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A Festa do Divino Espírito Santo é uma tradição cultural em Santa Catarina, especialmente no município de Belmonte. Qual é a origem dessa festividade?

 

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3630465 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

Santa Catarina destaca-se economicamente em diversas áreas, mas um setor específico tem contribuído significativamente para o desenvolvimento do estado, especialmente no município de Belmonte/SC, devido à sua localização e recursos naturais. Qual é esse setor econômico?

 

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3630464 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

A Inconfidência Mineira foi um importante movimento de caráter separatista ocorrido no século XVIII no Brasil. Qual foi o principal motivo que levou ao surgimento desse movimento?

 

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3630463 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

Identifique a alternativa em que o uso da vírgula foi feito INCORRETAMENTE:

 

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3630462 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

"Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido."

Em relação à concordância estabelecida no trecho acima, analise as afirmativas:

I.Substituindo-se "uma forma" por "formas" seriam necessárias mais 3 alterações.

II.O adjetivo "rápido" deverá ser flexionado no plural caso haja a substituição por "formas".

III.O verbo "envolver" tem como núcleo do sujeito "mudanças".

IV."seções de DNA " é o núcleo do sujeito do verbo "chegar".

Estão corretas:

 

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3630461 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

"As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações".

Os vocábulos abaixo que estão grafados corretamente com J, assim como o destacado no trecho, são:

 

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3630460 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

A alternativa que apresenta um verbo transitivo indireto é:

 

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3630459 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

"Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais."

No trecho acima há um vício de linguagem denominado:

 

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3630458 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

"segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças".

Em relação às regras de uso da crase, a análise da expressão "a doenças", sem acento no "a", é justificada porque:

 

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3630457 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 28.

Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)

Os vocábulos 'rápido', 'gás' e 'países' são classificados em, respectivamente, proparoxítona, monossílaba e paroxítona, da mesma forma que os da alternativa:

 

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