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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
No primeiro bimestre, um estudante do Ensino Fundamental alcançou, nas disciplinas Português, Matemática, História, Geografia, Ciências e Inglês, as notas dadas no quadro abaixo.
| Disciplina | Nota |
| Português | 7,3 |
| Matemática | 8,5 |
| História | 7,0 |
| Geografia | 7,5 |
| Ciências | 9,5 |
| Inglês | 9,2 |
Com base nos dados acima, é CORRETO afirmar que a média aritmética das notas desse estudante no bimestre foi de
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Se 1 é uma das raízes da equação x3 - x2 + x - 1, então as outras duas raízes são
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Considere as seguintes afirmações:
I - Se uma reta contém dois pontos distintos de um plano, ela tem pelo menos mais um ponto nesse plano.
II - Uma reta que tem um ponto sobre um plano está contida nesse plano.
III - Uma reta contida num plano tem um ponto que pertence a esse plano.
IV - Uma reta contida num plano tem um único ponto que pertence a esse plano.
Com base nas afirmações acima, podemos concluir que
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Considere m um número real positivo e f : IR → IR uma função definida por f(x) = m(x2 + 2x). Nessas condições, é CORRETO afirmar que o gráfico de f
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Uma indústria tem um reservatório de água com capacidade para 1200m3 . Quando há necessidade de limpeza do reservatório, toda a água precisa ser escoada. O escoamento da água é feito por 8 ralos, e dura 9 horas quando o reservatório está cheio. Essa indústria construirá um novo reservatório, com capacidade de 600m3 ,cujo escoamento de água deverá ser realizado em 6 horas, quando o reservatório estiver cheio. Os ralos utilizados no novo reservatório serão idênticos aos do já existente. Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que a quantidade de ralos do novo reservatório deverá ser igual a
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Entre tempos
O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.
Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.
A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.
Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.
Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.
(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)
Assinale a alternativa INCORRETA, tendo em vista as ideias defendidas pelo autor em relação à percepção do seu envelhecimento.
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Entre tempos
O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.
Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.
A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.
Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.
Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.
(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)
Assinale a alternativa INCORRETA, tendo em vista os recursos usados, reiteradamente, pelo autor na construção do texto.
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Três irlandeses, três americanos e quatro brasileiros devem formar uma única fila, de modo que pessoas de uma mesma nacionalidade estejam sempre juntas, uma imediatamente atrás da outra. De quantas maneiras diferentes essas dez pessoas podem ser colocadas nessa fila?
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Um prisma pentagonal tem 7cm de altura e sua área lateral é 91cm2 . O perímetro da base desse prisma é
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Entre tempos
O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.
Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.
A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.
Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de verB. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.
Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.
(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)
Tendo em vista os verbos destacados, assinale a alternativa em que o autor opta pelo uso informal da regência verbal?
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