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Foram encontradas 40 questões.

1814734 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a notícia para responder à questão.
Cidades
Quinta-Feira, 30 de março de 2017.
Mais de 75% dos municípios mato-grossenses já aderiram ao Pró-família
Da Redação
A coordenação do programa Pró-família, lançado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) no dia 16 de março, informa que 111 dos 141 municípios mato-grossenses já assinaram o termo de adesão ao programa, o que representa 75% dos municípios. O prazo para adesão se encerra no próximo dia 10 de abril.
Para chegar até a população que mais precisa é necessário que os municípios firmem parceria por meio de um Termo de Cooperação com a Setas. Os municípios são considerados parceiros da iniciativa do Governo do Estado ao assinar o Termo de Cooperação. A contrapartida da Prefeitura é a cessão dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atuar em campo.
O cronograma estabelece que o Pró-Família inicie o atendimento as famílias no mês de junho. Serão beneficiadas 35 mil famílias pobres, extremamente pobres, em risco ou vulnerabilidade social em Mato Grosso. [...]
O titular da Setas, Max Russi, destacou o papel dos chefes de Executivo Municipal no desenvolvimento do Programa Pró-Família. “Os prefeitos serão os grandes responsáveis em criar estratégias dentro de suas cidades. Como verificar o perfil de qualificação necessária para as pessoas assistidas pelo programa”, avaliou o titular da Setas. [...]
(Disponível em http://www.folhamax.com.br. Acesso em 02/04/2017.)
Sobre o uso de vocativo e fecho documental em comunicação de adesão ao programa Pró-família encaminhado pelo Prefeito ao Secretário de Estado de Trabalho e Assistência Social, assinale a afirmativa correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
A partir do título e no decorrer do texto, a palavra bolha aparece diversas vezes.
Nesse contexto, bolha é entendida como
 

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1688722 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a tira para responder à questão.
Enunciado 3003924-1
(Disponível em https://glauciocoutinho.wordpress.com. Acesso em 12/04/2017.)
Depreende-se da leitura da tira uma das barreiras para o desenvolvimento do trabalho no ambiente profissional, a dificuldade no processo de comunicação. Na tira, qual foi a atitude da personagem feminina que interferiu no êxito da comunicação?
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Há uns anos, não pegava celular no metrô, o sentido do verbo pegar, nesse contexto, é o mesmo em
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo) conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
Sobre o texto, é correto afirmar:
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
O autor do texto faz uma reflexão a partir de situações vividas na atualidade.
Com base nas ideias defendidas pelo autor, pode-se concluir:
 

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1615921 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a notícia para responder à questão.
Cidades
Quinta-Feira, 30 de março de 2017.
Mais de 75% dos municípios mato-grossenses já aderiram ao Pró-família
Da Redação
A coordenação do programa Pró-família, lançado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) no dia 16 de março, informa que 111 dos 141 municípios mato-grossenses já assinaram o termo de adesão ao programa, o que representa 75% dos municípios. O prazo para adesão se encerra no próximo dia 10 de abril.
Para chegar até a população que mais precisa é necessário que os municípios firmem parceria por meio de um Termo de Cooperação com a Setas. Os municípios são considerados parceiros da iniciativa do Governo do Estado ao assinar o Termo de Cooperação. A contrapartida da Prefeitura é a cessão dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atuar em campo.
O cronograma estabelece que o Pró-Família inicie o atendimento as famílias no mês de junho. Serão beneficiadas 35 mil famílias pobres, extremamente pobres, em risco ou vulnerabilidade social em Mato Grosso. [...]
O titular da Setas, Max Russi, destacou o papel dos chefes de Executivo Municipal no desenvolvimento do Programa Pró-Família. “Os prefeitos serão os grandes responsáveis em criar estratégias dentro de suas cidades. Como verificar o perfil de qualificação necessária para as pessoas assistidas pelo programa”, avaliou o titular da Setas. [...]
(Disponível em http://www.folhamax.com.br. Acesso em 02/04/2017.)
A partir da leitura da notícia, infere-se a necessidade de criação de estratégias para a implantação do programa.
Sobre estratégia e sua implantação em uma instituição, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A estratégia é um conjunto de objetivos e de políticas principais capazes de guiar e orientar o comportamento da instituição a longo prazo.
( ) A estratégia deve ser discutida, formulada, definida e decidida no nível operacional da instituição.
( ) A execução da estratégia requer esforço isolado a fim de proporcionar efeito sistêmico.
( ) A análise dos recursos disponíveis e as condições gerais internas e externas são imprescindíveis para estabelecer os planos de ação da estratégia.
Assinale a sequência correta.
 

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A coluna da esquerda apresenta processos de formação de palavras e a da direita, exemplo de cada um.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Prefixação ( ) Ajoelhar
2 - Abreviação ( ) Redescobriram
3 - Composição ( ) Metrô
4 - Parassíntese ( ) Ar-condicionado
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo) conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
A regra de concordância presente no trecho uma série de pessoas foi testada é a mesma em
 

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1574411 Ano: 2017
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a sentença abaixo para responder à questão.
Garantir a efetividade das Políticas Públicas, através do desenvolvimento sustentável, visando ao bem-estar social dos munícipes.
(Disponível em https://sic.tce.mt.gov.br. Acesso em 30/03/2017.)
Em um ambiente organizacional, a sentença define
 

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