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A questão refere-se ao texto abaixo.
O que vai ser da Amazônia?
Eu já lidei com o desmatamento. Lembro que, em 2015, acordava na região onde trabalho, meu cabelo tomado pelo cheiro da fumaça, igual quando a gente ia pra noitada na década de 1990 e voltava com o cheiro do cigarro impregnado na roupa! Agora, é a mesma coisa, só que na Amazônia. E o que estava acontecendo não era porque tinha alguém fumando no meu quarto. Era simplesmente porque estava acontecendo o maior churrasco da maior floresta tropical do mundo. Ela estava sendo queimada, e o cheiro da fumaça fedia por todo o meu corpo. O carro ficava coberto de fuligem. Eu tinha que jogar água no vidro pra limpá-lo e, assim, conseguir enxergar. Eu dirigia com o farol alto e o pisca alerta ligado porque não via nada. Então, eu dirigia bem devagar para evitar algum acidente.
Um dos motivos pelos quais as pessoas têm problemas respiratórios é o efeito dessa fumaça demasiadamente tóxica. Em anos de muitas queimadas e desenfreado desmatamento, constata-se um aumento de 200% no atendimento hospitalar de crianças com problemas respiratórios. E criança não vai sozinha em busca de atendimento médico. Ela precisa do pai ou da mãe, que vai parar a sua atividade econômica para levá-la ao hospital.
Um estudo da Fiocruz mostra que, em maio e junho de 2019, o SUS teve um custo extra de 1,5 milhão de reais por conta de problemas respiratórios decorrentes das fumaças da Amazônia. Ou seja, a gente gera um custo extra ao SUS por causa dos problemas respiratórios. Além disso, essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar.
2020 foi um ano muito diferente. A gente tem uma pandemia de um vírus que ataca o sistema respiratório. Então, a gente está juntando um aumento do desmatamento, que significa o aumento de uma fumaça tóxica, com uma pandemia já existente e que também ataca o pulmão. Com certeza, é muito sério o que o Brasil está passando. Porém, isso não se restringe ao nosso país. A devastação da Amazônia pode acarretar desequilíbrios inimagináveis no planeta inteiro... As pesquisas comprovam que, de janeiro a abril de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, houve um aumento de aproximadamente 55% no desmatamento. Em 2019, porém, já havia sido registrado um aumento de mais de 200% das queimadas em relação a 2018. Já pensou? É assustador! Não podemos ficar calados diante desse cenário gritante. A natureza está implorando por clemência da nossa parte. Se não houver forças para frear esses homens devastadores, não demorará tanto tempo e poderá vir algo ainda mais sério do que o coronavírus e que causará a morte de um número ainda maior de pessoas!
Basta que olhemos um pouco pra trás no tempo. Só do início do século até agora já houveram surtos imensos de Ebola, SARS e H1N1, e agora veio o coronavírus, sem contar os males provocados pela proliferação de dengue, Zika e Chikungunya. Perceba, meu prezado leitor! De 2000 a 2020 são apenas 20 anos. Continuando com a perversidade que está estampada nos telejornais, o que podemos esperar para os anos 2025, 2026?
É muito, muito sério o que estamos enfrentando, e a última coisa que eu faria num momento como esse é ficar calado. Informações de qualidade precisam chegar aos olhos e ouvidos de um número cada vez maior de pessoas! É assim que o processo de elevação de consciência coletiva acontece. Concluo com a frase dita pelo querido Chico Mendes, esse homem maravilhoso que lutou a vida inteira por uma sociedade mais justa e feliz: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/o-que-vai-ser-da-amazonia-em-2020/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que mostra um fragmento do texto destituído da correta concordância verbal.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O que vai ser da Amazônia?
Eu já lidei com o desmatamento. Lembro que, em 2015, acordava na região onde trabalho, meu cabelo tomado pelo cheiro da fumaça, igual quando a gente ia pra noitada na década de 1990 e voltava com o cheiro do cigarro impregnado na roupa! Agora, é a mesma coisa, só que na Amazônia. E o que estava acontecendo não era porque tinha alguém fumando no meu quarto. Era simplesmente porque estava acontecendo o maior churrasco da maior floresta tropical do mundo. Ela estava sendo queimada, e o cheiro da fumaça fedia por todo o meu corpo. O carro ficava coberto de fuligem. Eu tinha que jogar água no vidro pra limpá-lo e, assim, conseguir enxergar. Eu dirigia com o farol alto e o pisca alerta ligado porque não via nada. Então, eu dirigia bem devagar para evitar algum acidente.
Um dos motivos pelos quais as pessoas têm problemas respiratórios é o efeito dessa fumaça demasiadamente tóxica. Em anos de muitas queimadas e desenfreado desmatamento, constata-se um aumento de 200% no atendimento hospitalar de crianças com problemas respiratórios. E criança não vai sozinha em busca de atendimento médico. Ela precisa do pai ou da mãe, que vai parar a sua atividade econômica para levá-la ao hospital.
