Foram encontradas 45 questões.
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
A composição da equipe de referência dos Centros de
Referência da Assistência Social (CRAS) para prestação
de serviços e de execução das ações no âmbito da
Proteção Social Básica, nos municípios de médio e
grande porte, metrópole e DF, para cada grupo de cinco
mil famílias, conta com:
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1160075
Ano: 2017
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
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O Estatuto do Idoso, em seu Artigo 19, determina que
os casos de suspeita ou configuração de violência
praticada contra os idosos serão objeto de notificação
compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados
à autoridade sanitária, bem como serão obrigatoriamente
comunicados, EXCETO:
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1160074
Ano: 2017
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Provas:
A gratuidade das ações e serviços de saúde está
prevista na:
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São recomendações do Ministério da Saúde sobre
medidas de prevenção ao zika vírus, EXCETO:
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1160072
Ano: 2017
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Provas:
- ANVISALei 9.782/1999: Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e ANVISA
- LegislaçãoLei 6.360/1976: Vigilância Sanitária de Medicamentos/Correlatos
- Regulamentos dos Medicamentos
Uma notícia veiculada na Folha de S. Paulo, em
07 de dezembro de 2016, relata que “Droga para tratar
câncer raro está há oito anos na fila para liberação”.
Na reportagem, é relatado que “O medicamento já foi
aprovado em mais de 70 países. Sem o registro, tanto o
SUS quanto os planos de saúde se negam a fornecer a
droga sob amparo da lei federal que proíbe a oferta de
medicamentos sem o aval da agência reguladora”.
Em relação à aprovação de medicamentos para
comercialização no Brasil, assinale a alternativa
CORRETA.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
Sobre a Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias no SUS – Conitec, assinale a alternativa
INCORRETA.
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A síndrome das pernas inquietas
A cena é conhecida: a pessoa está se preparando para
deitar, depois de um longo dia, e, neste exato momento
de descanso, as pernas começam a doer, e há uma
intensa vontade de balançar os membros inferiores.
Trata-se da síndrome das pernas inquietas, a SPI, um
problema neurológico que acomete de 5 a 10% da
população, mas é pouco reconhecido.
A denominação “pernas inquietas” se refere ao fato de
o indivíduo ter que movimentar as pernas para aliviar
os sintomas desconfortáveis, como dor, formigamento e
ardor nas pernas, do joelho para baixo, especialmente no
final do dia, e que pode piorar em períodos de repouso
prolongado.
Outra pista para o diagnóstico de síndrome das pernas
inquietas são os movimentos periódicos dos membros,
que ocorrem à noite durante o sono, e são involuntários.
É bastante percebido no dia seguinte, quando se nota o
excesso de bagunça nos lençóis.
Em relação a fatores que podem agravar a síndrome,
destaca-se o consumo abusivo de cafeína, um dos
vilões de quem sofre desta síndrome. Por outro lado,
movimentar-se (caminhar ou correr) e fazer massagem
nas pernas são dicas boas para aliviar estes sintomas,
e muitos dos que sofrem da síndrome das pernas
inquietas, nesta hora, podem contar com os parceiros de
cama para auxiliar com massagens ou outras técnicas
de relaxamento.
Ainda não há formas de prevenção para a síndrome
das pernas inquietas, até porque uma parte grande dos
casos é hereditária. A boa notícia é que há algumas
medicações que podem amenizar bastante os sintomas,
como remédios das seguintes classes: agonistas
dopaminérgicos, anticonvulsivante e benzodiazepínico.
Como sempre, o ideal é buscar orientação de um médico
familiarizado com este problema, que irá sugerir a
melhor opção de tratamento ao paciente, após confirmar
o diagnóstico.
FELÍCIO, André. A síndrome das pernas inquietas. Blog da
Saúde. Disponível em: . Acesso em: 6
jan. 2017 (Adaptação).
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Medicina Integrativa e o poder de cura que vem de
dentro
Tratar mente, corpo e espírito – o indivíduo em sua
totalidade – pode ser mais eficaz que o consumo
exagerado de remédios
[...]
Hoje em dia, cada vez mais pessoas se conscientizam
da complexidade do corpo humano, e de como a
enfermidade nunca se manifesta somente no físico ou
apenas na mente. O câncer é um exemplo de que o corpo
se fragiliza, após um grande período de sofrimentos,
conflitos e frustrações, que transbordam até ferirem o
organismo. O inverso também é possível. Males como
a depressão e a ansiedade podem culminar em sinais
palpáveis como doenças de pele, enxaquecas, úlceras
etc. Não é mera coincidência justamente o câncer e a
depressão serem conhecidos como as “doenças do
século”. No cenário atual, a saúde se tornou tão caótica
quanto a vida contemporânea.
Hipócrates, pai da medicina, já dizia bem antes de
Cristo que o conhecimento do corpo é impossível sem o
conhecimento do homem como um todo. E é seguindo
esta ideia que a Medicina Integrativa está disposta a
abalar as estruturas ortodoxas.
Criada em universidades americanas em meados de
1970, a Medicina Integrativa convida instituições de
pesquisas, hospitais, unidades de saúde e consultórios a
mudarem o paradigma do tratamento médico. A doença
não é mais o foco de estudo, mas o indivíduo em sua
totalidade – mente, corpo e espírito. O paciente passa a
ser visto como o principal responsável por sua melhora
e é conduzido a entender que a cura vem de dentro
para fora, e não o contrário. Os remédios, tratamentos e
cirurgias são encarados como agentes catalisadores do
processo de recuperação do organismo, e não mais os
grandes protagonistas da cura.
Para os convencionais, é importante destacar que a
Medicina Integrativa não vem para substituir a Medicina
Convencional, mas para criar novas possibilidades de
tratamento, tanto para quem está sofrendo com uma
doença quanto para quem tenta mantê-la à distância.
Uma vez que a Medicina Convencional está vinculada
aos interesses do mercado, não é lucrativo que sejam
oferecidas todas as respostas para os problemas do ser
humano. Afinal, a saúde intacta faz com que as pessoas
deixem de comprar medicamentos.
Mas, como o capitalismo e a busca incessante pelo
poder ainda falam mais alto, cabe a cada um de nós
deixar o ceticismo e os preconceitos de lado, e adotar
o caminho da consciência, do autoconhecimento,
do bem-estar e felicidade. O destino dessa caminhada é,
com certeza, transformador.
[...]
COLOMBINO, Mariana. Medicina integrativa e o poder de
cura que vem de dentro. Ponto eletrônico. Disponível em:
. Acesso em: 7 dez. 2016
(fragmento adaptado).
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A síndrome das pernas inquietas
A cena é conhecida: a pessoa está se preparando para
deitar, depois de um longo dia, e, neste exato momento
de descanso, as pernas começam a doer, e há uma
intensa vontade de balançar os membros inferiores.
Trata-se da síndrome das pernas inquietas, a SPI, um
problema neurológico que acomete de 5 a 10% da
população, mas é pouco reconhecido.
A denominação “pernas inquietas” se refere ao fato de
o indivíduo ter que movimentar as pernas para aliviar
os sintomas desconfortáveis, como dor, formigamento e
ardor nas pernas, do joelho para baixo, especialmente no
final do dia, e que pode piorar em períodos de repouso
prolongado.
Outra pista para o diagnóstico de síndrome das pernas
inquietas são os movimentos periódicos dos membros,
que ocorrem à noite durante o sono, e são involuntários.
É bastante percebido no dia seguinte, quando se nota o
excesso de bagunça nos lençóis.
Em relação a fatores que podem agravar a síndrome,
destaca-se o consumo abusivo de cafeína, um dos
vilões de quem sofre desta síndrome. Por outro lado,
movimentar-se (caminhar ou correr) e fazer massagem
nas pernas são dicas boas para aliviar estes sintomas,
e muitos dos que sofrem da síndrome das pernas
inquietas, nesta hora, podem contar com os parceiros de
cama para auxiliar com massagens ou outras técnicas
de relaxamento.
Ainda não há formas de prevenção para a síndrome
das pernas inquietas, até porque uma parte grande dos
casos é hereditária. A boa notícia é que há algumas
medicações que podem amenizar bastante os sintomas,
como remédios das seguintes classes: agonistas
dopaminérgicos, anticonvulsivante e benzodiazepínico.
Como sempre, o ideal é buscar orientação de um médico
familiarizado com este problema, que irá sugerir a
melhor opção de tratamento ao paciente, após confirmar
o diagnóstico.
FELÍCIO, André. A síndrome das pernas inquietas. Blog da
Saúde. Disponível em: . Acesso em: 6
jan. 2017 (Adaptação).
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A síndrome das pernas inquietas
A cena é conhecida: a pessoa está se preparando para
deitar, depois de um longo dia, e, neste exato momento
de descanso, as pernas começam a doer, e há uma
intensa vontade de balançar os membros inferiores.
Trata-se da síndrome das pernas inquietas, a SPI, um
problema neurológico que acomete de 5 a 10% da
população, mas é pouco reconhecido.
A denominação “pernas inquietas” se refere ao fato de
o indivíduo ter que movimentar as pernas para aliviar
os sintomas desconfortáveis, como dor, formigamento e
ardor nas pernas, do joelho para baixo, especialmente no
final do dia, e que pode piorar em períodos de repouso
prolongado.
Outra pista para o diagnóstico de síndrome das pernas
inquietas são os movimentos periódicos dos membros,
que ocorrem à noite durante o sono, e são involuntários.
É bastante percebido no dia seguinte, quando se nota o
excesso de bagunça nos lençóis.
Em relação a fatores que podem agravar a síndrome,
destaca-se o consumo abusivo de cafeína, um dos
vilões de quem sofre desta síndrome. Por outro lado,
movimentar-se (caminhar ou correr) e fazer massagem
nas pernas são dicas boas para aliviar estes sintomas,
e muitos dos que sofrem da síndrome das pernas
inquietas, nesta hora, podem contar com os parceiros de
cama para auxiliar com massagens ou outras técnicas
de relaxamento.
Ainda não há formas de prevenção para a síndrome
das pernas inquietas, até porque uma parte grande dos
casos é hereditária. A boa notícia é que há algumas
medicações que podem amenizar bastante os sintomas,
como remédios das seguintes classes: agonistas
dopaminérgicos, anticonvulsivante e benzodiazepínico.
Como sempre, o ideal é buscar orientação de um médico
familiarizado com este problema, que irá sugerir a
melhor opção de tratamento ao paciente, após confirmar
o diagnóstico.
FELÍCIO, André. A síndrome das pernas inquietas. Blog da
Saúde. Disponível em: . Acesso em: 6
jan. 2017 (Adaptação).
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