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Foram encontradas 447 questões.

4056175 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o verso:
Meu verso só entra no campo da roça”
A palavra destacada pertence à classe gramatical:
 

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4056174 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.

Releia o trecho do poema:

“Que veve vagando, com sua viola”

No trecho acima, a preposição destacada expressa ideia de:

 

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4056173 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Assinale a alternativa cuja palavra, retirada do texto, apresenta dígrafo:
 

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4056172 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o trecho do poema O poeta da roça:
“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”
A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.
Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares:
 

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4056171 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Leia o trecho:
“Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas: 
I. O adjetivo “viva” está no gênero feminino e número singular, concordando com o substantivo “história”.
II. O substantivo “cultura” é feminino e pode flexionar em número.
III. O adjetivo “acolhedora” está no grau comparativo de superioridade.
IV. O substantivo “história” é feminino e pode ser flexionado para o plural.
Assinale a opção CORRETA:
 

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4056170 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


No trecho:
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. ”
O termo destacado indica ideia de:
 

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4056169 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de três sílabas:
 

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4056168 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


No trecho:
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional.”
Qual palavra abaixo é sinônimo da palavra destacada?
 

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4056167 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.
No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.
A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.
Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.
Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.
Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.
Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Sobre o uso dos sinais de pontuação no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O uso dos dois pontos em “não são apenas cartõespostais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo” introduz uma explicação da ideia apresentada anteriormente.
II. As vírgulas em “Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto...” ajudam a organizar termos coordenados na construção do período.
III. O ponto final empregado ao longo do texto indica pausas curtas em falas de autoridades.
Agora assinale a opção CORRETA:
 

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4056166 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Cajazeiras-PB

Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Origem dos livros

Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens.


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos.


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

No trecho do texto:
Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade.” (3º parágrafo)
A expressão destacada estabelece ideia de:
 

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