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Foram encontradas 282 questões.

2109236 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Interações medicamentosas ocorrem quando os efeitos de um fármaco são alterados pela presença de outro fármaco, alimento, bebida ou algum agente químico ambiental. Constitui causa comum de efeitos adversos mas também há interações que podem ser benéficas e muito úteis, como na co-prescrição deliberada de anti-hipertensivos e diuréticos. Uma paciente entrou em contato relatando que ao dissolver (em água) o medicamento K em conjunto com P, conforme prescrito, houve formação de uma cor estranha e efervescência incomum, chegando a transbordar do copo.
 

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2108254 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
Segundo a Lei Orgânica do Município de Cambé, assinale a alternativa correta.
 

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2108243 Ano: 2021
Disciplina: História
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
Sobre a Lei Orgânica Municipal, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) É competência privativa do Município, publicar no órgão oficial Municipal e do Estado, na forma da lei, e, facultativamente, na imprensa da região ou da capital, os seus atos, leis, balancetes mensais, o balancete anual de suas contas e o orçamento anual. ( ) É competência privativa do Município, instituir a guarda municipal destinada à proteção de seus bens, serviços, instalações e a proteção aos escolares, conforme dispuser a lei. ( ) Compete ao Município conceder, permitir ou autorizar os serviços de táxis, sem interferir nas respectivas tarifa. ( ) É vedado ao Município criar distinções entre cidadãos ou preferências entre si.
 

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2106558 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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É sabido que a Constituição consta a saúde como direito de todos e dever do Estado, e é garantida por:
 

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2106557 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Conforme o art. 200 da Constituição Federal, compete ao sistema único de saúde
 

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2105274 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra adesinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com asfake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) umapágina sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitaislidam com a desinformação. O material é parecido com umainiciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder aquestões como "o algoritmo da busca favorece sites quedisseminam fake news" ou "as plataformas do Google não sãotransparentes".

A empresa defende que os resultados da busca sãodeterminados por uma série de algoritmos que analisam fatorescomo os termos da pesquisa, relevância e usabilidade daspáginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um"saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a maislinks sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "oGoogle pode identificar e remover toda a desinformação dainternet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafiocomplexo para o qual não existe uma resposta simples e única".Na versão estendida, a companhia afirma que "não está emposição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, averacidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma"outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossosresultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários"ferramentas para acessar o contexto e a diversidade deperspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões",sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a"publicidade digital financia disseminadores dedesinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que"estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitidonos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebempublicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhãode contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginasda web por violar essas políticas e que os anunciantes podemescolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suasplataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem queeles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões decliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e quemuitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digitalpara arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites queutilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital fazparte das acusações de condutas anticompetitivas em processosnos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, KenPaxton, a atuação da empresa é comparada à de todos osjogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociaranúncios porque atua em todas as posições, arremessando erecebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticosé alvo de discussão regulatória em alguns países como Françae Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que oGoogle negociasse com editoras o pagamento pelo uso doconteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinouacordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas comoGoogle e Facebook terão que pagar aos meios de comunicaçãopelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra amedida.


Disponível emhttps://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Com relação ao décimo parágrafo, assinale aalternativa correta.
 

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2105246 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Leia o texto para responder a questão.


Exposed nos eSports: os casos de violência sexual, machismoe outros abusos

Efeito MiT: onda de denúncias de comportamentos abusivoschoca esporte eletrônico brasileiro

Por Juliano Correa, para o GE


Após a tatuadora Daniela Li ter acusado Gabriel "MiT"de agressão sexual por meio de prints postados no Twitter, umaonda de denúncias nos eSports incluindo violência sexual,abusos, machismo e até pedofilia tomou conta das redes sociais.Os "exposed" agitaram comunidades como League of Legends(LoL) e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), porenvolverem pró-players e até casters e criadores de conteúdobastante conhecidos.

Exemplos não faltaram. Além de MiT, o pró-player deCS:GO Fillipe "panccs" foi exposto com prints mostrando-oflertando com uma menina de 15 anos e perseguindo a tambématleta Bruna Sobieszczk. Thiago "tinowns", eleito MelhorAtleta do LoL em 2020, recebeu graves acusações de ter umrelacionamento abusivo e até ter agredido sua ex-namorada.

Confira alguns casos de exposed nos eSports nestasemana:

Gabriel "MiT" (LoL)

A tatuadora Daniela Li postou um texto no Twitterrelatando uma ocasião em que o caster e ex-técnico de LoLGabriel "MiT" tentou forçá-la a fazer sexo oral nele há seis ousete anos. A paulistana também afirmou que outras mulherescomentaram ocasiões parecidas envolvendo MiT, como acosplayer Débora Fuzeti, que respondeu a postagem de Danielana rede social. Em nota oficial, MiT se desculpou por erros nopassado de forma generalizada. A Riot Games afirmou que ocaster não fará parte das transmissões do CBLoL 2021.

