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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
Texto Adaptado
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Leia as frases abaixo com atenção e assinale a que apresenta pontuação correta.
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O resultado da operação !$ 1 + { \large 2 \over 3} : { \large 1 \over 3} !$ é:
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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Observe as palavras a seguir.
I- Ira.
II- Contrario.
III- Calculo.
Dependendo do contexto, também são acentuadas as palavras dos itens:
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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A separação das sílabas das palavras no final de cada frase está incorreta em:
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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Em algumas situações a variação de grau pode ser utilizada para indicar ironia ou para expressar algum tipo de afetividade. Assinale a alternativa que expressa sentimento de carinho e afeição.
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Os slides criados no PowerPoint para uma apresentação eletrônica permitem:
1- a inclusão de texto, gráficos, objetos desenhados, formas, assim como clip-art, filmes, sons e arte criados em outros programas.
2- fazer alterações de última hora na sua apresentação além de usar transições de slides, intervalos e animação para controlar o seu ritmo.
3- fazer uma apresentação independente ou em rede com vários computadores para conferências.
4- adicionar itens, como um logotipo de empresa ou a formatação que você deseja que apareça em todos os slides, anotações ou folhetos, fazendo alterações no mestre apropriado.
São itens corretos:
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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A divisão silábica das palavras retiradas do texto está correta na alternativa:
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Identifique a alternativa incorreta sobre os recursos do Word para inserir formatos gráficos em documentos.
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Risco de terremoto no Brasil
“No Brasil não existem fontes capazes de gerar um terremoto maior que 8 pontos na escala de Richter”, explica o especialista Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da UnB.
Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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Escreve-se como “atingir” a palavra da alternativa:
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Essas fontes geralmente surgem em áreas de contato de placas tectônicas, chamadas zonas de subducção quando a borda de uma placa se sobrepõe à borda de outra placa. A mais próxima do Brasil está nos países andinos. “Um superterremoto nos Andes não causaria nenhum tipo de dano”, garante Barros. Foi no Chile que ocorreu o maior terremoto já conhecido, com 9.5 pontos na escala Richter, em 1960. Ou seja, é muito difícil que um superterremoto venha atingir algum estado que não esteja tão próximo, a não ser que seja resultante de um artefato cósmico que atingisse a Terra.
O superterremoto citado pela nobilíssima MUNDO ESTRANHO é uma especulação sobre a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, no Oceano Atlântico. Se o vulcão entrasse em erupção e rachasse a ilha ao meio, poderia gerar um grande tsunami, que alcançaria a costa litorânea brasileira. Caldas Novas, por exemplo, não é praia, logo nada aconteceria em Goiás.
Mas há, sim, terremotos menores que atingem o Brasil. Ocorrem dentro das placas tectônicas, são mais fracos. Os abalos mais preocupantes seriam no norte de Mato Grosso. Mas não configurariam um superterremoto e dificilmente causariam algum dano.
Em 2010, um terremoto de 5 pontos atingiu o Estado. “Mas não causou nenhum dano grave às construções, nem mesmo perto do epicentro. Os efeitos mais graves foram rachaduras em casas e telhas caindo”, lembra Barros.
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Observe as concordâncias abaixo.
I- Ela mesmo confirmou a realização do encontro.
II- Foi muito criticado pelos jornais a reedição da obra.
Assinale a alternativa correta.
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