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Foram encontradas 40 questões.

804508 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A falta de saneamento básico e cuidados precários com a higiene nas casas podem levar ao aumento da população de roedores nas cidades. São orientações que devemos passar à população para evitar a proliferação desses animais, EXCETO:
 

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804478 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Uma tarefa completa é realizada em 4 horas e meia. Supondo-se constante a relação entre a realização de frações dessa tarefa e o tempo necessário para realizá-las, para realizar 60% dessa tarefa serão necessárias, no mínimo:
 

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803808 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Em epidemiologia, podemos considerar casos de doenças quando uma pessoa ou animal é considerado infectado ou doente, apresentando características clínicas, laboratoriais e/ou epidemiológicas específicas. Podemos classificar um caso como Autóctone quando:
I- caso contraído pelo enfermo na zona de sua residência.
II- caso contraído fora da zona onde se fez o diagnóstico. O emprego dessa expressão dá a idéia de que é possível situar, com certeza, a origem da infecção numa zona conhecida.
III- pessoa cuja história clínica, sintomas e possível exposição a uma fonte de infecção sugerem que possa estar ou vir a desenvolver alguma doença infecciosa.
Assinale a alternativa correta.
 

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803058 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
Disponível em: http://www.rhportal.com.br
Usando a, à, as, às, assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços da frase abaixo.
O Agente de Saúde ensina ___ pessoas ____ ficarem atentas ___ sua saúde.
 

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797729 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Maria toma um remédio de 4 em 4 horas e João toma um remédio de 6 em 6 horas. Segunda-feira passada, exatamente às 14 horas, ambos tomaram seus remédios. Sabendo-se que eles tomaram corretamente seus remédios nos dois dias subsequentes, a vez imediatamente seguinte em que ambos tomaram seus remédios, no mesmo dia e horário, foi às:
 

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797599 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O preço promocional de um produto, com desconto de 20% sobre o preço normal da etiqueta, é R$ 24,00. Aplicando-se um aumento de 10% no preço normal da etiqueta desse produto, o novo preço do produto será:
 

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797557 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Epidemiologia “é a ciência que estuda a distribuição e os determinantes dos problemas de saúde (fenômenos e processos associados) em populações”. A investigação epidemiológica de campo constitui-se em uma das mais importantes práticas de saúde pública, e um dos mais interessantes desafios que um epidemiologista pode enfrentar no dia a dia de um serviço de saúde. Podemos classificar como surto de uma determinada doença quando os casos:
 

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797205 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Alta performance
Há muitos anos trabalhei em uma empresa automobilística. Percorria os vários setores, para conhecer de perto o que fazia cada inspetor de qualidade, quando vi um operário examinando uma chapa que tinha um pequeno furo redondo. Cheguei perto dele e perguntei-lhe qual era seu trabalho:
"Controlo esse buraco", disse ele.
Perguntei para que aquele controle, e ele respondeu: "Não pode ter nenhuma rebarba no corte".
"E para que serve?", completei a pergunta.
Ele disse que não sabia, e saí dali imaginando a frustração daquele profissional quando, em casa, seu filho perguntasse:
"O que o senhor faz no seu trabalho, papai?"
"Controlo um buraco." Era só o que ele teria a dizer.
No dia seguinte, convidei aquele operário para visitar a montagem final, que ficava em outra parte da fábrica. Achei que assim ele poderia ver o motivo daquele buraco. Ele então ficou sabendo que por aquele orifício passava a fiação do farol e que, se houvesse alguma rebarba na chapa, isso provocaria focos de ferrugem que poderiam interferir, a médio prazo, no funcionamento da luz do veículo.
A expressão dele ficou diferente a partir daquele dia. Aquele homem não controlava um simples buraco: seu trabalho era importante para a segurança do automóvel, pois zelava pelo bom estado dos faróis.
Assim acontece com muita gente, que trabalha anos a fio sem saber a real importância do trabalho. À medida que evoluem os processos tecnológicos, torna-se ainda mais importante a atenção das empresas para situações simples como esta. É necessário criar mecanismos para que as pessoas possam sentir como é importante o trabalho que cada um desempenha, desde as tarefas rudimentares até as mais complexas.
Isso não se resolve com palavras bonitas nem com medidas paternalistas, e não é uma questão de ser "bonzinho" com os empregados. Trata-se simplesmente de reconhecer a importância do capital humano para a organização. Esse reconhecimento é consequência de uma mudança histórica: a força dos músculos vai sendo progressivamente substituída pela inteligência, no processo de criação de riqueza. E mesmo nos trabalhos braçais ocorre a valorização da mente, da criatividade e do know-how, já que a tecnologia absorve as tarefas mais pesadas ou repetitivas, mas o cuidado humano continua imprescindível.
Ao invés de ideias prontas, o que mais as empresas precisam promover é o comprometimento e incentivar a criatividade dos seus integrantes, e isso passa pela valorização do talento de cada um. O conhecimento técnico, por melhor que seja, será incompleto se não tiver a participação do pessoal que põe as mãos na massa. Geralmente, aquele que executa o trabalho é quem mais sabe sobre ele, e percebe melhor do que ninguém a melhor maneira de aprimorá-lo.
Texto adaptado
Prof. Gretz
Disponível em: http://www.rhportal.com.br
Assinale a alternativa em que as palavras, retiradas do texto, NÃO são acentuadas pela mesma regra de acentuação.
 

