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3653894
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Qual é a função das aspas duplas empregadas em toda
a extensão do texto abaixo?
Joey Farrell teve insuficiência cardíaca aos 30 anos, e acredita que o uso de esteroides vai reduzir sua vida em 20 anos — mas ele continua usando a substância para ganho de massa muscular "pelo bem de sua carreira". O fisiculturista profissional conhece os riscos para a saúde e os efeitos nocivos a longo prazo e, embora admita que pareça "contraditório", aconselha outras pessoas a não seguirem seu exemplo.
[...]
Joey tomou esteroides pela primeira vez aos 20 anos, depois de entrar no fisiculturismo, e começou a injetá-los um ano depois. Mas, em janeiro do ano passado, ele disse que os médicos ficaram "estupefatos" ao descobrir que ele tinha insuficiência cardíaca, após alguns exames de sangue, já que muitos profissionais de saúde não são especialistas no uso de esteroides. "Os resultados foram muito, muito ruins", explica Joey. "Meus níveis de troponina, que é um marcador de ataque cardíaco, estavam extremamente altos." Após um exame cardíaco de imagem, os médicos o diagnosticaram com miocardiopatia dilatada induzida por esteroides — uma condição que faz com que o coração aumente de tamanho e enfraqueça, dificultando o bombeamento de sangue. "Meu coração estava fraco", ele acrescentou. [...]
BELLI, Emilia. O risco dos esteroides para aumento da massa muscular: 'Tive insuficiência cardíaca aos 30 anos'. BBC Brasil, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2d9d30p3o. Acesso em: 22 fev. 2025. Fragmento.
Joey Farrell teve insuficiência cardíaca aos 30 anos, e acredita que o uso de esteroides vai reduzir sua vida em 20 anos — mas ele continua usando a substância para ganho de massa muscular "pelo bem de sua carreira". O fisiculturista profissional conhece os riscos para a saúde e os efeitos nocivos a longo prazo e, embora admita que pareça "contraditório", aconselha outras pessoas a não seguirem seu exemplo.
[...]
Joey tomou esteroides pela primeira vez aos 20 anos, depois de entrar no fisiculturismo, e começou a injetá-los um ano depois. Mas, em janeiro do ano passado, ele disse que os médicos ficaram "estupefatos" ao descobrir que ele tinha insuficiência cardíaca, após alguns exames de sangue, já que muitos profissionais de saúde não são especialistas no uso de esteroides. "Os resultados foram muito, muito ruins", explica Joey. "Meus níveis de troponina, que é um marcador de ataque cardíaco, estavam extremamente altos." Após um exame cardíaco de imagem, os médicos o diagnosticaram com miocardiopatia dilatada induzida por esteroides — uma condição que faz com que o coração aumente de tamanho e enfraqueça, dificultando o bombeamento de sangue. "Meu coração estava fraco", ele acrescentou. [...]
BELLI, Emilia. O risco dos esteroides para aumento da massa muscular: 'Tive insuficiência cardíaca aos 30 anos'. BBC Brasil, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y2d9d30p3o. Acesso em: 22 fev. 2025. Fragmento.
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3653893
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Qual é a classificação sintática da oração que se inicia
pelo segundo QUE na tirinha abaixo?
LANGONA, Fabiane. Viver dói. Folha de São Paulo, 22 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/02/22/viverdoi-fabiane-langona.shtml. Acesso em: 22 fev. 2025.
LANGONA, Fabiane. Viver dói. Folha de São Paulo, 22 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/02/22/viverdoi-fabiane-langona.shtml. Acesso em: 22 fev. 2025.
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3653892
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Levando-se em consideração que o trecho abaixo é o
título de uma reportagem, qual dos porquês é adequado
para completar a lacuna inserida nele?
______ casos de câncer em jovens adultos estão aumentando?
(BBC Brasil, 25/02/2025, Adaptado)
______ casos de câncer em jovens adultos estão aumentando?
(BBC Brasil, 25/02/2025, Adaptado)
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3653891
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
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3653890
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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3653889
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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3653888
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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3653887
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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Questão presente nas seguintes provas
3653886
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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3653885
Ano: 2025
Disciplina: Português
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Disciplina: Português
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. Buriti Lopes-PI
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Covardia em escolas
E quando a violência ocorre justamente na escola,
cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste
mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
A escola é parte fundamental da rede de
proteção de crianças e adolescentes contra a violência.
Para além da sua atividade original, funciona como um
canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e
sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem
mais seguros para revelar a um educador o que estão
sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem
perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está
errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre
na casa das vítimas — praticadas pela própria família
—, por vezes, é na escola que elas conseguem o
socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS
TRATOS.
Mas, e quando a violência ocorre justamente na
escola, cometida por quem deveria proteger os alunos?
Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.
E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS /
VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não
conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que
eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche
particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto
de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a
tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma
ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi
um dono de colégio infantil. A gravação mostra a
agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte
no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende
e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias
vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de
um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no
filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
Covardias assim atingem também pais ou
responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas
para um estabelecimento de ensino, acreditamos que
eles estarão num local seguro, onde receberão
orientações para seu crescimento pessoal e serão
respeitados.
Graças às denúncias, a polícia chegou a esses
dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam
a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça
pagar exemplarmente pelo crime covarde.
Crianças e adolescentes sendo machucados é
um problema público, diz respeito a todos nós. E a
denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento.
Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos,
não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender
sozinho.
BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense,
20 de fevereiro de 2025. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7
065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025.
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