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Ano: 2024
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cacoal-RO
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cacoal-RO
A Constituição de 1988 representou um marco para a educação brasileira, estabelecendo princípios que visavam democratizar o acesso e a gestão do ensino. Um desses princípios é a gestão democrática. A seu respeito podemos afirmar que:
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- Educação e SociologiaFunção Social da Escola e Compromisso Social do Educador
- Temas Educacionais PedagógicosTendências PedagógicasTendências Modernas e Contemporâneas
Na sociedade contemporânea, as tendências pedagógicas coexistem e se manifestam nas práticas educativas de maneira ampla
e diversa. Esse cenário não somente é reflexo da pluralidade de visões sobre o papel da educação e os métodos mais eficazes
para promover a aprendizagem, mas também é resultado da cristalização de paradigmas de certa forma ultrapassados. Assim,
as práticas educacionais atuais são marcadas por um mosaico de influências que moldam o ambiente escolar e as experiências
de ensino, buscando responder às complexidades do mundo atual. Dizemos que nas práticas educacionais, com bases na
concepção tradicional:
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Não nascemos prontos, nem programados; todavia, nascemos com um incrível “equipamento” para a aprendizagem.
Segundo nossa própria experiência, o relato dos colegas educadores, os dados divulgados das práticas educativas, podemos
afirmar com toda certeza que, nas mais diversas situações, os seres humanos aprendem! Jovens e adultos nas prisões, jovens
e adultos nos movimentos de alfabetização, nas escolas etc. Em relação às crianças, então, isso é ainda mais evidente:
crianças hospitalizadas, de rua, de acampamentos do Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra (MST), multirrepetentes,
filhos de viciados, em favelas dominadas pelo tráfico de drogas, em situação de guerra etc., aprendem! Há, todavia, uma
condição: precisam ser ensinadas, qual seja, precisam ter diante de si um mediador que acredite em seu potencial e “insista”
até que venham a aprender. No paradigma emergente, o educador:
I. Cria formas de intervenção.
II. Investe na autoformação e na autoprodução (auto-eco-poiésis).
III. Assume a condição de sujeito, articula as pequenas práticas de mudança com um horizonte maior.
IV. Articula vivamente seu currículo com o currículo dos colegas e dos alunos, com a proposta curricular da escola e da secretaria.
V. Organiza-se politicamente, luta pelos seus direitos e pelas necessárias condições para o ensino de qualidade.
Está correto o que se afirma em
I. Cria formas de intervenção.
II. Investe na autoformação e na autoprodução (auto-eco-poiésis).
III. Assume a condição de sujeito, articula as pequenas práticas de mudança com um horizonte maior.
IV. Articula vivamente seu currículo com o currículo dos colegas e dos alunos, com a proposta curricular da escola e da secretaria.
V. Organiza-se politicamente, luta pelos seus direitos e pelas necessárias condições para o ensino de qualidade.
Está correto o que se afirma em
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Todo professor trabalha com objetivos, mesmo que não tenha consciência disso, uma vez que seu trabalho envolve
opções e ideais sobre o aluno e a sociedade. É importante prever diferentes níveis de dificuldades, do mais simples e
conceitual até atividades mais criativas. Articulando objetivo-conteúdo, o docente pode dosar dificuldades e planejar o
nível de aprofundamento a ser dado em cada caso. A escolha de objetivos atende a um espectro de necessidades geradas
pelas aprendizagens desejadas, quando o docente planeja sua ação educativa. Uma das classificações conhecidas é a de
objetivos comportamentais, abertos e provocativos. Sobre os objetivos em referência, é correto afirmar que:
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Os saberes pedagógicos estão na base da relação com a ciência de origem, dando forma ao que chamamos transposição
didática. Dito de outro modo, o professor tem o conhecimento sobre a disciplina que ensina, uma concepção do que é
ensinar, do que é escola, de seu papel, do papel do aluno e precisa transformar o conhecimento que tem da ciência para que
o aluno possa compreendê-lo. No momento dessa partilha, novos conhecimentos são gerados. O resultado é:
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosGestão Democrática
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Temas Educacionais PedagógicosTendências PedagógicasTendências Modernas e Contemporâneas
- Temas Educacionais PedagógicosTemas Contemporâneos
No currículo do ensino fundamental também devem ser incluídos temas como saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e
social, direito das crianças e dos adolescentes, preservação do meio ambiente, educação para o consumo, educação fiscal,
trabalho, ciência e tecnologia, diversidade cultural e educação para o trânsito. Esses são temas contemporâneos que afetam
a vida humana e devem ser trabalhados, preferencialmente, de maneira transversal. Trabalhar dessa forma significa:
I. Educar para a democracia por meio da vivência democrática na escola desde a estrutura escolar, passando pelo modo como a escola se insere na comunidade e se relaciona com ela, até a maneira como os profissionais se relacionam entre si como ocorre a distribuição de responsabilidades e de poder decisório.
