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Um paciente com necessidade de exodontia foi atendido pelo cirurgião-dentista (CD) no consultório do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse consultório, não existia aparelho de raio-X. Para ajudar o paciente, o CD fez o exame de raio-X em seu consultório cobrando somente o valor do filme radiográfico. Como não cobrou pela mão de obra, o CD não emitiu recibo ou nota fiscal do seu serviço. Posteriormente, no consultório do SUS, diante do resultado do exame de raio-X, o CD fez a exodontia, sem cobrar. Marque a afirmativa CORRETA.
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MOBILIDADE URBANA
Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.
Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.
Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.
Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.
Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]
VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.
Segundo o texto, mobilidade urbana é toda forma de locomoção de
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Compareceu ao serviço de saúde odontológica de seu município o paciente José Couves, portador de carcinoma de células escamosas. Esse paciente já foi liberado para se submeter à cirurgia para tratamento do câncer, e posterior quimioterapia concomitante com a radioterapia. A cirurgia está agendada para daqui a dois meses. Ao exame clínico, foi detectado resto radicular nos dentes 27, 28 ,37, 38 e o dente 35 apresenta abscesso periapical com dor crônica. Tendo em vista o quadro clínico do paciente, qual seria a melhor conduta?
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O desenho abaixo é da fazenda do Senhor José. Se ele comprar 2 vacas, 3 cavalos, 5 galinhas e 1 porco, quantos animais ele passará a ter?

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Os meios de cultivo correspondem a um conjunto de substâncias, formuladas de maneira adequada, capazes de promover o crescimento bacteriano em condições laboratoriais. Analise as alternativas abaixo e assinale a que corresponde a um meio de cultivo diferencial.
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O MUSEU
O Museu Nacional é uma instituição autônoma, integrante do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vinculada ao Ministério da Educação, que completou 200 anos em 2018. Criado por Dom João VI, em 6 de junho de 1808, inicialmente, o Museu Nacional foi sediado no campo de Sant’Ana, no centro do Rio de Janeiro, e, posteriormente, em 1892, transferido para o Paço de São Cristóvão. De seu acervo de mais de 20 milhões de itens, destacam-se, em exposição: a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; a coleção de arte e artefatos greco-romanos da imperatriz Teresa Cristina; as coleções de Paleontologia que incluem o Maxakalisaurus topai, dinossauro proveniente de Minas Gerais; o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizada de “Luzia”, pode ser apreciado na coleção de Antropologia Biológica; nas coleções de Etnologia, temos expostos objetos que mostram a riqueza da cultura indígena, cultura afro-brasileira, culturas do Pacífico; e, na Zoologia, destaca-se a coleção de conchas, corais, borboletas, que compreende o campo de invertebrados em geral e, em especial, dos insetos.
Disponível em: <http://www.museunacional.ufrj.br/dir/omuseu/omuseu.html>. Acesso em: 9 set. 2018. Adaptado.
O Museu Nacional possui um acervo de
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Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
Na elaboração da descrição de um Procedimento Operacional Padronizado (POP) para higienização das instalações e equipamentos, os itens seguintes devem ser mencionados, EXCETO
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
Study: girls read and write better than boys
Girls are better at reading and writing than boys as early as fourth grade, according to a study, and the gap continues to widen until senior year.
Scientists generally agree that boys and girls are psychologically more alike than they are different. But reading seems to be an exception, with growing evidence suggesting a similar pattern in writing. The study, published in the journal American Psychologist, provided further evidence to support this view.
David Reilly, lead author of the study and a doctoral student at Griffith University in Queensland, Australia, said the study questioned the commonly held belief that boys and girls start grade school with the same cognitive abilities.
"It appears that the gender gap for writing tasks has been greatly underestimated, and that despite our best efforts with changes in teaching methods does not appear to be reducing over time," he said.

Factors explaining the results could include learning difficulties being more prevalent among boys; the pressure to conform to masculine ideals and the idea of reading and language being feminine; and slight differences in how boys and girls use their brain hemispheres, the authors believe.
To investigate how literacy levels differed between boys and girls in the U.S., the team at Griffith University studied data collected over three decades in the National Assessment of Educational Progress. This database of test scores on over 3.9 million students in the fourth, eighth, and 12th. grades broke down national and state performances in a range of subjects, and considered such variables such as disabilities or whether children were English learners. Reading and writing was measured according to children’s understanding of a range of different passages and genres, for instance reports, poetry and essays.
Overall, girls were found to perform significantly better in reading and writing tests by fourth grade when compared with boys of the same age. As children progressed to eighth and 12th grades, girls continued to overtake boys, but the difference was more pronounced in writing than reading.
But what caused this divergence in abilities? Evidence suggests behavioral problems, such as being disruptive in class or being aggressive could be linked to neurological conditions, the authors wrote. What is known as lateralization, or the tendency for some functions to occur on one side of the brain, could also play a role. Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.
The data did not, however, provide evidence to argue in favor of the two genders having different learning styles, and therefore the research should not be used promote single-sex schooling.
Keith Topping, a professor of educational and social research at the University of Dundee, told Newsweek while the study’s findings on reading were not particularly surprising, he explained: “what is new is the information about writing. This is not entirely surprising, as better readers make better writers. But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” [...]
GANDER, Kashmira. Study: girls read and write better than boys. Source: <https://www.newsweek.com/american-girls-read-andwrite- better-boys-1130451>. Access on: sept. 22nd, 2018.
The following verb may be used as auxiliary verb:
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Entre os objetivos para o ensino de História do segundo segmento do Ensino Fundamental, é INCORRETO elencar:
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O caminho de volta
Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos
Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.
Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.
Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.
Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.
Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.
(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)
De acordo com o texto, a vida na favela é marcada por, EXCETO
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