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3527087 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

Texto

Nova York vai internar à força pessoas desabrigadas com transtornos mentais

Nova York no mês de dezembro se torna a metrópole mais enfeitada dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (30), a cerimônia anual de inauguração da árvore de Natal do Rockefeller Center, no centro de Manhattan, marca uma tradição que começou há quase um século, distante do atual espetáculo suntuoso com shows de estrelas pop.

A primeira árvore foi acesa no canteiro de obras da construção do Rockefeller Center, em 1931, com o país mergulhado na Grande Depressão, por operários italianos que decoraram um pinheiro modesto com frutas, tiras de papel e latas vazias.

Nas linhas de metrô sob o palco do show desta semana começa uma controversa operação policial entre os nova-iorquinos para quem a depressão é presente. O prefeito Eric Adams anunciou que policiais poderão levar à força para hospitais pessoas em situação de rua que aparentem, em sua avaliação, ter transtornos mentais.

A decisão é uma evidente reação a crimes cometidos por agressores diagnosticados com algum quadro do tipo. Um desses, qualificado como aleatório e que é raro, mas assustador, ocorre quando passageiros são empurrados nos trilhos do metrô – só este ano, pelo menos 25 casos foram registrados, com duas mortes de atingidos por trens.

O número de pessoas apreendidas em Nova York com histórico de transtornos mentais subiu nos últimos cinco anos, e hoje elas representam um quarto dos presos na cidade. São duas crises sociais que se alimentam – a da saúde mental, agravada pela pandemia, e da vasta população em situação de rua em grandes cidades americanas.

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

A Suprema Corte firmou jurisprudência sobre a internação forçada por transtornos mentais na década de 1970, que considerou um cerceamento massivo da liberdade.

Mas o prefeito Adams não mencionou crimes ao anunciar as novas medidas de recolhimento involuntário. Num rebuscado discurso na terça (29), ele alçou voos retóricos para descrever as medidas como parte de uma iniciativa humanitária. Também não explicou como vai cumprir a ambiciosa meta de encontrar leitos psiquiátricos numa cidade que os reduziu pela metade durante a pandemia.

Atualmente a lei determina que um morador em situação de rua levado a um hospital seja avaliado em até 72 horas e, como o leito psiquiátrico é uma das menores fontes de receita no sistema de saúde mais caro do mundo, não é coincidência que esses pacientes sejam rapidamente devolvidos ao relento.

Chamou a atenção como Adams ampliou o cenário que constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas. A percepção dos críticos é de que o ex-policial, eleito numa plataforma excessivamente focada em crime, age como se fizesse uma faxina, não um gesto de compaixão, e analistas locais especulam que ações judiciais podem contestar com sucesso a ordem do prefeito.

Pessoas com doenças mentais moram nas ruas em parte porque não existe investimento suficiente em saúde pública – e porque Nova York tem o metro quadrado mais caro do continente. Se fossem ameaçados de internação forçada, quem sabe políticos trabalhassem por uma solução.

(Lúcia Guimarães. É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/11/nova-york-vai-internar-a-forca-pessoas-desabrigadas-com-transtornos-mentais.shtml)

São duas crises sociais que se alimentam...

A posição do pronome no segmento acima se justifica porque

 

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3527086 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

Texto

Nova York vai internar à força pessoas desabrigadas com transtornos mentais

Nova York no mês de dezembro se torna a metrópole mais enfeitada dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (30), a cerimônia anual de inauguração da árvore de Natal do Rockefeller Center, no centro de Manhattan, marca uma tradição que começou há quase um [A] século, distante do atual espetáculo suntuoso com shows de estrelas pop.

A primeira árvore foi acesa no canteiro de obras da construção do Rockefeller Center, em 1931, com o país mergulhado na Grande Depressão, por operários italianos que decoraram um [B] pinheiro modesto com frutas, tiras de papel e latas vazias.

Nas linhas de metrô sob o palco do show desta semana começa uma controversa operação policial entre os nova-iorquinos para quem a depressão é presente. O prefeito Eric Adams anunciou que policiais poderão levar à força para hospitais pessoas em situação de rua que aparentem, em sua avaliação, ter transtornos mentais.

A decisão é uma evidente reação a crimes cometidos por agressores diagnosticados com algum quadro do tipo. Um desses, qualificado como aleatório e que é raro, mas assustador, ocorre quando passageiros são empurrados nos trilhos do metrô – só este ano, pelo menos 25 casos foram registrados, com duas mortes de atingidos por trens.

