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Foram encontradas 40 questões.

796876 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Acidentes causados por himenópteros e lepidópteros são provocados respectivamente por:
 

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796588 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Sobre o mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti é correto afirmar, EXCETO:
 

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796419 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A partir da implantação da notificação dos acidentes escorpiônicos no país, em 1988, vem se verificando um aumento significativo no número de casos. Dados do Ministério da Saúde indicam a ocorrência de cerca de 8.000 acidentes/ano, com um coeficiente de incidência de aproximadamente três casos/100.000 habitantes. O maior número de notificações é proveniente dos estados de Minas Gerais e São Paulo, responsáveis por 50% do total. Os acidentes com crianças apresentam maior risco de complicações sistêmicas e óbitos. Com relação aos primeiros socorros nesses casos é correto afirmar:
I- Limpar o local com água e sabão e aplicar compressa morna.
II- Procurar orientação imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS, posto de saúde, hospital de referência).
III- amarrar ou fazer torniquete.
IV- fazer curativos que fechem o local.
Assinale a alternativa correta.
 

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793549 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
Disponível em: http://www.rhportal.com.br
O verbo destacado na frase: “...pois zelava pelo bom estado dos faróis.”, encontra-se no:
 

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790756 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
Disponível em: http://www.rhportal.com.br
Releia os três últimos parágrafos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
  • Muitas pessoas não sabem a importância do trabalho que fazem.
  • É importante haver o diálogo com os trabalhadores, pois apesar de toda a tecnologia o ser humano é indispensável no conjunto de uma empresa.
  • A empresa pode ser comparada com um relógio, pois todos os mecanismos do relógio têm a mesma importância para fazer os ponteiros girarem, portanto independente do cargo que cada um ocupa, a empresa precisa se comprometer, incentivar e valorizar as aptidões de seus colaboradores.
 

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790028 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A dengue é uma doença febril aguda caracterizada, em sua forma clássica, por dores musculares e articulares intensas. Tem como agente um arbovírus com 4 (quatro) sorotipos diferentes. Tem como principal transmissor o mosquito Aedes aegypti de rápida proliferação em ambientes favoráveis como grandes centros e especialmente em épocas quentes e chuvosas do ano. O Brasil tem vivido nos últimos anos epidemias de dengue em alguns Estados e o ministério da saúde tem trabalhado arduamente no combate da doença. Uma das estratégias no combate à dengue é o combate aos criadouros do mosquito transmissor.
O agente de saúde tem um papel fundamental na identificação de focos do mosquito transmissor tendo como obrigação básica: descobrir focos, destruir e evitar a formação de criadouros, impedir a reprodução de focos e orientar a comunidade com ações educativas. Sobre a dengue podemos afirmar que:
I- existem pessoas que não apresentam sintomas, sendo portanto pacientes assintomáticos.
II- após ter sido picado por um mosquito infectado, a pessoa apresenta sintomas da doença depois de um período que pode variar de 03 a 15 dias, sendo em média de 05 a 06 dias.
III- a susceptibilidade aos quatro sorotipos do vírus da dengue é universal. A imunidade é permanente e duradoura para o sorotipo que causou a infecção, ou seja, os infectados, por exemplo, pelo sorotipo 1 são imunes em relação a este para toda a vida, mas podem ser infectados por qualquer um dos outros três sorotipos, e nesta situação o risco de dengue hemorrágico aumenta.
IV- os sintomas incluem início súbito com febre intensa, dor de cabeça, dores fortes nos olhos, na musculatura e nas juntas, podendo surgir erupções na pele. As formas mais graves da doença são as formas hemorrágicas que acometem pele, tecidos subcutâneos e trato intestinal podendo levar ao choque e ao óbito.
Assinale a alternativa correta.
 

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789892 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Um grupo é composto por 150 pessoas, e todas elas falam, pelo menos, o inglês ou o francês, apenas. Sabendo-se que exatamente 20 delas falam as duas línguas e que 92 delas falam o inglês, a diferença entre o número de pessoas que falam apenas o francês e o número de pessoas que falam apenas o inglês, nessa ordem, é:
 

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776406 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
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Em todas as alternativas temos pares de palavras antônimas, EXCETO em:
 

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758103 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A raiva é uma doença infecciosa aguda caracterizada por um quadro neurológico que evolui para óbito em poucos dias. Apresenta dois ciclos básicos de transmissão: o urbano, cujos principais reservatórios são os cães e gatos, e o silvestre, que ocorre principalmente entre morcegos, macacos e raposas. Sobre essa doença podemos afirmar que:
 

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751201 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
Disponível em: http://www.rhportal.com.br
Após a leitura do texto, leia as afirmativas abaixo.
Na empresa onde trabalhava, o narrador personagem:
I- observou que um funcionário examinava um orifício em uma chapa.
II- perguntou ao funcionário por que fazia e para que servia aquele trabalho.
III- percebeu que o funcionário não sabia a importância do seu trabalho.
IV- levou o funcionário até a montagem final para que soubesse a finalidade do seu trabalho.
V- notou que o funcionário mudara depois que ficou sabendo da utilidade daquele simples furo.
Estão corretos:
 

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