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797130 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Quando ocorre a contaminação ambiental de solo, alguns cuidados devem ser tomados para evitar o contato das pessoas com as substâncias contaminantes. As autoridades sanitárias devem estar atentas a esse tipo de contaminação ambiental que pode levar a diversos problemas de saúde na população exposta. São vias de exposição e suas características:
I- Exposição via oral ou digestiva: quando existe a possibilidade de que os contaminantes entrem na cadeia de alimentação. Devem ser consideradas todas as fontes de alimentação. Um bom exemplo é a falta de limpeza de alimentos que possam ter resíduos de solo contaminado, cenouras, beterrabas, verduras de maneira que o contaminante, através do alimento, chega até o organismo humano. Outra forma do contaminante atingir o organismo humano via oral é através de ingestão de água contaminada proveniente de poço ou cisterna contaminado. Outra maneira indireta de contaminação via oral é através de ingestão de derivados do leite ou carne nos quais o animal ingeriu alimento contaminado, por exemplo, uma pastagem que está sobre solo contaminado em que o gado ingere pasto com resíduos químicos tóxicos.
II- Exposição via respiratória ou inalatória: quando existe a possibilidade de que os contaminantes entrem no organismo humano através da respiração. Um exemplo é através da evaporação de contaminante presente no solo ou evaporação de contaminante presente em lagoas de disposição de produtos químicos, também conhecidas como lagoa de decantação. Os produtos químicos que tenham ponto de fulgor, ou seja, temperatura de evaporação a temperatura ambiente também representam um risco à saúde humana. Esses produtos podem estar a céu aberto ou em tambores ou mesmo podem ser provenientes de processos industrializados ou não.
III- Exposição via dérmica ou cutânea: quando existe a possibilidade de que os contaminantes entrem em contato com a pele. Há varias maneiras desse tipo de exposição ocorrer, por exemplo, ao manusear terra em lavouras ou hortas, durante as atividades de recreação com água contaminada ou durante o processo de limpeza de alimentos com água contaminada bem como durante o processo de limpeza de piso, solo ou outros materiais.
 

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797102 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A tabela a seguir apresenta informações sobre os candidatos de um determinado concurso público, restrito a pessoas de 18 a 50 anos de idade.
Homem Mulher
Idade de 18 a 30 anos 1.300 2.700
Idade de 31 a 50 anos 1.200 800
Com base nas informações da tabela acima, avalie as afirmações I e II.
I- Mais da metade das pessoas com idade de 18 a 30 anos é mulher.
II- Mais da metade das pessoas é mulher com idade de 18 a 30 anos.
As afirmações I e II são, respectivamente:
 

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