Foram encontradas 35 questões.
Leia as proposições a seguir
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- Henrique é gordo (Proposição verdadeira)
- Ângela é magra (Proposição falsa)
- Mário é obeso (Proposição verdadeira)
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Considere o valor lógico do resultado da operação nas seguintes afirmações:
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I – Henrique é gordo e Mário é obeso;
II – Henrique é gordo ou Ângela é magra;
III – Mário é obeso e Ângela não é magra.
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Assinale a opção correta de acordo com o valor lógico das operações.
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Analise as afirmações a seguir:
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I) −1 e 1 são números opostos;
II) |−2| + 2 é igual a zero ou seis;
III) A distância na reta real de −5 a 0 é menor que de 5 a 0;
IV) A soma de \( a \) + \( b \), com \( a \), \( b \) ∈ ℤ\( _-^{^∗} \) é um número negativo.
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Estão corretas as afirmações:
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Marque a alternativa correta, considerando as regras de concordância verbal.
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Leia a tirinha e responda as questões de 6 a 8.
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No trecho “Nossa! Ele fala tudo errado!”, o termo NOSSA! é:
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Leia a tirinha e responda as questões de 6 a 8.
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A linguagem usada pelo homem e pelo papagaio possui características
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a tirinha e responda as questões de 6 a 8.
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Percebe-se que o papagaio fala tudo errado, pois
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Leia o texto a seguir e responda as questões de 1 a 5.
Cachorros!
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Luís Fernando Veríssimo
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Paris é tão bonita que você anda na rua olhando para todos os lados menos para onde pisa. Os cachorros de Paris vão a toda parte com seus donos, comem nos mesmos restaurantes, participam ativamente da sua vida social, frequentam vernissages e palestras, mas o convívio civilizado não afetou seus hábitos de higiene, que continuam iguais aos de cachorros de todo o mundo.
Há, provavelmente, mais cachorros por habitantes em Paris do que em qualquer grande cidade do mundo. O resultado desta combinação de fatores é que seu deslumbramento com Paris é constantemente interrompido pela sensação deslizante de ter pisado numa das características menos atraentes, e mais comuns, das suas calçadas. Você está admirando a fachada de uma igreja antiga e - iush - passa, em segundos, do barroco ao rococô.
[...]
Quando vejo um cachorro na rua tento adivinhar, pelo tamanho ou a sua cara, que peças no caminho eram da sua autoria. Elas rivalizam, na variedade de dimensões e configurações, com os doces expostos nas vitrines das "patisseries". Imagino que cada cachorro tenha, por assim dizer, a sua assinatura, o seu estilo de sujar as calçadas, e noto em muitas das suas obras aquela arrogância no acabamento de quem desdenha a crítica e não teme a retribuição. Preciso me controlar para não gritar "Salaud!" na cara deles. E sair correndo antes que o dono me pegue, claro.
Em “Você está admirando a fachada de uma igreja antiga e - iush - passa, em segundos, do barroco ao rococó”. As orações são separadas pelo conectivo “E” e são classificadas como:
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Leia o texto a seguir e responda as questões de 1 a 5.
Cachorros!
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Luís Fernando Veríssimo
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Paris é tão bonita que você anda na rua olhando para todos os lados menos para onde pisa. Os cachorros de Paris vão a toda parte com seus donos, comem nos mesmos restaurantes, participam ativamente da sua vida social, frequentam vernissages e palestras, mas o convívio civilizado não afetou seus hábitos de higiene, que continuam iguais aos de cachorros de todo o mundo.
Há, provavelmente, mais cachorros por habitantes em Paris do que em qualquer grande cidade do mundo. O resultado desta combinação de fatores é que seu deslumbramento com Paris é constantemente interrompido pela sensação deslizante de ter pisado numa das características menos atraentes, e mais comuns, das suas calçadas. Você está admirando a fachada de uma igreja antiga e - iush - passa, em segundos, do barroco ao rococô.
[...]
