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2628506 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

Leia as frases elaboradas a partir do texto.

  • A presença de leveza em nossa vida, é o mundo lúdico que .
  • Brincar e ser responsável não são atitudes incompatíveis, portanto devemos tentar .
  • A autora analisa o roteiro de “Tarja Branca” e elogiosamente como impecável.

Em conformidade com a norma-padrão de emprego e de colocação de pronomes, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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2628505 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

A alternativa cuja reescrita mantém coerência com as ideias do texto e está corretamente pontuada encontra- se em:

 

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2628504 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

Os termos destacados nos dois trechos do texto estão empregados em sentido figurado na alternativa:

 

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2628503 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

Considere os trechos do texto.

  • ... crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. (1º parágrafo)
  • ... improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?” (2º parágrafo)

A respeito das aspas, é correto afirmar que elas foram empregadas pela autora para destacar, respectivamente,

 

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2628502 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP

Filme “Tarja Branca”’ propõe revolução pela brincadeira

É raro encontrar algum adulto que não se comova ao ver a beleza das crianças brincando. Por um instante, batem saudades da leveza do mundo lúdico que povoa o universo infantil. Mas isso logo passa, afinal, crescer traz grandes responsabilidades e não se pode perder tempo com coisas que não são “sérias”. É exatamente isso que o documentário “Tarja Branca – a revolução que faltava”, dirigido por Cacau Rhoden, questiona.

Com um roteiro impecável, o filme intercala saborosas imagens de brincadeiras com vários depoimentos. Impossível não se identificar com as histórias e brincadeiras apresentadas e não se lembrar das cores brilhantes que devem fazer parte da vida de todas as crianças. Mais que isso, improvável não se questionar: “Quando é que deixei de brincar e por quê?”

Do início ao fim, o documentário conduz o espectador a essa reflexão. O casamento que o filme promove entre as brincadeiras e as manifestações culturais típicas brasileiras é comovente, além de fazer todo o sentido. “A grande riqueza da cultura popular é que ela é a chance de você ter uma segunda infância”, afirma a coreógrafa Andrea Jabor.

Vê-se que a equipe viajou pelos rincões do Brasil todo para captar a alegria de um povo brincante com o objetivo de alertar que a brincadeira não pode morrer, especialmente nas metrópoles, onde há cada vez menos espaço para o lúdico. “Tirar o tempo livre de recreio, o pouco contato que ela possa ter com a natureza é o maior pecado que a gente está cometendo com a criança”, afirma a pedagoga Ana Lucia Villela, que diz se sentir profundamente triste ao constatar que 9 entre 10 crianças das grandes cidades preferem ir ao shopping a brincar.

O documentário prega que o prazer da brincadeira deve ser incentivado desde cedo para que, quando adulta, a pessoa continue brincando e saiba buscar a verdadeira felicidade. “Ir atrás do seu próprio desejo. Isso é brincar. A única solução para nós é fazermos o que gostamos. Se formos pagos por isso, melhor, mas é secundário”, opina o psicólogo argentino Ricardo Goldenberg.

Para Lydia Hortélio, a solução para muitos problemas da sociedade vem junto com crianças brincantes. “Eu estou pela revolução que falta, que é esta revolução da criança. É isso que vai nos tirar deste mal-estar, dessa tristeza generalizada que a gente vê nas pessoas, essa falta de alegria que a gente está vivendo”, e vai além: “E a violência está aí porque as pessoas foram violentadas na sua capacidade de ser gente”.

Pião, bolinha de gude, pipa, carrinho de lata, cantigas de roda. Para a criança, é simples ser feliz em um mundo de brincadeira. Por que, então, depois de adultas, as pessoas acham vergonhoso brincar? Quem brinca é mais feliz. Ponto.

(Xandra Stefanel. https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2014/06/tarja-branca-propoe-uma-revolucao-pela-brincadeira-9425/ Adaptado)

Com relação às opiniões apresentadas, é correto afirmar que,

 

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2628501 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP
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Redes sem lei

A esta altura estão mapeados os dissabores trazidos pelas redes sociais ao cotidiano social e político das nações. Se a dominância dessas plataformas digitais impulsionou e adensou as interações entre as pessoas em escala planetária, de outro lado acarretou oligopolização, manipulação dos fatos, fraudes e assédio também em profusão.

Testemunha e vítima dessa faceta ameaçadora das mídias sociais, perseguida pelo governo autoritário de Rodrigo Duterte nas Filipinas, a jornalista Maria Ressa, Nobel da Paz de 2021, descreveu-as em entrevista à Folha como “uma bomba atômica que explodiu em nosso ecossistema de informação”.

O mecanismo de reiterações labirínticas empregado pelos algoritmos, ao premiar os discursos ofensivos e as elucubrações fantásticas e mentirosas, estaria minando as bases da própria democracia, como os sistemas de pesos e contrapesos, de acordo com Ressa.

Ilegalidades que não se praticavam na mesma extensão e profundidade antes da hegemonia das redes sociais tornaram-se lugar-comum. As autoridades incumbidas de fazer cumprir a lei onde quer que seja ainda comem poeira quando se trata dessas plataformas.