Um estudo da Fiocruz mostra que, em maio e junho de 2019, o SUS teve um custo extra de 1,5 milhão de reais por conta de problemas respiratórios decorrentes das fumaças da Amazônia. Ou seja, a gente gera um custo extra ao SUS por causa dos problemas respiratórios. Além disso, essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar.
2020 foi um ano muito diferente. A gente tem uma pandemia de um vírus que ataca o sistema respiratório. Então, a gente está juntando um aumento do desmatamento, que significa o aumento de uma fumaça tóxica, com uma pandemia já existente e que também ataca o pulmão. Com certeza, é muito sério o que o Brasil está passando. Porém, isso não se restringe ao nosso país. A devastação da Amazônia pode acarretar desequilíbrios inimagináveis no planeta inteiro... As pesquisas comprovam que, de janeiro a abril de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, houve um aumento de aproximadamente 55% no desmatamento. Em 2019, porém, já havia sido registrado um aumento de mais de 200% das queimadas em relação a 2018. Já pensou? É assustador! Não podemos ficar calados diante desse cenário gritante. A natureza está implorando por clemência da nossa parte. Se não houver forças para frear esses homens devastadores, não demorará tanto tempo e poderá vir algo ainda mais sério do que o coronavírus e que causará a morte de um número ainda maior de pessoas!
Basta que olhemos um pouco pra trás no tempo. Só do início do século até agora já houveram surtos imensos de Ebola, SARS e H1N1, e agora veio o coronavírus, sem contar os males provocados pela proliferação de dengue, Zika e Chikungunya. Perceba, meu prezado leitor! De 2000 a 2020 são apenas 20 anos. Continuando com a perversidade que está estampada nos telejornais, o que podemos esperar para os anos 2025, 2026?
É muito, muito sério o que estamos enfrentando, e a última coisa que eu faria num momento como esse é ficar calado. Informações de qualidade precisam chegar aos olhos e ouvidos de um número cada vez maior de pessoas! É assim que o processo de elevação de consciência coletiva acontece. Concluo com a frase dita pelo querido Chico Mendes, esse homem maravilhoso que lutou a vida inteira por uma sociedade mais justa e feliz: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/o-que-vai-ser-da-amazonia-em-2020/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Quanto à predicação, o verbo da frase “Eu já lidei com o desmatamento” é classificado como:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, em relação à proibição da venda de produtos e serviços.
( ) Armas, munições e explosivos.
( ) Bebidas alcoólicas.
( ) Bilhetes lotéricos e equivalentes.
( ) Fogos de estampido e de artifício, exceto aqueles que pelo seu reduzido potencial sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Depois de muitas idas e vindas, demissões e afins, finalmente o Ministério da Educação (MEC) tem um novo ministro. O quarto ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro é o professor e pastor . Teólogo e advogado, é ex-vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e já fazia parte do governo como membro da Comissão de Ética Pública. (Fonte: vestibular.brasilescola.uol.com.br, em 31/07/2020, atualizado em 03/08/2020).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O que vai ser da Amazônia?
Eu já lidei com o desmatamento. Lembro que, em 2015, acordava na região onde trabalho, meu cabelo tomado pelo cheiro da fumaça, igual quando a gente ia pra noitada na década de 1990 e voltava com o cheiro do cigarro impregnado na roupa! Agora, é a mesma coisa, só que na Amazônia. E o que estava acontecendo não era porque tinha alguém fumando no meu quarto. Era simplesmente porque estava acontecendo o maior churrasco da maior floresta tropical do mundo. Ela estava sendo queimada, e o cheiro da fumaça fedia por todo o meu corpo. O carro ficava coberto de fuligem. Eu tinha que jogar água no vidro pra limpá-lo e, assim, conseguir enxergar. Eu dirigia com o farol alto e o pisca alerta ligado porque não via nada. Então, eu dirigia bem devagar para evitar algum acidente.
Um dos motivos pelos quais as pessoas têm problemas respiratórios é o efeito dessa fumaça demasiadamente tóxica. Em anos de muitas queimadas e desenfreado desmatamento, constata-se um aumento de 200% no atendimento hospitalar de crianças com problemas respiratórios. E criança não vai sozinha em busca de atendimento médico. Ela precisa do pai ou da mãe, que vai parar a sua atividade econômica para levá-la ao hospital.
Um estudo da Fiocruz mostra que, em maio e junho de 2019, o SUS teve um custo extra de 1,5 milhão de reais por conta de problemas respiratórios decorrentes das fumaças da Amazônia. Ou seja, a gente gera um custo extra ao SUS por causa dos problemas respiratórios. Além disso, essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar.