II. Entender as relações entre professor e aluno, a relação com o conhecimento, o modo como se dá o ensino e a aprendizagem, as opções didáticas, os métodos, as organizações de atividades, a forma como o tempo e o espaço são organizados.
III. Permitir uma experiência educativa verdadeiramente democrática, que possibilite ensinar e aprender valores, atitudes conceitos e práticas sociais.
IV. Compreender que as práticas pedagógicas são sociais, mas não políticas.
Está correto o que se afirma em
I. Educar para a democracia por meio da vivência democrática na escola desde a estrutura escolar, passando pelo modo como a escola se insere na comunidade e se relaciona com ela, até a maneira como os profissionais se relacionam entre si como ocorre a distribuição de responsabilidades e de poder decisório.
II. Entender as relações entre professor e aluno, a relação com o conhecimento, o modo como se dá o ensino e a aprendizagem, as opções didáticas, os métodos, as organizações de atividades, a forma como o tempo e o espaço são organizados.
III. Permitir uma experiência educativa verdadeiramente democrática, que possibilite ensinar e aprender valores, atitudes conceitos e práticas sociais.
IV. Compreender que as práticas pedagógicas são sociais, mas não políticas.
Está correto o que se afirma em
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No Brasil, a contar de 1922, começaram a aparecer as reformas estaduais de ensino, prenúncio das reformas nacionais que
surgiram a partir de 1930. Era o movimento renovador, que iria ter na Associação Brasileira de Educação (ABE) seu órgão
representativo e seu centro divulgador. Era também o começo da luta ideológica que iria culminar na publicação do
Manifesto dos Pioneiros da Educação Nacional, em 1932, e nas lutas travadas mais tarde em torno do projeto de lei das
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O Manifesto, que representa efetivamente a ideologia dos renovadores:
I. É a afirmação de uma tomada de consciência e compromisso. Mas, justamente por refletir as incoerências do período, exibe também suas inconsistências. Enquanto apresenta uma concepção avançada de educação e suas relações com o desenvolvimento, denunciando uma visão globalizante desse último, permanece, todavia, no terreno do romantismo, quando cogita as causas dos problemas educacionais.
II. Ao colocar os problemas educacionais como decorrência da falta de filosofia de vida por parte dos educadores, demonstra que a compreensão da realidade educacional, por parte dos pioneiros, estava muito próxima da concepção liberal e idealista dos educadores românticos do século XIX.
III. Aponta a necessidade da aplicação dos métodos científicos aos problemas educacionais, mas prefere abordar o assunto de maneira que preconize preferentemente a ação isolada do educador, o que denuncia também certa incoerência com o próprio conceito de educação e desenvolvimento contido na introdução.
IV. Reconhece a necessidade de se transferir do terreno administrativo para os planos político-sociais a solução dos problemas escolares, em uma avançada concepção, para a época, do nível que devem ser tratados esses problemas.
Está correto o que se afirma em
I. É a afirmação de uma tomada de consciência e compromisso. Mas, justamente por refletir as incoerências do período, exibe também suas inconsistências. Enquanto apresenta uma concepção avançada de educação e suas relações com o desenvolvimento, denunciando uma visão globalizante desse último, permanece, todavia, no terreno do romantismo, quando cogita as causas dos problemas educacionais.
II. Ao colocar os problemas educacionais como decorrência da falta de filosofia de vida por parte dos educadores, demonstra que a compreensão da realidade educacional, por parte dos pioneiros, estava muito próxima da concepção liberal e idealista dos educadores românticos do século XIX.
III. Aponta a necessidade da aplicação dos métodos científicos aos problemas educacionais, mas prefere abordar o assunto de maneira que preconize preferentemente a ação isolada do educador, o que denuncia também certa incoerência com o próprio conceito de educação e desenvolvimento contido na introdução.
IV. Reconhece a necessidade de se transferir do terreno administrativo para os planos político-sociais a solução dos problemas escolares, em uma avançada concepção, para a época, do nível que devem ser tratados esses problemas.