O número de pessoas apreendidas em Nova York com histórico de transtornos mentais subiu nos últimos cinco anos, e hoje elas representam um quarto dos presos na cidade. São duas crises sociais que se alimentam – a da saúde mental, agravada pela pandemia, e da vasta população em situação de rua em grandes cidades americanas.

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

A Suprema Corte firmou jurisprudência sobre a internação forçada por transtornos mentais na década de 1970, que considerou um cerceamento massivo da liberdade.

Mas o prefeito Adams não mencionou crimes ao anunciar as novas medidas de recolhimento involuntário. Num rebuscado discurso na terça (29), ele alçou voos retóricos para descrever as medidas como parte de uma iniciativa humanitária. Também não explicou como vai cumprir a ambiciosa meta de encontrar leitos psiquiátricos numa cidade que os reduziu pela metade durante a pandemia.

Atualmente a lei determina que um [C] morador em situação de rua levado a um hospital seja avaliado em até 72 horas e, como o leito psiquiátrico é uma das menores fontes de receita no sistema de saúde mais caro do mundo, não é coincidência que esses pacientes sejam rapidamente devolvidos ao relento.

Chamou a atenção como Adams ampliou o cenário que constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas. A percepção dos críticos é de que o ex-policial, eleito numa plataforma excessivamente focada em crime, age como se fizesse uma [D] faxina, não um [E] gesto de compaixão, e analistas locais especulam que ações judiciais podem contestar com sucesso a ordem do prefeito.

Pessoas com doenças mentais moram nas ruas em parte porque não existe investimento suficiente em saúde pública – e porque Nova York tem o metro quadrado mais caro do continente. Se fossem ameaçados de internação forçada, quem sabe políticos trabalhassem por uma solução.

(Lúcia Guimarães. É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/11/nova-york-vai-internar-a-forca-pessoas-desabrigadas-com-transtornos-mentais.shtml)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada seja classificada como numeral.

 

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3527085 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

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Nova York vai internar à força pessoas desabrigadas com transtornos mentais

Nova York no mês de dezembro se torna a metrópole mais enfeitada dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (30), a cerimônia anual de inauguração da árvore de Natal do Rockefeller Center, no centro de Manhattan, marca uma tradição que começou há quase um século, distante do atual espetáculo suntuoso com shows de estrelas pop.

A primeira árvore foi acesa no canteiro de obras da construção do Rockefeller Center, em 1931, com o país mergulhado na Grande Depressão, por operários italianos que decoraram um pinheiro modesto com frutas, tiras de papel e latas vazias.

Nas linhas de metrô sob o palco do show desta semana começa uma controversa operação policial entre os nova-iorquinos para quem a depressão é presente. O prefeito Eric Adams anunciou que policiais poderão levar à força para hospitais pessoas em situação de rua que aparentem, em sua avaliação, ter transtornos mentais.

A decisão é uma evidente reação a crimes cometidos por agressores diagnosticados com algum quadro do tipo. Um desses, qualificado como aleatório e que é raro, mas assustador, ocorre quando passageiros são empurrados nos trilhos do metrô – só este ano, pelo menos 25 casos foram registrados, com duas mortes de atingidos por trens.

O número de pessoas apreendidas em Nova York com histórico de transtornos mentais subiu nos últimos cinco anos, e hoje elas representam um quarto dos presos na cidade. São duas crises sociais que se alimentam – a da saúde mental, agravada pela pandemia, e da vasta população em situação de rua em grandes cidades americanas.

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

A Suprema Corte firmou jurisprudência sobre a internação forçada por transtornos mentais na década de 1970, que considerou um cerceamento massivo da liberdade.

Mas o prefeito Adams não mencionou crimes ao anunciar as novas medidas de recolhimento involuntário. Num rebuscado discurso na terça (29), ele alçou voos retóricos para descrever as medidas como parte de uma iniciativa humanitária. Também não explicou como vai cumprir a ambiciosa meta de encontrar leitos psiquiátricos numa cidade que os reduziu pela metade durante a pandemia.

Atualmente a lei determina que um morador em situação de rua levado a um hospital seja avaliado em até 72 horas e, como o leito psiquiátrico é uma das menores fontes de receita no sistema de saúde mais caro do mundo, não é coincidência que esses pacientes sejam rapidamente devolvidos ao relento.

Chamou a atenção como Adams ampliou o cenário que constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas. A percepção dos críticos é de que o ex-policial, eleito numa plataforma excessivamente focada em crime, age como se fizesse uma faxina, não um gesto de compaixão, e analistas locais especulam que ações judiciais podem contestar com sucesso a ordem do prefeito.

