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Respondida
De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem,
Respondida
A fluoração da água, a escovação dos dentes com cremes
dentais fluoretados e o hábito alimentar saudável constituem
as melhores medidas para prevenção de cárie e outros
problemas bucais nas crianças. Em relação à higiene
e à saúde bucal são orientações para os pais:
A
até os quatro anos, a higiene oral pode ser feita pelos
pais com fralda ou gaze, mas, a partir daí, é importante
que a criança seja ensinada e supervisionada
na realização desse procedimento com escova
para a formação de hábito saudável e prevenção das
cáries.
B
a partir da erupção do primeiro dente decíduo, a higiene
da cavidade bucal do bebê deve ser feita com
fralda de pano ou gaze limpa ou com uma escova de
dente umedecida em água filtrada ou fervida.
C
enquanto a criança mamar, a limpeza noturna dos
dentes deve ser realizada, mas pode ser dispensada
em caso de a criança dormir antes que ela seja realizada,
para não interferir no seu sono. Nesse caso, a
limpeza feita logo ao amanhecer substitui a noturna.
D
a partir dos quatro anos, é indispensável realizar a higiene
bucal, nos dentes e no dorso da língua, com
uma escova dental de cabeça pequena, cabo longo e
cerdas macias, usando creme dental.
Respondida
Em relação às principais coberturas primárias utilizadas
para o tratamento de feridas agudas e crônicas nas Unidades
Básicas de Saúde, as indicações e os cuidados específicos
determinam que:
A
o hidrocoloide placa e pasta é indicado para queimaduras
e lesões infectadas ou com tecido necrótico. A
troca deve ser feita no máximo a cada 24 horas ou
quando a cobertura secundária estiver saturada.
B
os ácidos graxos essenciais são indicados para prevenção
de úlceras de pressão e lesões fechadas,
sem infecção. Trocar curativo, no máximo, a cada 12
horas, sempre com cobertura secundária, pois não
pode secar no leito da ferida.
C
a sulfadiazina de prata a 1% é indicada para prevenção
e tratamento de feridas abertas não infectadas,
de leve a moderada. Deve ser trocada sempre que o
gel extravasar ou, no máximo, a cada sete dias.
D
o alginato de cálcio é indicado para feridas exsudativas,
com ou sem sangramento, cavitárias, com ou
sem infecção. Trocar o curativo de feridas infectadas
no máximo a cada 24h e de feridas limpas com sangramento
a cada 48h ou quando saturado.
Respondida
No manejo clínico das crises hipertensivas, é necessário
que o socorrista tenha, além de bom senso, conhecimentos
gerais sobre as drogas usadas para controle da pressão
arterial, incluindo o tipo da droga, o tempo de ação e
os efeitos adversos das drogas utilizadas no tratamento.
Cada droga tem seu tempo de ação e pode determinar
efeitos esperados mas indesejáveis, a saber:
Respondida
Os critérios de inclusão de usuários e as características
de cada uma das modalidades de Atenção Domiciliar no
âmbito do Sistema Único de Saúde - Atenção Domiciliar
tipo 1 - AD1; Atenção Domiciliar tipo 2 - AD2; e Atenção
Domiciliar tipo 3 - AD3 estabelecem que:
Respondida
De acordo com as Resoluções n. 306/2004 da ANVISA e
n. 358/2005 do CONAMA, que classificam os resíduos
provenientes dos serviços de saúde em função de suas
características e consequentes riscos que podem acarretar
ao meio ambiente e à saúde, o Grupo E
A
é formado pelas substâncias químicas que podem
apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente,
tais como medicamentos apreendidos, reagentes
de laboratório, resíduos contendo metais pesados,
dentre outros.
B
engloba os componentes com possível presença de
agentes biológicos que, por suas características de
maior virulência ou concentração, podem apresentar
risco de infecção, tais como peças anatômicas, bolsas
de sangue e lâminas de laboratório.
C
inclui materiais que não apresentam risco biológico,
químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente,
tais como resíduos das áreas administrativas, sobras
de alimentos e do preparo de alimentos.
