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Foram encontradas 50 questões.

2654905 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta da língua:
 

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2654904 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta da língua:
 

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2654903 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia as afirmações a seguir, acerca dos pronomes pessoais:

I – Os pronomes pessoais substituem os substantivos, indicando diretamente as pessoas do discurso.

II – Os pronomes pessoais variam de acordo com as funções sintáticas que exercem em uma oração, podendo ser do caso reto ou do caso oblíquo.

III – Segundo a norma culta da língua, os pronomes pessoais do caso reto desempenham a função de sujeito, objeto direto e indireto ou predicativo do sujeito.

É(são) correta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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2654902 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta da língua:
 

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2654901 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia atentamente a tirinha de Mafalda a seguir para responder à questão.

Enunciado 3206528-1

Assinale a alternativa correta:
 

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2654900 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia atentamente a tirinha de Mafalda a seguir para responder à questão.

Enunciado 3206527-1

Leia as afirmações a seguir:

I – Susanita critica o comportamento das pessoas de seu país.

II – Mafalda avalia como positivo o comportamento de Susanita.

III – Segundo Susanita, seu drama é ser humana demais.

É (São) correta(s) a(s) afirmativa(s):

 

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2654899 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia atentamente o poema Se se morre de amor, de Gonçalves Dias, poeta brasileiro, para responder à questão.

Se se morre de amor

Se se morre de amor! – Não, não se morre,

Quando é fascinação que nos surpreende

De ruidoso sarau entre os festejos;

Quando luzes, calor, orquestra e flores

Assomos de prazer nos raiam n’alma,

Que embelezada e solta em tal ambiente

No que ouve e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,

Graciosa postura, porte airoso,

Uma fita, uma flor entre os cabelos,

Um quê mal definido, acaso podem

Num engano d’amor arrebentar-nos.

Mas isso amor não é; isso é delírio

Devaneio, ilusão, que se esvaece

Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes ao morrer despedem:

Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,

D’amor igual ninguém sucumbe à perda.

Amor é vida; é ter constantemente

Alma, sentidos, coração – abertos

Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,

D’altas virtudes, té capaz de crimes!

Compreender o infinito, a imensidade

E a natureza e Deus; gostar dos campos,

D’aves, flores, murmúrios solitários;

Buscar tristeza, a soledade, o ermo,

E ter o coração em riso e festa;

E à branda festa, ao riso da nossa alma

fontes de pranto intercalar sem custo;

Conhecer o prazer e a desventura

No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto

O ditoso, o misérrimo dos entes;

Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem

Pra dizer que o amor que em nós sentimos;

Temer qu’olhos profanos nos devassem

O templo onde a melhor porção da vida

Se concentra; onde avaros recatamos

Essa fonte de amor, esses tesouros

Inesgotáveis d’lusões floridas;

Sentir, sem que se veja, a quem se adora,

Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,

Segui-la, sem poder fitar seus olhos,

Amá-la, sem ousar dizer que amamos,

E, temendo roçar os seus vestidos,

Arder por afogá-la em mil abraços:

Isso é amor, e desse amor se morre!

A figura de linguagem presente em “Arder por afogá-la em mil abraços” é:
 

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2654898 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia atentamente o poema Se se morre de amor, de Gonçalves Dias, poeta brasileiro, para responder à questão.

Se se morre de amor

Se se morre de amor! – Não, não se morre,

Quando é fascinação que nos surpreende

De ruidoso sarau entre os festejos;

Quando luzes, calor, orquestra e flores

Assomos de prazer nos raiam n’alma,

Que embelezada e solta em tal ambiente

No que ouve e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,

Graciosa postura, porte airoso,

Uma fita, uma flor entre os cabelos,

Um quê mal definido, acaso podem

Num engano d’amor arrebentar-nos.

Mas isso amor não é; isso é delírio

Devaneio, ilusão, que se esvaece

Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes ao morrer despedem:

Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,

D’amor igual ninguém sucumbe à perda.

Amor é vida; é ter constantemente

Alma, sentidos, coração – abertos

Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,

D’altas virtudes, té capaz de crimes!