Pessoas com doenças mentais moram nas ruas em parte porque não existe investimento suficiente em saúde pública – e porque Nova York tem o metro quadrado mais caro do continente. Se fossem ameaçados de internação forçada, quem sabe políticos trabalhassem por uma solução.

(Lúcia Guimarães. É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/11/nova-york-vai-internar-a-forca-pessoas-desabrigadas-com-transtornos-mentais.shtml)

No décimo parágrafo, faxina constitui exemplo de

 

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3527084 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

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Nova York vai internar à força pessoas desabrigadas com transtornos mentais

Nova York no mês de dezembro se torna a metrópole mais enfeitada dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (30), a cerimônia anual de inauguração da árvore de Natal do Rockefeller Center, no centro de Manhattan, marca uma tradição que começou há quase um século, distante do atual espetáculo suntuoso com shows de estrelas pop.

A primeira árvore foi acesa no canteiro de obras da construção do Rockefeller Center, em 1931, com o país mergulhado na Grande Depressão, por operários italianos que decoraram um pinheiro modesto com frutas, tiras de papel e latas vazias.

Nas linhas de metrô sob o palco do show desta semana começa uma controversa operação policial entre os nova-iorquinos para quem a depressão é presente. O prefeito Eric Adams anunciou que policiais poderão levar à força para hospitais pessoas em situação de rua que aparentem, em sua avaliação, ter transtornos mentais.

A decisão é uma evidente reação a crimes cometidos por agressores diagnosticados com algum quadro do tipo. Um desses, qualificado como aleatório e que é raro, mas assustador, ocorre quando passageiros são empurrados nos trilhos do metrô – só este ano, pelo menos 25 casos foram registrados, com duas mortes de atingidos por trens.

O número de pessoas apreendidas em Nova York com histórico de transtornos mentais subiu nos últimos cinco anos, e hoje elas representam um quarto dos presos na cidade. São duas crises sociais que se alimentam – a da saúde mental, agravada pela pandemia, e da vasta população em situação de rua em grandes cidades americanas.

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

A Suprema Corte firmou jurisprudência sobre a internação forçada por transtornos mentais na década de 1970, que considerou um cerceamento massivo da liberdade.

Mas o prefeito Adams não mencionou crimes ao anunciar as novas medidas de recolhimento involuntário. Num rebuscado discurso na terça (29), ele alçou voos retóricos para descrever as medidas como parte de uma iniciativa humanitária. Também não explicou como vai cumprir a ambiciosa meta de encontrar leitos psiquiátricos numa cidade que os reduziu pela metade durante a pandemia.

Atualmente a lei determina que um morador em situação de rua levado a um hospital seja avaliado em até 72 horas e, como o leito psiquiátrico é uma das menores fontes de receita no sistema de saúde mais caro do mundo, não é coincidência que esses pacientes sejam rapidamente devolvidos ao relento.

Chamou a atenção como Adams ampliou o cenário que constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas. A percepção dos críticos é de que o ex-policial, eleito numa plataforma excessivamente focada em crime, age como se fizesse uma faxina, não um gesto de compaixão, e analistas locais especulam que ações judiciais podem contestar com sucesso a ordem do prefeito.

Pessoas com doenças mentais moram nas ruas em parte porque não existe investimento suficiente em saúde pública – e porque Nova York tem o metro quadrado mais caro do continente. Se fossem ameaçados de internação forçada, quem sabe políticos trabalhassem por uma solução.

(Lúcia Guimarães. É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/11/nova-york-vai-internar-a-forca-pessoas-desabrigadas-com-transtornos-mentais.shtml)

Chamou a atenção como (1) Adams ampliou o cenário que (2) constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas.

No período acima, os termos indicados por (1) e (2) classificam-se como

 

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3527083 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

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Nova York vai internar à força pessoas desabrigadas com transtornos mentais

Nova York no mês de dezembro se torna a metrópole mais enfeitada dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (30), a cerimônia anual de inauguração da árvore de Natal do Rockefeller Center, no centro de Manhattan, marca uma tradição que começou há quase um século, distante do atual espetáculo suntuoso com shows de estrelas pop.

A primeira árvore foi acesa no canteiro de obras da construção do Rockefeller Center, em 1931, com o país mergulhado na Grande Depressão, por operários italianos que decoraram um pinheiro modesto com frutas, tiras de papel e latas vazias.

Nas linhas de metrô sob o palco do show desta semana começa uma controversa operação policial entre os nova-iorquinos para quem a depressão é presente. O prefeito Eric Adams anunciou que policiais poderão levar à força para hospitais pessoas em situação de rua que aparentem, em sua avaliação, ter transtornos mentais.

