Foram encontradas 100 questões.
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada não desempenhe papel adverbial.
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Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido formada por composição.
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Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
No texto, as siglas foram grafadas corretamente, como UFMG, por exemplo.
Assinale a alternativa em que isso não tenha acontecido.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Outros 4% reduziram as doses semanais. (L.32-33)
Assinale a alternativa em que, alterando-se o período acima, tenha-se mantido correção gramatical. Não leve em conta possíveis alterações de sentido.
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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram, através de um questionário online, o padrão de consumo de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e agosto de 2020, e descobriram que o aumento do consumo de álcool durante a pandemia pode estar associado a problemas de saúde mental. (L.1-6)
No período acima, há
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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Na pesquisa, publicada em março deste ano na revista científica Alcohol and Alcoholism, condições como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno do estresse pós-traumático) foram os problemas mais relatados. (L.7-11)
O pronome sublinhado no período acima desempenha papel
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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
O texto, de acordo com a sua tipologia, se classifica como
Provas
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental
Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,
através de um questionário online, o padrão de consumo
de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e
agosto de 2020, e descobriram que o aumento do
5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar
associado a problemas de saúde mental.
Na pesquisa, publicada em março deste ano na
revista científica Alcohol and Alcoholism, condições
como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno
10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais
relatados.
O professor Frederico Garcia, da UFMG
(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que
existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras
15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e
benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.
Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no
cérebro, como a dopamina, que causam dependência.
Os pacientes buscam as substâncias como forma de
20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro
geral.
Para o especialista, o isolamento social criou
uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo
que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por
25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou
interações sociais importantes da rotina de muitos,
acentuando sintomas de estresse de maneira geral.
Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas
estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores
30 observaram que 23% do total de entrevistados
consumiram mais álcool no período, enquanto 4%
fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram
as doses semanais.
Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital
35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS
(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos
alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem
ser transtornos de personalidade ou humor, como
depressão ou quadros psicóticos.
40 O problema é comum e recebe o nome de
patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções
psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso
terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é
fundamental manter a doença em estabilidade para
45 alcançar longos períodos de abstinência.
Entre os resultados, também chamou a
atenção dos pesquisadores o fato de que usuários
moderados apresentaram menores sintomas de
problemas de saúde mental entre todos participantes.
50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz
inferências sobre fatores externos não avaliados, como
a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas
socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas
desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde
55 mental.
Apesar do suposto benefício observado no
curto prazo, a pesquisadora do departamento de
psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),
Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool
60 pode trazer problemas.
"É preciso encontrar formas de socializar que
não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,
além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do
controle – passar por questões financeiras ou pessoais
65 pode influenciar.
A psicóloga destaca também a importância de
olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na
armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores
sociais, familiares e estruturais que geram padrões de
70 comportamento e causam vulnerabilidade social,
principalmente para alguns grupos. Ela destaca a
necessidade de políticas públicas mais abrangentes para
enfrentar o problema coletivamente.
Para quem precisa de ajuda, o especialista
75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde
básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra
particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia
dual.
O tratamento, nesses casos, passa por uma
80 equipe multiprofissional e, além da intervenção
psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso
de medicamentos e até mesmo internação em casos
graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o
alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais
85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.
(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.
12.mai.2023)
Em relação às ideias do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:
I. No cenário de pandemia, a tensão natural da condição de vida que se impôs elevou o grau de suscetibilidade a problemas mentais.
II. Os que consomem pouco álcool, na pesquisa, foram os mais abalados em relação à saúde mental.
III. As condições individuais não representam isoladamente a situação de alcoolismo por que passam vários indivíduos.
Assinale
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Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR
A premiação de um bolão foi repartida entre três amigos em partes proporcionais a 3, 5 e 7. Sabe-se que quem ganhou a maior parte recebeu R$ 2000,00 a mais de quem recebeu a segunda maior parte do prêmio.
Qual é o valor total do prêmio?
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR
- Agentes PúblicosRegime Jurídico dos Agentes Públicos
- Agentes PúblicosResponsabilidade Administrativa
A administração pública somente poderá rescindir unilateralmente o contrato do Agente Comunitário de Saúde ou do Agente de Combate às Endemias, de acordo com o regime jurídico de trabalho adotado, na ocorrência de uma das seguintes hipóteses:
I. prática de falta grave, dentre as enumeradas no art. 482 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT;
II. acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;
III. necessidade de redução de quadro de pessoal, por excesso de despesa; ou
IV. insuficiência de desempenho, apurada em procedimento no qual se assegurem pelo menos um recurso hierárquico dotado de efeito suspensivo, que será apreciado em noventa dias, e o prévio conhecimento dos padrões mínimos exigidos para a continuidade da relação de emprego, obrigatoriamente estabelecidos de acordo com as peculiaridades das atividades exercidas.
Analise os itens acima e assinale
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