser o período em que os talentos mais variados se revelam e desenvolvem. Ainda sobre essa etapa da escolarização, o autor compreende que a duração da aprendizagem devia também ser diversificada

 

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Conforme o artigo 2º da Lei nº 2.693, de 26/08/1997 (Regime Jurídico dos Funcionários e Servidores Públicos do Município de Bebedouro), considera-se:

 

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2628576 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Grammatically correct classroom command is found in alternative

 

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2628575 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Read the two cartoons.

Enunciado 3183833-1

(teleskola.mt)

Enunciado 3183833-2

(twitter.com)

The two cartoons have the following implicit message in common:

 

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2628574 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Moita Lopes (2008) inicia seu artigo “Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos” narrando três breves histórias sobre o uso do inglês no mundo contemporâneo. Em um dos seus relatos diz: “Uma outra história tem como cenário um congresso internacional e interdisciplinar na Espanha, do qual participei em setembro de 2005, que só admitia o uso de inglês em todas as seções. Na reunião setorial dos cerca de 40 participantes brasileiros (professores universitários de várias partes do Brasil e de diversas áreas do conhecimento), uma das reclamações principais era que os organizadores do congresso deveriam aceitar também o uso de outras línguas, pois os brasileiros que não dominavam o inglês ficavam em desvantagem. Constata-se que a língua globalizada do conhecimento é o inglês ou mesmo a crença absurda, da parte dos organizadores do evento, de que conhecimento não formulado em inglês não vale a pena”.

(LOPES, L. P. da Moita. Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos. Delta, v. 24, n. 2, p. 309-340, 2008. Adaptado)

A narrativa de Moita Lopes e a interpretação que o autor faz do evento oferecem subsídios para uma discussão, em uma classe do Ensino Médio, sobre

 

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2628573 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Moita Lopes (2008) inicia seu artigo “Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos” narrando três breves histórias sobre o uso do inglês no mundo contemporâneo. Em um dos seus relatos diz: “Uma outra história tem como cenário um congresso internacional e interdisciplinar na Espanha, do qual participei em setembro de 2005, que só admitia o uso de inglês em todas as seções. Na reunião setorial dos cerca de 40 participantes brasileiros (professores universitários de várias partes do Brasil e de diversas áreas do conhecimento), uma das reclamações principais era que os organizadores do congresso deveriam aceitar também o uso de outras línguas, pois os brasileiros que não dominavam o inglês ficavam em desvantagem. Constata-se que a língua globalizada do conhecimento é o inglês ou mesmo a crença absurda, da parte dos organizadores do evento, de que conhecimento não formulado em inglês não vale a pena”.

(LOPES, L. P. da Moita. Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos. Delta, v. 24, n. 2, p. 309-340, 2008. Adaptado)

Documentos atuais que regem o ensino na Escola Básica brasileira reconhecem a língua inglesa em seu status de língua franca o que significa, em termos de decisões a serem tomadas para a sala de aula:

 

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2628572 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Moita Lopes (2008) inicia seu artigo “Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos” narrando três breves histórias sobre o uso do inglês no mundo contemporâneo. Em um dos seus relatos diz: “Uma outra história tem como cenário um congresso internacional e interdisciplinar na Espanha, do qual participei em setembro de 2005, que só admitia o uso de inglês em todas as seções. Na reunião setorial dos cerca de 40 participantes brasileiros (professores universitários de várias partes do Brasil e de diversas áreas do conhecimento), uma das reclamações principais era que os organizadores do congresso deveriam aceitar também o uso de outras línguas, pois os brasileiros que não dominavam o inglês ficavam em desvantagem. Constata-se que a língua globalizada do conhecimento é o inglês ou mesmo a crença absurda, da parte dos organizadores do evento, de que conhecimento não formulado em inglês não vale a pena”.

(LOPES, L. P. da Moita. Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: ideologia linguística para tempos híbridos. Delta, v. 24, n. 2, p. 309-340, 2008. Adaptado)

The excerpt by Moita Lopes briefly describes a situation in which use was made of English as Língua Franca (ELF). The concept “lingua franca” refers to

 

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