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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
“Cada vez mais recebo no meu consultório jovens
de 16 a 24 anos que usam esse produto e têm
uma taxa de nicotina no organismo [...]”
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
https://olhardigital.com.br/2022/07/25/medicina
-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
Segundo o Novo Acordo Ortográfico, assim como a palavra “têm”, destacada no trecho acima, permanece com acento diferencial o seguinte vocábulo:
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Assim como os tratamentos contra o uso de
cigarros tradicionais, também há opções que
podem ajudar o usuário a abandonar o vício do
cigarro eletrônico.
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
https://olhardigital.com.br/2022/07/25/medicina
-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
O verbo sublinhado é:
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Ainda de acordo com a reportagem, um estudo
apurou que quase um em cada cinco brasileiros
de 18 a 24 anos usaram o cigarro eletrônico pelo
menos uma vez na vida mesmo que a
comercialização desse produto seja proibida pela
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
Nesse trecho, haverá prejuízo de sentido, se a locução em destaque for substituída por:
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração Intercalada
USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
"[...] e alcançar bons resultados”, disse a médica lembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos [...]. De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
No trecho sublinhado, o uso das vírgulas é justificado por separar uma oração:
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomes
USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Para Scholz, isso explica a mudança nos números de iniciação do tabagismo, que antes eram bem baixos em relação aos adolescentes.
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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Nesse trecho, a palavra em destaque é classificada gramaticalmente como:
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
“É possível amenizar o sofrimento das pessoas [...]."
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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O trecho destacado equivale sintaticamente a um:
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
“Vários países, como o próprio Reino Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os cigarros eletrônicos [...]”
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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A classe gramatical da palavra destacada no trecho acima não é a mesma presente na seguinte alternativa:
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Das alternativas abaixo, aquela que apresenta
uma informação verdadeira sobre o uso do
cigarro eletrônico é: De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
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USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
Com base no trecho acima, não é correta a
seguinte afirmativa sobre esses dispositivos: De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
https://olhardigital.com.br/2022/07/25/medicina
-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
USO DE CIGARRO ELETRÔNICO EQUIVALE A
MAIS DE 20 CIGARROS POR DIA
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo [...].
De acordo com o Instituto Nacional de
Câncer (Inca), o fumante brasileiro consome em
média 17 cigarros convencionais por dia.
Segundo a Diretora do Ambulatório de
Tratamento do Tabagismo do Instituto do
Coração (InCor), Dra. Jaqueline Scholz, no jovem
que consome o cigarro eletrônico a taxa de
nicotina do organismo pode ultrapassar essa
média, alcançando o equivalente a mais de 20
cigarros tradicionais por dia.
“Cada vez mais recebo no meu
consultório jovens de 16 a 24 anos usam
esse produto e têm uma taxa de nicotina no
organismo equivalente do consumo de mais de
20 cigarros por dia”, disse a médica em entrevista
a BBC News Brasil.
Ainda de acordo com a reportagem, um
estudo apurou que quase um em cada cinco
brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro
eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo
que a comercialização desse produto seja
proibida pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
Para Scholz, isso explica a mudança nos
números de iniciação do tabagismo, que antes
eram bem baixos em relação aos adolescentes.
“Se não cuidarmos desse problema agora, o uso
desses dispositivos tem tudo para virar uma
epidemia em breve”, alertou.
O boom do cigarro eletrônico
Ainda segundo a médica, o surgimento
desses aparelhos não é, no entanto, algo tão
novo, já que versões anteriores circulam há pelo
menos 20 anos. Com base em discursos de que o
estilo de dispositivo seria menos danoso à saúde,
eles foram se popularizando cada vez mais —
principalmente entre aqueles que desejavam
parar de fumar. Contudo, ela afirma que não
existem estudos que comprovem que o cigarro
eletrônico possa auxiliar no tratamento do vício.
“Vários países, como o próprio Reino
Unido, aceitaram esse argumento e liberaram os
cigarros eletrônicos. O que aconteceu nesses
lugares foi um aumento da prevalência de
fumantes”, disse Scholz. “Se o propósito desse
produto fosse terapêutico mesmo, ele não poderia
ser vendido em qualquer lugar, como acontece
agora”, destacou.
Em resumo, a cardiologista apontou que
o cigarro eletrônico, na verdade, segue o caminho contrário à sua propaganda e, além de não
cumprir as promessas terapêuticas, ainda pode
fazer muito mal à saúde.
Quais os ingredientes do cigarro
eletrônico?
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
Segundo a médica, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o. cigarro eletrônico contém propilenoglicol, nicotina e substâncias aromáticas — sendo esta última um dos maiores atrativos do dispositivo. já q nao emite o já conhecido cheiro dos cigarros tradicionais.
Muitos também acreditam que o uso do propilenoglicol é inofensivo, já que ele é usado na indústria alimentícia. Mas isso pode não ser totalmente verdade.
“Não temos estudos suficientes sobre isso, até porque esses dispositivos hoje trazem tantos aditivos que não possuímos uma ideia exata das reações químicas que acontecem ali, numa temperatura alta. Já vimos alguns trabalhos que detectaram substâncias cancerígenas na bexiga e na urina de usuários do cigarro eletrônico”, explicou a especialista.
Sobre a nicotina, Scholz diz que “as novas gerações de cigarro eletrônico trazem sais que são cada vez menores e entregues em alta quantidade, o que aumenta a dependência” e, consequentemente, os danos ação e pulmão.
“A nicotina não é uma substância inócua. Ela aumenta a frequência cardíaca, altera a pressão arterial e pode lesar o endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos. Por isso, o risco cardíaco de um usuário de cigarro eletrônico é praticamente o mesmo de alguém que fuma cigarros convencionais. Nos pulmões, as nanopartículas de nicotina podem entrar nos alvéolos, causar espasmos respiratórios e até doenças inflamatórias.”
Assim como os tratamentos contra o uso de cigarros tradicionais, também há opções que podem ajudar o usuário a abandonar o vício do cigarro eletrônico. |“E possível amenizar o sofrimento das pessoas, que ficam em abstinência, e alcançar bons resultados”, disse a médica, “tembrando que o Sistema Unico de Saúde (SUS) possui recursos terapêuticos para os casos.
https://olhardigital.com.br/2022/07/25/medicina
-e-saude/uso-de-cigarro-eletronico-equivale-a-mais-de20-cigarros-convencionais-por-dia/
Nesse trecho, não haverá prejuízo de sentido, se a palavra em destaque for substituída por:
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