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Foram encontradas 40 questões.

1570949 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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Sobre o dispositivo do uso de bandeira em solenidade pública, assinale a alternativa correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo) conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
Sobre o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A função da linguagem predominante no texto é a referencial.
( ) As aspas, no texto, foram utilizadas para marcar o uso de neologismos.
( ) O recurso coesivo À medida que apresenta valor semântico de proporção.
( ) Uma série de pessoas, o grupo, os participantes são utilizados como recursos coesivos para a não repetição de termos.
( ) A expressão vai que contagia é um exemplo de linguagem informal e tem o sentido de conformidade.
Assinale a sequência correta.
 

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1542027 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a notícia para responder à questão.
Cidades
Quinta-Feira, 30 de março de 2017.
Mais de 75% dos municípios mato-grossenses já aderiram ao Pró-família
Da Redação
A coordenação do programa Pró-família, lançado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) no dia 16 de março, informa que 111 dos 141 municípios mato-grossenses já assinaram o termo de adesão ao programa, o que representa 75% dos municípios. O prazo para adesão se encerra no próximo dia 10 de abril.
Para chegar até a população que mais precisa é necessário que os municípios firmem parceria por meio de um Termo de Cooperação com a Setas. Os municípios são considerados parceiros da iniciativa do Governo do Estado ao assinar o Termo de Cooperação. A contrapartida da Prefeitura é a cessão dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atuar em campo.
O cronograma estabelece que o Pró-Família inicie o atendimento as famílias no mês de junho. Serão beneficiadas 35 mil famílias pobres, extremamente pobres, em risco ou vulnerabilidade social em Mato Grosso. [...]
O titular da Setas, Max Russi, destacou o papel dos chefes de Executivo Municipal no desenvolvimento do Programa Pró-Família. “Os prefeitos serão os grandes responsáveis em criar estratégias dentro de suas cidades. Como verificar o perfil de qualificação necessária para as pessoas assistidas pelo programa”, avaliou o titular da Setas. [...]
(Disponível em http://www.folhamax.com.br. Acesso em 02/04/2017.)
____________ é a etapa do processo administrativo que possibilitará a mensuração e a avaliação de estratégia empreendida em uma instituição.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
 

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1535810 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a notícia para responder à questão.
Cidades
Quinta-Feira, 30 de março de 2017.
Mais de 75% dos municípios mato-grossenses já aderiram ao Pró-família
Da Redação
A coordenação do programa Pró-família, lançado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) no dia 16 de março, informa que 111 dos 141 municípios mato-grossenses já assinaram o termo de adesão ao programa, o que representa 75% dos municípios. O prazo para adesão se encerra no próximo dia 10 de abril.
Para chegar até a população que mais precisa é necessário que os municípios firmem parceria por meio de um Termo de Cooperação com a Setas. Os municípios são considerados parceiros da iniciativa do Governo do Estado ao assinar o Termo de Cooperação. A contrapartida da Prefeitura é a cessão dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atuar em campo.
O cronograma estabelece que o Pró-Família inicie o atendimento as famílias no mês de junho. Serão beneficiadas 35 mil famílias pobres, extremamente pobres, em risco ou vulnerabilidade social em Mato Grosso. [...]
O titular da Setas, Max Russi, destacou o papel dos chefes de Executivo Municipal no desenvolvimento do Programa Pró-Família. “Os prefeitos serão os grandes responsáveis em criar estratégias dentro de suas cidades. Como verificar o perfil de qualificação necessária para as pessoas assistidas pelo programa”, avaliou o titular da Setas. [...]
(Disponível em http://www.folhamax.com.br. Acesso em 02/04/2017.)
Na hipótese de um Prefeito manifestar interesse em aderir ao programa, qual documento, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o servidor responsável deverá redigir para solicitar a adesão?
 

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1518379 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a tira para responder à questão.
Enunciado 2707348-1
(Disponível em https://glauciocoutinho.wordpress.com. Acesso em 12/04/2017.)
Sobre a linguagem utilizada pelos personagens no último quadrinho, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1515334 Ano: 2017
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a sentença abaixo para responder à questão.
Garantir a efetividade das Políticas Públicas, através do desenvolvimento sustentável, visando ao bem-estar social dos munícipes.
(Disponível em https://sic.tce.mt.gov.br. Acesso em 30/03/2017.)
Em uma instituição, em qual instrumento gerencial é definida e registrada a sentença apresentada?
 

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1056448 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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INSTRUÇÃO: Leia a notícia para responder à questão.
Cidades
Quinta-Feira, 30 de março de 2017.
Mais de 75% dos municípios mato-grossenses já aderiram ao Pró-família
Da Redação
A coordenação do programa Pró-família, lançado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) no dia 16 de março, informa que 111 dos 141 municípios mato-grossenses já assinaram o termo de adesão ao programa, o que representa 75% dos municípios. O prazo para adesão se encerra no próximo dia 10 de abril.
Para chegar até a população que mais precisa é necessário que os municípios firmem parceria por meio de um Termo de Cooperação com a Setas. Os municípios são considerados parceiros da iniciativa do Governo do Estado ao assinar o Termo de Cooperação. A contrapartida da Prefeitura é a cessão dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para atuar em campo.
O cronograma estabelece que o Pró-Família inicie o atendimento as famílias no mês de junho. Serão beneficiadas 35 mil famílias pobres, extremamente pobres, em risco ou vulnerabilidade social em Mato Grosso. [...]
O titular da Setas, Max Russi, destacou o papel dos chefes de Executivo Municipal no desenvolvimento do Programa Pró-Família. “Os prefeitos serão os grandes responsáveis em criar estratégias dentro de suas cidades. Como verificar o perfil de qualificação necessária para as pessoas assistidas pelo programa”, avaliou o titular da Setas. [...]
(Disponível em http://www.folhamax.com.br. Acesso em 02/04/2017.)
Infere-se da leitura da notícia que a contrapartida do munícipio para implementar o programa Pró-família é a cessão de Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Em relação ao gráfico que pode permitir a realização de análise crítica para detectar falhas e oportunidade de melhorias na execução de serviços empreendidos pelos agentes, assinale a denominação correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
As expressões grifadas em Ninguém mais olha o vazio e quem está por um fio trazem, respectivamente, implícito sentido de
 

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De acordo com as disposições da Lei Complementar nº 25/1997 acerca das formas de provimento derivado de cargos públicos, assinale a assertiva INCORRETA.
Questão Desatualizada

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Em relação aos recursos linguísticos do segundo parágrafo do texto, analise as afirmativas.
I - O autor utiliza períodos curtos, com ausência de períodos compostos, para enfatizar o sentido produzido por cada oração.
II - As escolhas lexicais do autor constroem um cenário de apatia e solidão das pessoas no metrô, visto que não há mais conversas, diálogos.
III - Em A bolha que nos cerca nos protege, há um exemplo de oração adjetiva, introduzida por pronome relativo.
IV - A ausência de recursos coesivos ligando as sentenças do parágrafo aproxima o texto do registro oral.
Está correto o que se afirma em
Questão Anulada e Desatualizada

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