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Leia a tira, para responder a esta questão.

O efeito de sentido da tira consiste em
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Leia o texto para responder a questão.

(André Dahmer. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/ cartunsdiarios/#5/1/2018. Acesso em 04.02.2018)
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Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
• No caso do luto, nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar – e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. • … não seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem a adotar – se acharem importante – o Dia da Família?
É correto afirmar que esse sinal de pontuação está empregado nas passagens isolando informações para, respectivamente,
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