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Fonte: Nexo Jornal. As maiores chuvas nas capitais brasileiras desde 1990. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/grafico/2020/02/12/As-maiores-chuvas-nas-capitais-brasileiras-desde-1990.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de umdos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.
“Creio na liberdade onipotente, criadora das naçõesrobustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgãocapital, a primeira das suas necessidades; creio que,neste regime, não há poderes soberanos, e soberanoé só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que aprópria soberania popular necessita de limites, e queesses limites vêm a ser as suas Constituições, por elamesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica,em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixouestragar confiando-se ao regime da força; creio que aFederação perecerá, se continuar a não saber acatare elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança,da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, docrédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, aduração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo;creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem abase da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, parao qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riquezapública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa semrestrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progressoe na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível dascapacidades”.
(Trecho com adaptações).
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.
“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”.
(Trecho com adaptações).
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.
“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”.
(Trecho com adaptações).
Nas primeiras orações do texto, afirma o autor:
“creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital”.
Em relação ao termo “dela”, pode-se afirmar que recupera no texto a expressão:
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