2020 foi um ano muito diferente. A gente tem uma pandemia de um vírus que ataca o sistema respiratório. Então, a gente está juntando um aumento do desmatamento, que significa o aumento de uma fumaça tóxica, com uma pandemia já existente e que também ataca o pulmão. Com certeza, é muito sério o que o Brasil está passando. Porém, isso não se restringe ao nosso país. A devastação da Amazônia pode acarretar desequilíbrios inimagináveis no planeta inteiro... As pesquisas comprovam que, de janeiro a abril de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, houve um aumento de aproximadamente 55% no desmatamento. Em 2019, porém, já havia sido registrado um aumento de mais de 200% das queimadas em relação a 2018. Já pensou? É assustador! Não podemos ficar calados diante desse cenário gritante. A natureza está implorando por clemência da nossa parte. Se não houver forças para frear esses homens devastadores, não demorará tanto tempo e poderá vir algo ainda mais sério do que o coronavírus e que causará a morte de um número ainda maior de pessoas!
Basta que olhemos um pouco pra trás no tempo. Só do início do século até agora já houveram surtos imensos de Ebola, SARS e H1N1, e agora veio o coronavírus, sem contar os males provocados pela proliferação de dengue, Zika e Chikungunya. Perceba, meu prezado leitor! De 2000 a 2020 são apenas 20 anos. Continuando com a perversidade que está estampada nos telejornais, o que podemos esperar para os anos 2025, 2026?
É muito, muito sério o que estamos enfrentando, e a última coisa que eu faria num momento como esse é ficar calado. Informações de qualidade precisam chegar aos olhos e ouvidos de um número cada vez maior de pessoas! É assim que o processo de elevação de consciência coletiva acontece. Concluo com a frase dita pelo querido Chico Mendes, esse homem maravilhoso que lutou a vida inteira por uma sociedade mais justa e feliz: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/o-que-vai-ser-da-amazonia-em-2020/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Em “Essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar”, constata-se o emprego do advérbio “tão” e da conjunção “que”, elementos combinados que, ao introduzirem a primeira oração do excerto, expressam uma:
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De acordo com Moran, um bom professor pode enriquecer materiais prontos com metodologias ativas, tais como:
I. Pesquisa.
II. Integração sala de aula e atividades online.
III. Projetos integradores e jogos.
Quais estão corretas?
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Para Bergmann, não existe um modelo para se inverter uma classe, é preciso adaptar a sala de aula conforme a realidade. Neste modelo de aprendizagem, o professor continua sendo o principal responsável por guiar os estudantes sobre como compreender e aplicar as novas informações, principalmente àquelas recém-adquiridas, necessitando utilizar uma abordagem de interação diferente da utilizada no ensino tradicional. Com base nessa informação, o papel do professor é o de, EXCETO:
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A Educação 3.0 é a que integra pessoas. Será oferecida por meio de uma interação pessoa a pessoa e máquina a pessoa. Em outras palavras: os estudantes irão aprender por intermédio de pessoas e por meio de máquinas. Para Fava, o que modifica é a função do professor. Nesse sentido, analise as seguintes assertivas quanto a essas funções e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O professor terá interação na escolha e organização dos conteúdos.
( ) O professor terá interação na construção de material didático.
( ) O professor terá interação na elaboração e disponibilização de objetos de aprendizagem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Candau afirma que um currículo multicultural coloca aos professores o desafio de encontrar estratégias e recursos didáticos para que os conteúdos advindos de variadas culturas sejam utilizados como veículo para:
I. Introduzir ou exemplificar conceitos relativos a uma ou outra disciplina.
II. Facilitar o aproveitamento dos alunos pertencentes a diferentes grupos sociais; estimular a autoestima de grupos sociais minoritários ou excluídos.
III. Investigar como os referenciais teóricos de sua disciplina implicam na construção de determinados conhecimentos.
Quais estão corretas?
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Candau destaca alguns critérios básicos que são importantes por estarem em conta no desenvolvimento da educação intercultural. Com base nessa informação, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A educação intercultural é sempre histórica e socialmente situada. Nesse sentido, é uma prática social intimamente relacionada com as diferentes dinâmicas presentes numa sociedade. Por isso, as escolas e os programas de formação de educadores(as) deverão estimular a capacidade de compromisso com conteúdos e práticas que promovam a emancipação, a democracia e a transformação da realidade.
II. A importância de articular no nível das políticas educativas, assim como das práticas pedagógicas, o reconhecimento e valorização da diversidade cultural com as questões relativas à igualdade e ao direito humano à educação – que inclui a aprendizagem significativa – de todos(as).
III. A educação intercultural requer um enfoque global capaz de afetar a cultura escolar e a cultura da escola, a todos os atores e a todas as dimensões do processo educativo. Por isso, é importante que os(as) educadores(as) contem com uma fundamentação teórica consistente que os ajude a valorizar, compreender e avaliar os significados que seus educandos constroem socialmente sobre si mesmos e sobre a sociedade, dando-lhes os meios necessários para que possam conhecer a si mesmos e se fortalecer como sujeitos de direito.
IV. A perspectiva intercultural questiona o etnocentrismo que, explícita ou implicitamente, está presente na escola e nas políticas educativas, colocando a questão central de que critério utilizar para selecionar e justificar os conteúdos, no sentido amplo, trabalhados na escola.
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