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Leia o caso clínico a seguir.
Criança de seis anos com historia de febre baixa há duas semanas, hiporexia e adinamia. No início do quadro, passou por avaliação médica com prescrição de amoxicilina. Mãe tem percebido manutenção do quadro mesmo com o término da antibioticoterapia. Ao exame físico: linfonodos palpáveis em cadeias cervical anterior, cervical posterior, axilares e inguinais, de 0,5 a 1,0 cm de diâmetro, sem flogose, não coalescentes e não aderidos. Abdome: baço palpável a 3 cm do rebordo costal esquerdo. |
A principal hipótese e o exame mais apropriado são:
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Lactente do sexo feminino, de quatro meses, sob cuidados da avó paterna. Segue em uso de leite de vaca integral, diluído em função da dificuldade de aquisição de fórmulas lácteas. A avó informa que a mãe da lactente é moradora de rua, com cerca de 40 anos, alcoolista e usuária de drogas ilícitas, não tendo realizado nenhuma consulta de pré-natal, com parto natural na rua, sem assistência médica. O lactente apresentou baixo peso ao nascer e baixo ganho ponderal desde então, apresentando, nesse período, internação por desidratação e anemia. Exame físico: peso, comprimento e perímetro cefálico no percentil 3 da curva de referencia, fendas palpebrais curtas, prega epicantica, labio superior fino, sopro sistolico em foco aórtico 2+/6+. |
Com base nos dados apresentados, o mais provável é que a lactente seja portadora de:
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Idoso procura unidade básica de saúde no final da tarde com relato de dor torácica e epigástrica, náuseas e vômitos, iniciados às 6h30 da manhã do mesmo dia. No prontosocorro, foi avaliado com prescrição de omeprazol e bromoprida. Com piora da dor, foi trazido pelo filho a essa unidade. Informa que houve, além de piora da dor, dois episódios de pré-síncope. Antecedente pessoal: hipertenso, diabético, tabagista com angioplastia prévia. Em uso de insulina NPH, enalapril e acido acetilsalicilico e sinvastatina. Exame físico: mau estado geral, corado, perfusão periférica lentificada, sudoreico, PA = 88x54 mmHg, FC = 56 BPM, FR = 24 irpm, jugular túrgida. Coração: bulhas ritmicas normofoneticas sem sopros; pulmoes: murmúrio vesicular presente e simetrico sem ruidos adventicios. ECG: supradesnivelamento de derivaçoes DII, DIII, AVF, V3r e V4r e zona inativa de V1 a V4. |
Nas medidas imediatas, deve ser adotado o seguinte procedimento:
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Paciente do sexo masculino, de 44 anos, é conduzido por equipe não médica após mal-estar súbito em comércio vizinho ao posto de saúde. O acompanhante descreve que, no trajeto, o paciente havia se queixado de náuseas e cefaleia intensa. Houve perda de consciência precedida por vômitos. Antecedentes pessoais: tabagista 15 maços/ano e hipertensão arterial sistêmica, sem uso regular de medicamentos. Exame físico: PA = 194x128 mmHg, FC = 124 BPM, T = 37 ºC, FR = 22 IRPM; exame neurologico: inconsciente, não respondendo a estímulos verbais, pupilas isofotorreagentes; nuca rígida e hemiplégico à direita. Não foram observados reflexos osteotendineos. |
Qual é o diagnótico para esse paciente?
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Paciente do sexo masculino, de 62 anos, com histórico de doença coronariana crônica. É tabagista (55 anos/maço) e durante internação para tratamento de pneumonia cessou o tabagismo, retornando ao hábito após a alta, com discreta redução do nível tabágico. Avaliação de Fagerstron com pontuação de oito (dependencia elevada à nicotina). Informa relato inespecífico de desmaio e crise convulsiva. |
Qual é a melhor conduta para o caso descrito?
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Paciente de 63 anos, do sexo masculino, procura unidade básica para análise de exames solicitados previamente. No dia do retorno, está sem queixas, porém faz relato de sedentarismo e inadequação dietética. Ao exame físico, apresenta: PA = 142x84 mmHg, FC = 82 batimentos por minuto, peso = 104, altura = 1,74 m, circunferência abdominal = 104. Exames laboratoriais: glicose em jejum = 105 mg/dl; glicose apos sobrecarga 75 gramas de glicose/2 horas = 210 mg/dl; HbA1c = 6,6%; ureia = 58 mg/dl; creatinina = 1,4 mg/dl; TGO = 38UI/l, TGP = 42 UI/l; fosfatase alcalina = 110 UI/l, HDL = 133 = UI/l; bilirrubina total = 1,94 mg/dl, LDL-C = 116 mg/dl, HDL-C = 28 mg/dl, triglicérides = 220 mg/dl. |
Nesse caso, qual deve ser a conduta?
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Jovem do sexo feminino, de 16 anos, tem sido acompanhada em ambulatório com diagnóstico de obesidade, dislipidemia e gastrite. Sedentária, com baixa aderência às mudanças de estilo de vida solicitadas. Possui em antecedentes familiares: mãe, diabetes e hipertensão; pai, obesidade, dislipidemia e hipertensão. Exame físico: bom estado geral, corada, hidratada; IMC > percentil 97 (OMS, 2005), PA = 130x85 mmHg (> percentil 95). Pele: lesões hipercrômicas, intensificada em dobras da pele, de aspecto grosseiro e aveludado na região do pescoço e das axilas. |
Este quadro clínico está associado à seguine alteração:
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Quanto aos esquemas de imunização disponíveis, devese levar em conta que:
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O achado de dois eventos médicos epidemiologicamente relacionados entre si e limitados a uma área claramente definida como escola, casa de repouso ou quarteirão, pode ser chamado de:
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Paciente de 26 anos procura unidade básica para avaliação de quadro de embaçamento visual há quatro dias. Nega comorbidades, sem uso de medicamentos. Tabagista há 12 anos, sem uso de drogas ilícitas. Relações sexuais sem uso de proteção. Quadro prévio de manchas vermelho-acastanhadas na pele do tronco e dos membros, tratadas à época como zika. Exame físico: lesões maculopapulares nas palmas das mãos, com descamação. Exames laboratoriais: VDRL = 1/128, TPHA = positivo. |
Qual e o diagnostico e a respectiva forma de tratamento?
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