Compreender o infinito, a imensidade

E a natureza e Deus; gostar dos campos,

D’aves, flores, murmúrios solitários;

Buscar tristeza, a soledade, o ermo,

E ter o coração em riso e festa;

E à branda festa, ao riso da nossa alma

fontes de pranto intercalar sem custo;

Conhecer o prazer e a desventura

No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto

O ditoso, o misérrimo dos entes;

Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem

Pra dizer que o amor que em nós sentimos;

Temer qu’olhos profanos nos devassem

O templo onde a melhor porção da vida

Se concentra; onde avaros recatamos

Essa fonte de amor, esses tesouros

Inesgotáveis d’lusões floridas;

Sentir, sem que se veja, a quem se adora,

Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,

Segui-la, sem poder fitar seus olhos,

Amá-la, sem ousar dizer que amamos,

E, temendo roçar os seus vestidos,

Arder por afogá-la em mil abraços:

Isso é amor, e desse amor se morre!

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – Nos versos “Simpáticas feições, cintura breve,/ Graciosa postura, porte airoso,/ Uma fita, uma flor entre os cabelos,”, o eu lírico descreve algumas características físicas de sua amada.

II – Em “Um quê mal definido, acaso podem”, “quê” classifica-se como pronome relativo.

III – O eu lírico considera o amor um sentimento linear e coerente.

É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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2654897 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Leia atentamente o poema Se se morre de amor, de Gonçalves Dias, poeta brasileiro, para responder à questão.

Se se morre de amor

Se se morre de amor! – Não, não se morre,

Quando é fascinação que nos surpreende

De ruidoso sarau entre os festejos;

Quando luzes, calor, orquestra e flores

Assomos de prazer nos raiam n’alma,

Que embelezada e solta em tal ambiente

No que ouve e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,

Graciosa postura, porte airoso,

Uma fita, uma flor entre os cabelos,

Um quê mal definido, acaso podem

Num engano d’amor arrebentar-nos.

Mas isso amor não é; isso é delírio

Devaneio, ilusão, que se esvaece

Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes ao morrer despedem:

Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,

D’amor igual ninguém sucumbe à perda.

Amor é vida; é ter constantemente

Alma, sentidos, coração – abertos

Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,

D’altas virtudes, té capaz de crimes!

Compreender o infinito, a imensidade

E a natureza e Deus; gostar dos campos,

D’aves, flores, murmúrios solitários;

Buscar tristeza, a soledade, o ermo,

E ter o coração em riso e festa;

E à branda festa, ao riso da nossa alma

fontes de pranto intercalar sem custo;

Conhecer o prazer e a desventura

No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto

O ditoso, o misérrimo dos entes;

Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem

Pra dizer que o amor que em nós sentimos;

Temer qu’olhos profanos nos devassem

O templo onde a melhor porção da vida

Se concentra; onde avaros recatamos

Essa fonte de amor, esses tesouros

Inesgotáveis d’lusões floridas;

Sentir, sem que se veja, a quem se adora,

Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,

Segui-la, sem poder fitar seus olhos,

Amá-la, sem ousar dizer que amamos,

E, temendo roçar os seus vestidos,

Arder por afogá-la em mil abraços:

Isso é amor, e desse amor se morre!

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A visão que o eu lírico tem sobre o amor é idealizada.

II – A plenitude do amor do eu lírico realiza-se na impossibilidade de se aproximar da amada.

III – Ao longo do poema, o eu lírico resgata imagens relacionadas à natureza para descrever o significado de amor.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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2654919 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Roberto Máximo ex-governador do Estado de Divinópolis, está respondendo processo de improbidade administrativa, em ação ajuizada pelo Ministério Público com fundamento no Artigo 9º da Lei nº 8.429/92, ato de improbidade administrativa que importe enriquecimento ilícito, mesmo passados 3 anos do término de seu mandato e 6 anos desde a prática do ato da referida acusação de improbidade administrativa. Com base nos fatos narrados, assinale a alternativa correta:
Questão Anulada

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