Corresponsabilizá-las pelos crimes cometidos por meio dos seus serviços é providência básica para limpar o terreno bárbaro. Também é elementar evitar que seu enorme poderio de mercado seja usado para esterilizar a competição, pela qual poderão florescer opções de melhor qualidade informativa.

Não há dúvida de que o combate ao turbilhão de falsificações oportunistas que jorra nas redes passa pelo exercício do jornalismo profissional, que questiona os poderosos com base na apuração e na publicação de fatos objetivamente verificáveis e se exerce em praça pública, não nos escaninhos ensimesmados das aldeias digitais.

A sociedade aos poucos vai percebendo que não se substitui jornalista por influencer sem dano ao patrimônio comum da civilização.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 25.06.2022. Adaptado)

No terceiro parágrafo do texto – O mecanismo de reiterações labirínticas empregado pelos algoritmos [...] estaria minando as bases da própria democracia, como os sistemas de pesos e contrapesos, de acordo com Ressa. –, o sentido expresso pela forma verbal “estaria” e o expresso pela conjunção “como” são, correta e respectivamente, de

 

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2628500 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP
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Redes sem lei

A esta altura estão mapeados os dissabores trazidos pelas redes sociais ao cotidiano social e político das nações. Se a dominância dessas plataformas digitais impulsionou e adensou as interações entre as pessoas em escala planetária, de outro lado acarretou oligopolização, manipulação dos fatos, fraudes e assédio também em profusão.

Testemunha e vítima dessa faceta ameaçadora das mídias sociais, perseguida pelo governo autoritário de Rodrigo Duterte nas Filipinas, a jornalista Maria Ressa, Nobel da Paz de 2021, descreveu-as em entrevista à Folha como “uma bomba atômica que explodiu em nosso ecossistema de informação”.

O mecanismo de reiterações labirínticas empregado pelos algoritmos, ao premiar os discursos ofensivos e as elucubrações fantásticas e mentirosas, estaria minando as bases da própria democracia, como os sistemas de pesos e contrapesos, de acordo com Ressa.

Ilegalidades que não se praticavam na mesma extensão e profundidade antes da hegemonia das redes sociais tornaram-se lugar-comum. As autoridades incumbidas de fazer cumprir a lei onde quer que seja ainda comem poeira quando se trata dessas plataformas.

Corresponsabilizá-las pelos crimes cometidos por meio dos seus serviços é providência básica para limpar o terreno bárbaro. Também é elementar evitar que seu enorme poderio de mercado seja usado para esterilizar a competição, pela qual poderão florescer opções de melhor qualidade informativa.

Não há dúvida de que o combate ao turbilhão de falsificações oportunistas que jorra nas redes passa pelo exercício do jornalismo profissional, que questiona os poderosos com base na apuração e na publicação de fatos objetivamente verificáveis e se exerce em praça pública, não nos escaninhos ensimesmados das aldeias digitais.

A sociedade aos poucos vai percebendo que não se substitui jornalista por influencer sem dano ao patrimônio comum da civilização.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 25.06.2022. Adaptado)

No editorial, um aspecto positivo das mídias sociais diz respeito

 

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2628499 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP
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O amor é inventivo e anula os postulados da lógica. Ele tem sua lógica própria, tão válida quanto a outra. E os amantes se entendem sob o signo do absurdo – não tão absurdo assim, como parece aos não amorosos. Já ouvi no interior de Minas alguém chamar seu amor de “meu bicho-do-pé” e receber em troca o mais cálido beijo de agradecimento.

(Carlos Drummond de Andrade, “A estranha [e eficiente] linguagem dos namorados”. Em: As palavras que ninguém diz)

Na passagem – E os amantes se entendem sob o signo do absurdo... –, o pronome destacado tem o mesmo emprego que no enunciado:

 

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2628498 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP
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O amor é inventivo e anula os postulados da lógica. Ele tem sua lógica própria, tão válida quanto a outra. E os amantes se entendem sob o signo do absurdo – não tão absurdo assim, como parece aos não amorosos. Já ouvi no interior de Minas alguém chamar seu amor de “meu bicho-do-pé” e receber em troca o mais cálido beijo de agradecimento.

(Carlos Drummond de Andrade, “A estranha [e eficiente] linguagem dos namorados”. Em: As palavras que ninguém diz)

Na expressão “cálido beijo”, o adjetivo tem como antônimo o termo:

 

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2628497 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Bebedouro-SP
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O amor é inventivo e anula os postulados da lógica. Ele tem sua lógica própria, tão válida quanto a outra. E os amantes se entendem sob o signo do absurdo – não tão absurdo assim, como parece aos não amorosos. Já ouvi no interior de Minas alguém chamar seu amor de “meu bicho-do-pé” e receber em troca o mais cálido beijo de agradecimento.

(Carlos Drummond de Andrade, “A estranha [e eficiente] linguagem dos namorados”. Em: As palavras que ninguém diz)

De acordo com o narrador, o amor caracteriza-se por

 

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