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Foram encontradas 670 questões.

3956438 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Principais problemas ambientais
    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]
        [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
Após a leitura do texto, considerando as afirmativas, assinale a alternativa correta.
 

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3956437 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Principais problemas ambientais
    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]
        [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
De acordo com o texto podemos afirmar que:
 

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3956436 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4813362-1
O diálogo entre o pai e o filho, ilustrado nos quadrinhos apresentados, utiliza uma linguagem de registro:
 

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3956435 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4813361-1
Na oração “Eu pedi pra você me ajudar” (4º quadrinho), o sujeito e o predicado classificam-se, respectivamente como:
 

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3956434 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4813360-1
No primeiro quadrinho do texto, a fala do filho “Pai, me ajuda?”, é constituída por termos, classificados, quanto à classe de palavras a que pertencem, respectivamente, como:
 

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3956433 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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O anúncio em destaque possui o objetivo de conscientizar os leitores acerca do tratamento adequado com os animais.
Enunciado 4813359-1
Disponível em: https://www.pmvc.ba.gov.br/ Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Desse modo, o termo que preenche a lacuna presente no texto está corretamente grafado em:
 

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3956432 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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A campanha do “Dezembro verde” é realizada em alusão ao dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. O movimento surgiu no ano de 2015, após divulgação de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de saúde (OMS), a qual apontava que, em 2014, o Brasil já tinha cerca de 30 milhões de cães e gatos nas ruas, sendo 10 milhões só de felinos.

Disponível em: https://www.petlove.com.br/dicas/ dezembro-verde-conscientizacao-ao-nao-abandono-de-animais. Acesso em: 30 de setembro de 2025. (Texto adaptado)

De acordo com o texto, o movimento “Dezembro verde”, existe há 11 anos. A expressão em destaque pode ser reescrita por meio do emprego do verbo “fazer”, substituindo o verbo “existir”. Desse modo, determine a alternativa que apresenta a reescrita da expressão conforme as regras de concordância verbal.

 

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3956431 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo?
Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 
De acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, confiável ferramenta on-line para consulta de palavras, o termo em destaque no trecho “Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.”, refere-se a uma pessoa que se dedica ao estudo dos fósseis de hominídeos. Sobre o processo de construção de tal vocábulo, julgue os itens a seguir.
I. A palavra é formada pela união dos termos “paleo” e “antropo”.
II. Ao se unirem para formar a palavra, os radicais “paleo” e “antropo” constroem o vocábulo por meio do processo de composição.
III. “-logo”, parte final da palavra, é um sufixo.
Pode-se afirmar o que consta:
 

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3956430 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo?
Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 
No trecho “Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem que o sentido do texto sofra alterações, pelo vocábulo:
 

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Questão presente nas seguintes provas
3956429 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo?
Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 
Analise as alternativas a seguir e assinale a que apresenta a justificativa adequada para a acentuação gráfica da palavra em destaque.
 

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