D
é constituído por materiais perfurocortantes ou escarificantes,
tais como lâminas de barbear, agulhas,
ampolas de vidro, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas
e outros similares.
Respondida
Para administrar seis frascos de 500 ml de soro glicosado
a 5% em 24 horas, o gotejamento deverá ser de, aproximadamente,
Respondida
Segundo as orientações do Calendário Nacional de Vacinação
da Criança (PNI, 2016), o esquema vacinal de crianças
para hepatite B inclui administrar:
A
uma dose o mais precocemente possível em recémnascidos,
nas primeiras 24 horas, preferencialmente
nas primeiras 12 horas após o nascimento, ainda na
maternidade. Esta dose pode ser administrada até 30
dias após o nascimento. Quando a mãe é portadora
da hepatite B também deve ser administrada a imunoglobulina
humana anti-hepatite B, em até sete dias
de vida.
B
duas doses aos dois e quatro meses de idade, com intervalo
de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias,
em crianças menores de um ano de idade. Administrar
reforço preferencialmente aos 12 meses de idade,
considerando o intervalo de seis meses após o esquema
básico, intervalo mínimo de 60 dias após a última
dose, podendo ser administrado até quatro anos, onze
meses e 29 dias.
C
duas doses, aos dois e quatro meses de idade. A primeira
dose pode ser administrada a partir de um mês
e 15 dias até três meses e 15 dias. A segunda dose
pode ser administrada a partir de três meses e 15
dias até sete meses e 29 dias. Manter intervalo mínimo
de 30 dias entre as doses. Se a criança regurgitar,
cuspir ou vomitar após a vacinação, repetir a
dose.
D
três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade,
com intervalo de 60 dias entre as doses. Considerar
o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses apenas
para as crianças acima de seis meses de idade. Em
crianças de até quatro anos, onze meses e 29 dias,
iniciando esquema vacinal, administrar três doses
com intervalo de 60 dias.
Respondida
A lavagem gástrica é um procedimento de urgência que
deve ser realizado pelas equipes de Atenção Primária à
Saúde o mais precoce possível, quando indicado nos casos
de ingestão acidental ou intencional de substâncias
tóxicas (medicamentos, plantas etc.). O treinamento das
equipes para realizar esse procedimento inclui o conhecimento
de que:
A
a lavagem pode ser feita com sonda oro ou nasogástrica.
A orogástrica é mais calibrosa e facilita a retirada
das substâncias tóxicas, mas é menos tolerada
pelos pacientes. A nasogástrica deve ser a mais fina
possível para facilitar a inserção e recuperação do toxicante.
A posição ideal é o decúbito lateral direito.
B
o processo de lavagem deve ser explicado ao paciente,
porém, caso ele esteja comatoso, não impede a
sondagem. Faz-se a estimativa do comprimento – lóbulo
da orelha, ponta do nariz, apêndice xifoide – coloca-se lidocaína gel na extremidade proximal e na
narina escolhida. Durante a colocação, estica-se o
pescoço do paciente e pede-se para engolir.
C
o procedimento é contraindicado em casos de pacientes
com Glasgow ≤ 8, exceto se estiverem intubados;
com ingestão de cáusticos ou corrosivos; com ingestão
de solventes em geral; com varizes esofagianas
de grosso calibre; com hematêmese volumosa; com
cirurgia recente do trato gastrintestinal; com ingestão
de materiais com pontas; com ingestão de pacotes
contendo drogas.
D
o posicionamento da sonda é confirmado insuflandose
água por meio de uma seringa ao mesmo tempo
em que se ausculta a região hipogástrica. Em adultos,
a lavagem gástrica bem-sucedida necessita de
uma média de oito a dez litros de soro fisiológico ou
água. Em crianças, utilizam-se de 10 a 20 ml/kg até o
máximo de 500 ml/vez.
Respondida
O conhecimento do profissional sobre o significado das
ondas no traçado eletrocardiográfico (ECG) pode ser determinante
para diagnóstico precoce da insuficiência coronariana
e desfecho positivo da situação. Desta forma, o
enfermeiro deve ter conhecimento de que: