Foram encontradas 50 questões.
4026420
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
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No contexto da diversidade e inclusão, a
acessibilidade diz respeito unicamente à adaptação física de
edifícios e transportes para pessoas com deficiência, não
abrangendo a informação e a comunicação.
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4026419
Ano: 2026
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
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O ciclo de políticas públicas inclui as etapas de
agenda, formulação, implementação e avaliação, sendo a etapa
de implementação aquela em que os planos e programas são de
fato executados, traduzindo as decisões em ações concretas.
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4026418
Ano: 2026
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
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A distinção entre igualdade formal e igualdade
material (equidade) é crucial para a compreensão da política
pública, pois a primeira se concentra na aplicação universal da
lei, enquanto a segunda busca remover barreiras e promover
oportunidades equitativas, considerando as desigualdades
existentes.
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4026417
Ano: 2026
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
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A accountability, no contexto da gestão pública,
refere-se exclusivamente à responsabilização de agentes
públicos perante órgãos de controle externos, sem Abranger a
prestação de contas à sociedade civil.
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4026416
Ano: 2026
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Bela Vista Piauí-PI
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Situação hipotética: Um município implementa uma
política pública para reduzir a evasão escolar, distribuindo
cestas básicas às famílias de alunos em situação de
vulnerabilidade e oferecendo transporte gratuito. Assertiva:
Esta ação reflete a fase de formulação da política pública,
antecedendo a sua etapa de monitoramento e avaliação.
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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