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1282738 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou para descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão como um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou para descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir

A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir

Por me deixar respirar, por me deixar existir

Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir

Pela fumaça e a desgraça que a gente tem que tossir

Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair

Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir

E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir

E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir

Deus lhe pague

(Chico Buarque de Holanda)

De acordo com o texto, podemos dizer que

 

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1281739 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Uma fábrica de carregadores de celular percebeu após testes de qualidade que 5% dos lotes produzidos estavam com defeito. Sabendo que cada lote possui 10.000 unidades e que foram analisados 200 lotes, o total de carregadores que estavam com defeito é de

 

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1281707 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Sobre a segurança e a higiene no ambiente de trabalho, analise as assertivas abaixo.

I. Muitos acidentes não podem ser evitados, mesmo se ações preventivas forem adotadas.

II. A teimosia e a indisciplina são atos inseguros que, quando praticados no ambiente laboral, podem ocasionar acidentes de trabalho.

III. A higiene do trabalho visa à redução de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais.

IV. A higiene do trabalho visa apenas à redução de doenças ocupacionais.

Estão corretas somente

 

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1265527 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Assinale a alternativa em que a pontuação esteja correta.

 

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1265380 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal correta que completa a frase abaixo. Juliana e eu ______ ao cinema ontem, porém não ______ entrar na sessão, porque estava lotada.

 

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1265356 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou para descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão como um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou para descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir

A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir

Por me deixar respirar, por me deixar existir

Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir

Pela fumaça e a desgraça que a gente tem que tossir

Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair

Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir

E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir

E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir

Deus lhe pague

(Chico Buarque de Holanda)

Identifique o tempo verbal empregado nos versos abaixo e assinale a alternativa correta. E se acabou no chão feito um pacote tímido Agonizou no meio do passeio náufrago

 

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1251931 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou para descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão como um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou para descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir

A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir

Por me deixar respirar, por me deixar existir

Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir

Pela fumaça e a desgraça que a gente tem que tossir

Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair

Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir

E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir

E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir

Deus lhe pague

(Chico Buarque de Holanda)

"Morreu na contramão atrapalhando o público".

Com relação à acentuação tônica, as palavras em destaque na sentença acima são, respectivamente,

 

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1243919 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Para a construção de uma das etapas da obra de uma estação de metrô, foi calculada a necessidade de 327 metros cúbicos de concreto. Sabendo que um caminhão betoneira completamente carregado transporta 8 metros cúbicos de concreto, a quantidade mínima de caminhões completamente carregados de concreto para completar essa etapa da obra é de

 

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1235673 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Sobre o caráter das técnicas e métodos de segurança e vigilância no setor público, é correto afirmar que

 

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1229859 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: RBO
Orgão: Pref. Caieiras-SP
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Sobre o zelo que o Vigia deve ter com os bens públicos, analise as assertivas abaixo e, considerando V para verdadeiro e F para falso, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A função de Vigia exige conhecimentos básicos de manutenção predial.

( ) Além da segurança do patrimônio, o adequado tratamento aos bens públicos é uma das responsabilidades da função de Vigia.

( ) O poder Público deve preparar seus Vigias para a correta utilização de ferramentas para reparos básicos.

( ) O Vigia deve comunicar toda alteração que constatar nos bens sob sua responsabilidade.

 

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