Filipe "pancc" (CS:GO)

O ex-atleta da Sharks Esports aparece em prints comuma garota de 15 anos, sete anos mais nova que ele, sugerindorelações sexuais entre os dois e inclusive admitindo o quãoproblemático isso seria. Em outra série de prints, apareceinsistindo e perseguindo outra garota, para quem ele teriainventado uma mentira em que teria transado com ela. O pró-player confirmou as acusações e pediu desculpasveementemente em nota oficial, afirmando que se arrependeu.A Sharks declarou que abriu processo interno para apurar osrelatos envolvendo o jogador de CS:GO.

[...]

Disponível em https://globoesporte.globo.com/esports/noticia/exposed-nos-esports-os-casos-de-violencia-sexual-machismo-e-outros-abusos.ghtml

Assinale a alternativa correta com relação ao texto.
 

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2105243 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Leia o texto para responder a questão.


Exposed nos eSports: os casos de violência sexual, machismoe outros abusos

Efeito MiT: onda de denúncias de comportamentos abusivoschoca esporte eletrônico brasileiro

Por Juliano Correa, para o GE


Após a tatuadora Daniela Li ter acusado Gabriel "MiT"de agressão sexual por meio de prints postados no Twitter, umaonda de denúncias nos eSports incluindo violência sexual,abusos, machismo e até pedofilia tomou conta das redes sociais.Os "exposed" agitaram comunidades como League of Legends(LoL) e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), porenvolverem pró-players e até casters e criadores de conteúdobastante conhecidos.

Exemplos não faltaram. Além de MiT, o pró-player deCS:GO Fillipe "panccs" foi exposto com prints mostrando-oflertando com uma menina de 15 anos e perseguindo a tambématleta Bruna Sobieszczk. Thiago "tinowns", eleito MelhorAtleta do LoL em 2020, recebeu graves acusações de ter umrelacionamento abusivo e até ter agredido sua ex-namorada.

Confira alguns casos de exposed nos eSports nestasemana:

Gabriel "MiT" (LoL)

A tatuadora Daniela Li postou um texto no Twitterrelatando uma ocasião em que o caster e ex-técnico de LoLGabriel "MiT" tentou forçá-la a fazer sexo oral nele há seis ousete anos. A paulistana também afirmou que outras mulherescomentaram ocasiões parecidas envolvendo MiT, como acosplayer Débora Fuzeti, que respondeu a postagem de Danielana rede social. Em nota oficial, MiT se desculpou por erros nopassado de forma generalizada. A Riot Games afirmou que ocaster não fará parte das transmissões do CBLoL 2021.

Filipe "pancc" (CS:GO)

O ex-atleta da Sharks Esports aparece em prints comuma garota de 15 anos, sete anos mais nova que ele, sugerindorelações sexuais entre os dois e inclusive admitindo o quãoproblemático isso seria. Em outra série de prints, apareceinsistindo e perseguindo outra garota, para quem ele teriainventado uma mentira em que teria transado com ela. O pró-player confirmou as acusações e pediu desculpasveementemente em nota oficial, afirmando que se arrependeu.A Sharks declarou que abriu processo interno para apurar osrelatos envolvendo o jogador de CS:GO.

[...]

Disponível em https://globoesporte.globo.com/esports/noticia/exposed-nos-esports-os-casos-de-violencia-sexual-machismo-e-outros-abusos.ghtml

Assinale a alternativa que apresenta uma oraçãosimples.
 

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2105220 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra adesinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com asfake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) umapágina sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitaislidam com a desinformação. O material é parecido com umainiciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder aquestões como "o algoritmo da busca favorece sites quedisseminam fake news" ou "as plataformas do Google não sãotransparentes".

A empresa defende que os resultados da busca sãodeterminados por uma série de algoritmos que analisam fatorescomo os termos da pesquisa, relevância e usabilidade daspáginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um"saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a maislinks sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "oGoogle pode identificar e remover toda a desinformação dainternet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafiocomplexo para o qual não existe uma resposta simples e única".Na versão estendida, a companhia afirma que "não está emposição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, averacidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma"outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossosresultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários"ferramentas para acessar o contexto e a diversidade deperspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões",sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a"publicidade digital financia disseminadores dedesinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que"estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitidonos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebempublicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhãode contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginasda web por violar essas políticas e que os anunciantes podemescolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suasplataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem queeles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões decliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e quemuitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digitalpara arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites queutilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital fazparte das acusações de condutas anticompetitivas em processosnos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, KenPaxton, a atuação da empresa é comparada à de todos osjogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociaranúncios porque atua em todas as posições, arremessando erecebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticosé alvo de discussão regulatória em alguns países como Françae Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que oGoogle negociasse com editoras o pagamento pelo uso doconteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinouacordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas comoGoogle e Facebook terão que pagar aos meios de comunicaçãopelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra amedida.


Disponível emhttps://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa correta com relação ao uso dasaspas no texto.
 

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2105219 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Com relação ao décimo parágrafo, assinale a alternativa correta.
 

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