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O transtorno fonológico é uma alteração de fala que envolve a
produção inadequada de sons, resultando em trocas, omissões ou adições de fonemas.
Esse tipo de transtorno pode afetar a clareza e a inteligibilidade da fala, podendo impactar a
comunicação de uma criança e, consequentemente, seu desempenho acadêmico e social.
A identificação precoce e o tratamento adequado são fundamentais para garantir o
desenvolvimento da fala de maneira funcional e adequada.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o transtorno fonológico:
Assinale a alternativa CORRETA sobre o transtorno fonológico:
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A linguística aplicada à Fonoaudiologia estuda como os aspectos
da linguagem, incluindo fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, influenciam a
comunicação e o desenvolvimento da linguagem. O fonoaudiólogo utiliza conhecimentos
linguísticos para avaliar, diagnosticar e intervir em transtornos da comunicação, tanto na
linguagem oral quanto na escrita.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a aplicação da linguística na Fonoaudiologia:
Assinale a alternativa CORRETA sobre a aplicação da linguística na Fonoaudiologia:
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A linguagem escrita é uma das habilidades mais complexas adquiridas pelo ser humano,
envolvendo diversos processos cognitivos e neurológicos. A Fonoaudiologia desempenha
um papel importante na avaliação e intervenção de dificuldades na escrita, especialmente
quando essas dificuldades estão relacionadas a distúrbios no desenvolvimento da
linguagem.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a linguagem escrita e sua relação com a Fonoaudiologia:
Assinale a alternativa CORRETA sobre a linguagem escrita e sua relação com a Fonoaudiologia:
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A disfonia orgânico-funcional é caracterizada por alterações na voz causadas por uma
interação entre fatores orgânicos e funcionais, afetando a mecânica vocal. Esse tipo de
disfonia pode envolver lesões nas estruturas da laringe e também desequilíbrios no
funcionamento da musculatura laríngea, impactando a qualidade da voz.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a disfonia orgânico-funcional:
Assinale a alternativa CORRETA sobre a disfonia orgânico-funcional:
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A disfonia funcional é um distúrbio vocal que não envolve lesões orgânicas nas estruturas
da laringe, sendo geralmente associada ao uso inadequado da voz ou a fatores
psicossociais. O tratamento desse tipo de disfonia envolve a reabilitação vocal, com foco na
prevenção de novos episódios e na melhoria da qualidade vocal.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a disfonia funcional:
Assinale a alternativa CORRETA sobre a disfonia funcional:
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Os distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos,
como paralisia cerebral, lesões cerebrais e outras condições neurológicas, podem afetar as
habilidades comunicativas de crianças desde os seus primeiros anos de vida. Esses
distúrbios são causados por comprometimentos nas áreas do cérebro responsáveis pelo
controle motor da fala, voz e linguagem, impactando a articulação, a fluência e a
compreensão.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos:
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos:
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Joana é uma fonoaudióloga recém-formada e iniciou seu estágio profissional em uma
clínica multiprofissional. Durante o seu estágio, ela foi orientada sobre os principais
aspectos éticos e legais da profissão, como a necessidade de manter o sigilo profissional,
seguir os parâmetros estabelecidos pelo Código de Ética, e a importância de atuar dentro
de suas competências. No entanto, Joana ficou com algumas dúvidas sobre como deve se
comportar em situações que envolvem a ética profissional e a legislação da área.
Com base nesse contexto, qual das alternativas abaixo não está de acordo com a ética e a legislação que regulamentam o exercício da Fonoaudiologia?
Com base nesse contexto, qual das alternativas abaixo não está de acordo com a ética e a legislação que regulamentam o exercício da Fonoaudiologia?
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Laura é uma mãe que está amamentando seu filho, Pedro, que tem 3 meses de vida. Ela
está preocupada com a forma como a amamentação pode impactar o desenvolvimento
orofacial de Pedro. Durante uma consulta com a fonoaudióloga, Laura foi orientada sobre a
importância da amamentação para o desenvolvimento da musculatura orofacial, a estrutura
da boca e a articulação da fala. A fonoaudióloga explicou que a amamentação, além de
fornecer nutrientes, é fundamental para o fortalecimento de músculos que, no futuro,
contribuirão para o processo de articulação da fala.
