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3194217 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não desempenhe papel adverbial.

 

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3194216 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido formada por composição.

 

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3194215 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

No texto, as siglas foram grafadas corretamente, como UFMG, por exemplo.

Assinale a alternativa em que isso não tenha acontecido.

 

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3194214 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Outros 4% reduziram as doses semanais. (L.32-33)

Assinale a alternativa em que, alterando-se o período acima, tenha-se mantido correção gramatical. Não leve em conta possíveis alterações de sentido.

 

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3194213 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram, através de um questionário online, o padrão de consumo de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e agosto de 2020, e descobriram que o aumento do consumo de álcool durante a pandemia pode estar associado a problemas de saúde mental. (L.1-6)

No período acima, há

 

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3194212 Ano: 2023
Disciplina: Português
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Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Na pesquisa, publicada em março deste ano na revista científica Alcohol and Alcoholism, condições como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno do estresse pós-traumático) foram os problemas mais relatados. (L.7-11)

O pronome sublinhado no período acima desempenha papel

 

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3194211 Ano: 2023
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Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

O texto, de acordo com a sua tipologia, se classifica como

 

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3194210 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.

Maior consumo de álcool na pandemia está associado a problemas de saúde mental

Pesquisadores dos Estados Unidos avaliaram,

através de um questionário online, o padrão de consumo

de quase 4.000 americanos entre os meses de maio e

agosto de 2020, e descobriram que o aumento do

5 consumo de álcool durante a pandemia pode estar

associado a problemas de saúde mental.

Na pesquisa, publicada em março deste ano na

revista científica Alcohol and Alcoholism, condições

como ansiedade, depressão, estresse e TEPT (transtorno

10 do estresse pós-traumático) foram os problemas mais

relatados.

O professor Frederico Garcia, da UFMG

(Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que

existe uma relação entre o uso de substâncias inibidoras

15 do sistema nervoso central, como álcool, maconha e

benzodiazepínicos, e o aumento de transtornos mentais.

Esses químicos atuam liberando neurotransmissores no

cérebro, como a dopamina, que causam dependência.

Os pacientes buscam as substâncias como forma de

20 aliviar os sintomas, mas acabam piorando o quadro

geral.

Para o especialista, o isolamento social criou

uma ruptura da cadeia de resiliência das pessoas, algo

que agravou ainda mais os quadros de saúde mental. Por

25 exemplo, a falta da pausa para o café no escritório tirou

interações sociais importantes da rotina de muitos,

acentuando sintomas de estresse de maneira geral.

Entre os perfis mais vulneráveis aos problemas

estão as mulheres e pessoas de baixa renda. Os autores

30 observaram que 23% do total de entrevistados

consumiram mais álcool no período, enquanto 4%

fizeram uso excessivo da bebida. Outros 4% reduziram

as doses semanais.

Segundo Kleber Vargas, psiquiatra do Hospital

35 Universitário Maria Aparecida Pedrossian da UFMS

(Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), muitos

alcoólatras possuem alguma comorbidade, que podem

ser transtornos de personalidade ou humor, como

depressão ou quadros psicóticos.

40 O problema é comum e recebe o nome de

patologia dual. Nesses casos, quando as intervenções

psiquiátricas são feitas em conjunto, as taxas de sucesso

terapêutico aumentam, pontua Vargas. Para ele, é

fundamental manter a doença em estabilidade para

45 alcançar longos períodos de abstinência.

Entre os resultados, também chamou a

atenção dos pesquisadores o fato de que usuários

moderados apresentaram menores sintomas de

problemas de saúde mental entre todos participantes.

50 Entretanto, os autores advertem que o estudo não faz

inferências sobre fatores externos não avaliados, como

a vida social da pessoa. Por um lado, aquelas

socialmente ativas têm tendência a beber mais, mas

desenvolvem círculos sociais que fortalecem sua saúde

55 mental.

Apesar do suposto benefício observado no

curto prazo, a pesquisadora do departamento de

psicologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista),

Marianne Feijó, afirma que o consumo regular de álcool

60 pode trazer problemas.

"É preciso encontrar formas de socializar que

não dependam da bebida", diz. Com o passar dos anos,

além de fragilizar a saúde, o hábito também pode sair do

controle – passar por questões financeiras ou pessoais

65 pode influenciar.

A psicóloga destaca também a importância de

olhar para o quadro sistêmico do problema, sem cair na

armadilha de culpar apenas o usuário. Existem fatores

sociais, familiares e estruturais que geram padrões de

70 comportamento e causam vulnerabilidade social,

principalmente para alguns grupos. Ela destaca a

necessidade de políticas públicas mais abrangentes para

enfrentar o problema coletivamente.

Para quem precisa de ajuda, o especialista

75 Kleber Vargas aconselha buscar unidades de saúde

básica do SUS (Sistema Único de Saúde) ou um psiquiatra

particular, que poderá dar um diagnóstico da patologia

dual.

O tratamento, nesses casos, passa por uma

80 equipe multiprofissional e, além da intervenção

psicoterápica, pode envolver mudança de hábitos, uso

de medicamentos e até mesmo internação em casos

graves. "Ainda hoje, o melhor tratamento para o

alcoolismo em geral é tempo sem uso. Quanto mais

85 tempo em abstinência, melhor", diz Vargas.

(Acácio Moraes.https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/05/maior-consumo-dealcool-na-pandemia-esta-associado-a-problemas-de-saude-mental.shtml.

12.mai.2023)

Em relação às ideias do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:

I. No cenário de pandemia, a tensão natural da condição de vida que se impôs elevou o grau de suscetibilidade a problemas mentais.

II. Os que consomem pouco álcool, na pesquisa, foram os mais abalados em relação à saúde mental.

III. As condições individuais não representam isoladamente a situação de alcoolismo por que passam vários indivíduos.

Assinale

 

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3194209 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

A premiação de um bolão foi repartida entre três amigos em partes proporcionais a 3, 5 e 7. Sabe-se que quem ganhou a maior parte recebeu R$ 2000,00 a mais de quem recebeu a segunda maior parte do prêmio.

Qual é o valor total do prêmio?

 

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3194208 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Boa Esperança-PR

A administração pública somente poderá rescindir unilateralmente o contrato do Agente Comunitário de Saúde ou do Agente de Combate às Endemias, de acordo com o regime jurídico de trabalho adotado, na ocorrência de uma das seguintes hipóteses:

I. prática de falta grave, dentre as enumeradas no art. 482 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT;

II. acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;

III. necessidade de redução de quadro de pessoal, por excesso de despesa; ou

IV. insuficiência de desempenho, apurada em procedimento no qual se assegurem pelo menos um recurso hierárquico dotado de efeito suspensivo, que será apreciado em noventa dias, e o prévio conhecimento dos padrões mínimos exigidos para a continuidade da relação de emprego, obrigatoriamente estabelecidos de acordo com as peculiaridades das atividades exercidas.

Analise os itens acima e assinale

 

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