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Foram encontradas 40 questões.

2300440 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Dando cumprimento às determinações da Lei Orgânica, a Câmara Legislativa do Município de Bom Jesus, durante a sessão legislativa ordinária, funcionará no mês, por no mínimo:
 

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2300439 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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É vedado ao Município de Bom Jesus contrair empréstimo externo sem prévia autorização do(a):

 

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2300438 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A Lei Orgânica, ao fazer referência aos bens do Município de Bom Jesus, estabelece que a administração dos bens municipais é de competência , exceto os que são utilizados nos serviços da Câmara Municipal.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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2300437 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A Lei Orgânica, assim como as demais adotadas pelo Município de Bom Jesus, respeita os princípios estabelecidos na Constituição Federal e Estadual e, deste modo, determina que são poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o

 

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2300436 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590176-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590176-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
Através da leitura do texto, pode-se afirmar que:
 

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2300435 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590175-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590175-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois!$ ^{A)} !$ que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante!$ ^{B)} !$: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar!$ ^{C)} !$ quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse!$ ^{D)} !$ pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo!$ ^{E)} !$, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
Identifique a alternativa que apresenta um substantivo.
 

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2300434 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590174-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590174-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
Aponte a alternativa que NÃO apresenta a flexão correta da palavra do masculino para o feminino.
 

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2300433 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590173-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590173-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
Quais sinais de pontuação devem substituir as imagens em destaque no texto?
 

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2300432 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590172-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590172-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
Qual das alternativas a seguir apresenta um sinônimo da palavra “capacidade”, considerando o seu uso no texto?
 

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2300431 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Quando falha a memória
Lapsos de memória são comuns em cérebros que estão envelhecendo de modo normal Enunciado 3590171-1 e existem meios de adiar esse processo Enunciado 3590171-2A piora do quadro, porém, pode indicar o surgimento de algum tipo de demência, como a doença de Alzheimer. Depois que a doença de Alzheimer ganhou espaço na mídia e se tornou conhecida além das fronteiras da medicina, lapsos de memória passaram a ser um sintoma mais preocupante para os idosos. Diante de esquecimentos mais ou menos frequentes – como não lembrar o nome de alguém ou não saber onde os óculos de leitura foram deixados –, muitos correm ao consultório do médico com medo de estar desenvolvendo uma doença degenerativa.
Segundo o Dr. Marcos Galan Morillo, especialista em geriatria, “na maioria das vezes, esses déficits de memória se devem ao envelhecimento cerebral normal ou estão relacionados à depressão”, que é bem comum nos idosos e compromete sua capacidade de concentração. “Com o passar dos anos”, diz o médico, “o cérebro – como qualquer outro órgão do corpo humano – sofre alterações anatômicas e funcionais. A partir dos 40 anos, seu peso e volume diminuem 5%; depois dos 70, esse declínio se dá de modo mais acelerado. E o que é mais importante: de uma década para outra, além dessas alterações que levam à atrofia de regiões do cérebro, ocorrem mudanças na ação de vários neurotransmissores” (substâncias químicas produzidas pelos neurônios que respondem pela troca de “informações” entre eles, como dopamina, acetilcolina ou serotonina). “Por isso, em geral, um cérebro de 70 anos não tem a mesma capacidade de retenção de memória para acontecimentos recentes que um cérebro de 20”.
Segundo o geriatra, é possível identificar quatro níveis de desempenho da memória ao longo da vida. O melhor desempenho é alcançado na meia-idade e se mantém nas pessoas com envelhecimento cerebral bem-sucedido. A partir dos 40 anos, ocorre uma perda em relação a esse pico, porém, com plena manutenção das atividades. Com o tempo, pode haver uma diminuição da memória acima da média, mas sem comprometer as atividades do dia a dia – o chamado comprometimento cognitivo leve (CCL). Embora nesse caso o declínio de memória seja mais significativo, a pessoa ainda consegue fazer contas, pegar um ônibus ou cuidar da casa, por exemplo. Por fim, podem surgir as demências, das quais a de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais frequente entre os idosos. Aí, sim, a falta de memória e de outras capacidades cognitivas começa a atrapalhar o dia a dia do paciente: com o tempo, ele perde a autonomia para ir de casa ao supermercado, não lembra como coar um café e, num estágio mais avançado, não reconhece as pessoas da família. Diversos fatores de risco, como genética, hábitos de vida, lesões cerebrais e algumas doenças da meia-idade, aumentam a chance de desenvolvê-la.
Disponível em Revista Planeta: https://www.revistaplaneta.com.br/quando-falha-memoria/. Acesso em: 25/10/2018. Texto adaptado.
A palavra “anatômicas”, retirada do texto, é acentuada por:
 

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