Com base nesse contexto, qual das alternativas abaixo está correta sobre os benefícios da amamentação para o desenvolvimento orofacial do bebê?
Com base nesse contexto, qual das alternativas abaixo está correta sobre os benefícios da amamentação para o desenvolvimento orofacial do bebê?
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Estudo de Caso:
Criança com TEA e Ausência de Fala
Maria é uma menina de 4 anos de idade que foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica após preocupações iniciais de seus pais e educadores sobre seu desenvolvimento comunicativo. Ela é filha única e vive em um ambiente familiar estável, com bons estímulos sociais e afetivos. Maria tem se mostrado distante nas interações sociais e não apresenta fala até o momento.
● Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da média para sua idade, Maria tem boa coordenação motora e é capaz de realizar atividades cotidianas com apoio, como comer sozinha e brincar de forma independente.
● Histórico familiar: Não há relatos de problemas de fala ou desenvolvimento em outros membros da família. Não há histórico de doenças genéticas ou síndromes. ● Não responde ao seu nome de forma consistente e raramente imita sons ou palavras, mesmo quando estimulada. Além disso, Maria apresenta um padrão de comportamento restrito e repetitivo, como bater as mãos e girar objetos, dificuldades em manter contato visual e em interagir com outras crianças durante atividades em grupo. ● Exame audiológico: Normal.
Quais as estratégias corretas para o tratamento de Maria?
I. Terapia Fonoaudiológica visando trabalhar com Maria exercícios que promovam a comunicação, como o uso de Linguagem de Sinais (Libras) ou Sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
II. Realizar Terapia Comportamental (ABA): A Análise Comportamental será utilizada para reforçar comportamentos comunicativos e promover a imitação de sons e palavras. A terapia incentivará Maria a associar palavras e sons aos seus significados, promovendo uma comunicação funcional, mesmo que inicialmente sem fala. Após 3 meses de terapia ABA, encaminhá-la ao fonoaudiólogo.
III. Além da fonoterapia, fazer encaminhamento para o psicólogo, visando intervenções que incentivem a interação social, como brincadeiras estruturadas com outras crianças. Essas atividades podem ser utilizadas para trabalhar a empatia, o contato visual e as habilidades de turnos na comunicação.
IV. O prognóstico de Maria depende do nível de envolvimento com a intervenção e da resposta ao tratamento. A ausência de fala, comum em crianças com TEA, não é irreversível, mas requer paciência e esforço contínuo. É importante que o tratamento seja ajustado às necessidades específicas de Maria, com avaliações constantes para monitorar seu progresso. A equipe multidisciplinar é imprescindível para traçar um plano terapêutico e ajudar na evolução de Maria.
V. Em caráter de urgência, seria necessário encaminhar a paciente para um exame audiológico mais específico, como o BERA, para que, após esse resultado, possa ser traçado um plano terapêutico.
Criança com TEA e Ausência de Fala
Maria é uma menina de 4 anos de idade que foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica após preocupações iniciais de seus pais e educadores sobre seu desenvolvimento comunicativo. Ela é filha única e vive em um ambiente familiar estável, com bons estímulos sociais e afetivos. Maria tem se mostrado distante nas interações sociais e não apresenta fala até o momento.
● Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da média para sua idade, Maria tem boa coordenação motora e é capaz de realizar atividades cotidianas com apoio, como comer sozinha e brincar de forma independente.
● Histórico familiar: Não há relatos de problemas de fala ou desenvolvimento em outros membros da família. Não há histórico de doenças genéticas ou síndromes. ● Não responde ao seu nome de forma consistente e raramente imita sons ou palavras, mesmo quando estimulada. Além disso, Maria apresenta um padrão de comportamento restrito e repetitivo, como bater as mãos e girar objetos, dificuldades em manter contato visual e em interagir com outras crianças durante atividades em grupo. ● Exame audiológico: Normal.