Quando vejo um cachorro na rua tento adivinhar, pelo tamanho ou a sua cara, que peças no caminho eram da sua autoria. Elas rivalizam, na variedade de dimensões e configurações, com os doces expostos nas vitrines das "patisseries". Imagino que cada cachorro tenha, por assim dizer, a sua assinatura, o seu estilo de sujar as calçadas, e noto em muitas das suas obras aquela arrogância no acabamento de quem desdenha a crítica e não teme a retribuição. Preciso me controlar para não gritar "Salaud!" na cara deles. E sair correndo antes que o dono me pegue, claro.
No trecho “Preciso me controlar para não gritar "Salaud!" na cara deles, qual é o sujeito oculto da oração?
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Leia o texto a seguir e responda as questões de 1 a 5.
Cachorros!
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Luís Fernando Veríssimo
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Paris é tão bonita que você anda na rua olhando para todos os lados menos para onde pisa. Os cachorros de Paris vão a toda parte com seus donos, comem nos mesmos restaurantes, participam ativamente da sua vida social, frequentam vernissages e palestras, mas o convívio civilizado não afetou seus hábitos de higiene, que continuam iguais aos de cachorros de todo o mundo.
Há, provavelmente, mais cachorros por habitantes em Paris do que em qualquer grande cidade do mundo. O resultado desta combinação de fatores é que seu deslumbramento com Paris é constantemente interrompido pela sensação deslizante de ter pisado numa das características menos atraentes, e mais comuns, das suas calçadas. Você está admirando a fachada de uma igreja antiga e - iush - passa, em segundos, do barroco ao rococô.
[...]
Quando vejo um cachorro na rua tento adivinhar, pelo tamanho ou a sua cara, que peças no caminho eram da sua autoria. Elas rivalizam, na variedade de dimensões e configurações, com os doces expostos nas vitrines das "patisseries". Imagino que cada cachorro tenha, por assim dizer, a sua assinatura, o seu estilo de sujar as calçadas, e noto em muitas das suas obras aquela arrogância no acabamento de quem desdenha a crítica e não teme a retribuição. Preciso me controlar para não gritar "Salaud!" na cara deles. E sair correndo antes que o dono me pegue, claro.
Os termos “assinatura”, “estilo”, “obras”, usados no texto estabelecem um paralelo entre os cocôs dos cachorros com:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Leia o texto a seguir e responda as questões de 1 a 5.
Cachorros!
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Luís Fernando Veríssimo
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Paris é tão bonita que você anda na rua olhando para todos os lados menos para onde pisa. Os cachorros de Paris vão a toda parte com seus donos, comem nos mesmos restaurantes, participam ativamente da sua vida social, frequentam vernissages e palestras, mas o convívio civilizado não afetou seus hábitos de higiene, que continuam iguais aos de cachorros de todo o mundo.
Há, provavelmente, mais cachorros por habitantes em Paris do que em qualquer grande cidade do mundo. O resultado desta combinação de fatores é que seu deslumbramento com Paris é constantemente interrompido pela sensação deslizante de ter pisado numa das características menos atraentes, e mais comuns, das suas calçadas. Você está admirando a fachada de uma igreja antiga e - iush - passa, em segundos, do barroco ao rococô.
[...]
Quando vejo um cachorro na rua tento adivinhar, pelo tamanho ou a sua cara, que peças no caminho eram da sua autoria. Elas rivalizam, na variedade de dimensões e configurações, com os doces expostos nas vitrines das "patisseries". Imagino que cada cachorro tenha, por assim dizer, a sua assinatura, o seu estilo de sujar as calçadas, e noto em muitas das suas obras aquela arrogância no acabamento de quem desdenha a crítica e não teme a retribuição. Preciso me controlar para não gritar "Salaud!" na cara deles. E sair correndo antes que o dono me pegue, claro.
Nota-se que no primeiro parágrafo do texto, o autor apresenta o assunto da crônica e logo em seguida faz uma ressalva quanto aos hábitos de higiene dos cachorros. Qual o conectivo é usado para criar oposição entre as ideias sem perder a coesão do texto?
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