A decisão é uma evidente reação a crimes cometidos por agressores diagnosticados com algum quadro do tipo. Um desses, qualificado como aleatório e que é raro, mas assustador, ocorre quando passageiros são empurrados nos trilhos do metrô – só este ano, pelo menos 25 casos foram registrados, com duas mortes de atingidos por trens.

O número de pessoas apreendidas em Nova York com histórico de transtornos mentais subiu nos últimos cinco anos, e hoje elas representam um quarto dos presos na cidade. São duas crises sociais que se alimentam – a da saúde mental, agravada pela pandemia, e da vasta população em situação de rua em grandes cidades americanas.

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

A Suprema Corte firmou jurisprudência sobre a internação forçada por transtornos mentais na década de 1970, que considerou um cerceamento massivo da liberdade.

Mas o prefeito Adams não mencionou crimes ao anunciar as novas medidas de recolhimento involuntário. Num rebuscado discurso na terça (29), ele alçou voos retóricos para descrever as medidas como parte de uma iniciativa humanitária. Também não explicou como vai cumprir a ambiciosa meta de encontrar leitos psiquiátricos numa cidade que os reduziu pela metade durante a pandemia.

Atualmente a lei determina que um morador em situação de rua levado a um hospital seja avaliado em até 72 horas e, como o leito psiquiátrico é uma das menores fontes de receita no sistema de saúde mais caro do mundo, não é coincidência que esses pacientes sejam rapidamente devolvidos ao relento.

Chamou a atenção como Adams ampliou o cenário que constituiria risco de violência por parte dos desabrigados, usando exemplos como gente que fala sozinha nas ruas. A percepção dos críticos é de que o ex-policial, eleito numa plataforma excessivamente focada em crime, age como se fizesse uma faxina, não um gesto de compaixão, e analistas locais especulam que ações judiciais podem contestar com sucesso a ordem do prefeito.

Pessoas com doenças mentais moram nas ruas em parte porque não existe investimento suficiente em saúde pública – e porque Nova York tem o metro quadrado mais caro do continente. Se fossem ameaçados de internação forçada, quem sabe políticos trabalhassem por uma solução.

(Lúcia Guimarães. É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/11/nova-york-vai-internar-a-forca-pessoas-desabrigadas-com-transtornos-mentais.shtml)

Estima-se que 3.400 pessoas vivam nas ruas de Nova York – uma fração da população de mais de 70 mil sem-teto em abrigos –, muitas das quais passam mais tempo nas estações e trens quando a temperatura esfria, a partir de outubro; é quando aumentam os incidentes relatados por passageiros.

O termo sublinhado no período acima exerce função sintática de

 

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3527017 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

No que se relaciona ao browser Firefox Mozilla em português BR – 32/64bits, dois recursos são caracterizados a seguir:

I. A execução de um atalho de teclado possibilita adicionar a página atual à barra de Favoritos.

II. A execução de uma tecla de função possibilita o acesso às homepages dos sites, na modalidade tela cheia.

O atalho de teclado em I e a tecla de função em II são, respectivamente,

 

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3527016 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

No uso das funcionalidades do Powerpoint 2016 BR, dois recursos são destacados a seguir:

I. A execução de uma tecla de função possibilita a exibição da apresentação a partir do começo, ou seja, do primeiro slide da apresentação.

II. A figura abaixo mostra diversos ícones, localizados na Faixa de Opções, quando se aciona uma guia da Barra de Menus. Esses ícones predefinidos podem ser empregados na edição da apresentação de slides.

Enunciado 3620620-1

A tecla de função em I e a guia em II são, respectivamente,

 

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3527015 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

Na digitação de um texto no Word 2016 BR, é possível empregar um recurso que tem por finalidade adicionar um toque artístico ao documento usando uma caixa de texto, como exemplificado na figura a seguir:

Enunciado 3620619-1

Esse recurso é conhecido por

 

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3527014 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

Ao usar os recursos do Word 2016 BR, enquanto um ícone tem por significado aplicar sobrescrito, outro deve ser utilizado para aumentar o tamanho da fonte.

Esses ícones estão indicados, respectivamente, na seguinte alternativa de resposta:

 

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3527013 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Braúna-SP

No uso dos recursos do Windows 10 BR em um notebook, existem diversos ícones na área de notificação do sistema, situada no canto inferior da tela do monitor de vídeo, cada um com uma função específica. Um desses ícones está relacionado ao status da conexão wifi à internet, enquanto outro tem por significado remover hardware e ejetar mídia com segurança.

Esses dois ícones estão indicados, respectivamente, na seguinte opção:

 

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