Está correto o que se afirma em
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A avaliação inclusiva é um processo que busca garantir que todos os estudantes, independentemente de suas habilidades ou
características, tenham suas aprendizagens corretamente compreendidas e valorizadas. Em uma avaliação inclusiva, são
consideradas as necessidades individuais de cada aluno, promovendo adaptações e diferentes formas de medir o
conhecimento. Isso pode incluir provas orais, uso de tecnologias assistivas, avaliações práticas e flexibilidade no tempo de
execução das atividades. O objetivo é criar oportunidades para que todos possam demonstrar o que sabem de maneira que
respeitem suas particularidades. Nesse contexto, a avaliação formativa:
I. Pode servir tanto à norma quanto ao critério.
II. Considera em que ponto o estudante se encontra em seu processo de aprendizagem, no que se refere a conteúdos e habilidades.
III. É baseada em critérios e, ao mesmo tempo, toma como referência o estudante.
IV. Serve apenas à avaliação normativa.
Está correto o que se afirma em
I. Pode servir tanto à norma quanto ao critério.
II. Considera em que ponto o estudante se encontra em seu processo de aprendizagem, no que se refere a conteúdos e habilidades.
III. É baseada em critérios e, ao mesmo tempo, toma como referência o estudante.
IV. Serve apenas à avaliação normativa.
Está correto o que se afirma em
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- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Educação e SociologiaFunção Social da Escola e Compromisso Social do Educador
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
- Temas Educacionais PedagógicosParadigmas EducacionaisProtagonismo Juvenil e Cidadania
- Educação e Cidadania: Aspectos da Educação Brasileira e Regional
A cultura de paz nas escolas é um conceito fundamental para o desenvolvimento de ambientes educativos mais seguros,
inclusivos e acolhedores. Ela promove a convivência harmoniosa, incentivando o respeito às diferenças, a empatia e o diálogo
como ferramentas essenciais para a resolução de conflitos. Para construir essa cultura é importante que alunos, professores e
toda a comunidade escolar se comprometam com práticas que reforcem valores como a cooperação, a solidariedade e a justiça.
Através de atividades pedagógicas, projetos de mediação de conflitos e ações de sensibilização, a escola pode se tornar um
espaço onde todos se sintam respeitados e valorizados. Dessa forma, a escola não apenas educa para o conhecimento
acadêmico, mas também para a formação cidadã, preparando os alunos para serem agentes de paz na sociedade. Na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, sua promoção aparece no texto legal como:
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Em um pequeno município, um grupo de pais e mães se reuniu para solicitar à escola da comunidade o acesso ao seu Projeto
Político-Pedagógico (PPP). Eles queriam entender melhor as diretrizes educacionais e os valores transmitidos aos seus filhos.
No entanto, quando formalizaram o pedido, a direção da escola simplesmente negou o acesso. A resposta gerou
descontentamento e desconfiança entre os pais, que consideravam o PPP uma peça fundamental para a transparência e a
confiança no processo educativo. Diante dessa situação, os pais se organizaram para pressionar a escola por mais transparência
e maior envolvimento da comunidade nas decisões pedagógicas. Eles acreditavam que uma educação de qualidade só poderia
ser alcançada com a participação ativa de todos. Algumas hipóteses foram discutidas entre os solicitantes; analise-as.
I. O PPP não existe, uma vez que a LDBEN – nº 9.394/1996 garante às instituições educacionais, por meio da gestão democrática, uma maior autonomia decisória, facultando à sua gestão a feição ou não do documento.
II. O PPP existe, mas a equipe responsável da escola pode considerar que ele esteja mal elaborado, incipiente e optar por não apresenta-lo a nenhum observador externo.
III. O PPP existe, mas a direção ou coordenação pedagógica da escola pode entender que ele é um documento privativo da unidade e que não deve circular.
IV. A existência do PPP é obrigatória, sendo uma condição para que o poder público autorize o funcionamento de escolas públicas e privadas a cada ano.
V. O PPP é um documento público e qualquer cidadão ou cidadã pode solicitá-lo, mesmo que não faça parte da comunidade escolar.
Está correto o que se afirma apenas em
I. O PPP não existe, uma vez que a LDBEN – nº 9.394/1996 garante às instituições educacionais, por meio da gestão democrática, uma maior autonomia decisória, facultando à sua gestão a feição ou não do documento.
II. O PPP existe, mas a equipe responsável da escola pode considerar que ele esteja mal elaborado, incipiente e optar por não apresenta-lo a nenhum observador externo.
III. O PPP existe, mas a direção ou coordenação pedagógica da escola pode entender que ele é um documento privativo da unidade e que não deve circular.
IV. A existência do PPP é obrigatória, sendo uma condição para que o poder público autorize o funcionamento de escolas públicas e privadas a cada ano.
V. O PPP é um documento público e qualquer cidadão ou cidadã pode solicitá-lo, mesmo que não faça parte da comunidade escolar.
Está correto o que se afirma apenas em
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