Quais as estratégias corretas para o tratamento de Maria?
I. Terapia Fonoaudiológica visando trabalhar com Maria exercícios que promovam a comunicação, como o uso de Linguagem de Sinais (Libras) ou Sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
II. Realizar Terapia Comportamental (ABA): A Análise Comportamental será utilizada para reforçar comportamentos comunicativos e promover a imitação de sons e palavras. A terapia incentivará Maria a associar palavras e sons aos seus significados, promovendo uma comunicação funcional, mesmo que inicialmente sem fala. Após 3 meses de terapia ABA, encaminhá-la ao fonoaudiólogo.
III. Além da fonoterapia, fazer encaminhamento para o psicólogo, visando intervenções que incentivem a interação social, como brincadeiras estruturadas com outras crianças. Essas atividades podem ser utilizadas para trabalhar a empatia, o contato visual e as habilidades de turnos na comunicação.
IV. O prognóstico de Maria depende do nível de envolvimento com a intervenção e da resposta ao tratamento. A ausência de fala, comum em crianças com TEA, não é irreversível, mas requer paciência e esforço contínuo. É importante que o tratamento seja ajustado às necessidades específicas de Maria, com avaliações constantes para monitorar seu progresso. A equipe multidisciplinar é imprescindível para traçar um plano terapêutico e ajudar na evolução de Maria.
V. Em caráter de urgência, seria necessário encaminhar a paciente para um exame audiológico mais específico, como o BERA, para que, após esse resultado, possa ser traçado um plano terapêutico.
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Estudo de Caso:
João, mais conhecido como Cebolinha, é um menino de 7 anos de idade, morador de uma grande cidade, estudante do 2º ano do ensino fundamental. Ele é um personagem criado por Mauricio de Sousa, famoso por suas características divertidas e pelo jeito atrapalhado de falar. Embora o Cebolinha seja bem inteligente e tenha uma vida social ativa, ele apresenta uma dificuldade específica na produção de alguns sons da fala, o que é motivo de preocupação para seus pais e professores.
Histórico do paciente:
• Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da normalidade, com bom desempenho escolar e habilidades cognitivas adequadas à sua faixa etária. • Histórico familiar: Não há relatos de distúrbios de fala ou linguagem na família. • Aspectos sociais: João é muito sociável, adora brincar com os amigos, mas tem dificuldades em algumas interações sociais, especialmente quando as outras crianças notam sua maneira de falar. • As trocas fonológicas de João não são resultado de uma deficiência auditiva ou de dificuldades cognitivas, mas sim de um problema específico na organização fonológica da fala, característico de um transtorno fonológico.
O tratamento fonoaudiológico para o caso de João pode incluir:
João, mais conhecido como Cebolinha, é um menino de 7 anos de idade, morador de uma grande cidade, estudante do 2º ano do ensino fundamental. Ele é um personagem criado por Mauricio de Sousa, famoso por suas características divertidas e pelo jeito atrapalhado de falar. Embora o Cebolinha seja bem inteligente e tenha uma vida social ativa, ele apresenta uma dificuldade específica na produção de alguns sons da fala, o que é motivo de preocupação para seus pais e professores.
Histórico do paciente:
• Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da normalidade, com bom desempenho escolar e habilidades cognitivas adequadas à sua faixa etária. • Histórico familiar: Não há relatos de distúrbios de fala ou linguagem na família. • Aspectos sociais: João é muito sociável, adora brincar com os amigos, mas tem dificuldades em algumas interações sociais, especialmente quando as outras crianças notam sua maneira de falar. • As trocas fonológicas de João não são resultado de uma deficiência auditiva ou de dificuldades cognitivas, mas sim de um problema específico na organização fonológica da fala, característico de um transtorno fonológico.
O tratamento fonoaudiológico para o caso de João pode incluir:
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