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Brasil é laboratório do melhor e do pior em governança tecnológica

Na semana passada participei de um jantar oficial com o presidente francês, Emmanuel Macron, na sede do governo em Paris. Foram convidados 20 “pensadores” globais que trabalham com tecnologia. O objetivo era discutir o papel da França e da Europa de modo geral sobre questões tecnológicas. Dentre os convidados, estavam a escritora(a) Shoshana Zuboff (autora do livro A Era do Capitalismo de Vigilância) e a baronesa Joanna Shields, ex-Ministra de Internet e Segurança da Inglaterra. Da América Latina, só este colunista.

Três perguntas foram levantadas nas conversas. É possível usar a tecnologia a favor da democracia? Como proteger direitos em face do avanço tecnológico? E, muito importante, como proteger as democracias dos ataques coordenados por meios digitais?

A França está em posição favorável para levantar essas(b) questões. O país está prestes a assumir a presidência do Conselho da Europa. Além disso, nos dias seguintes ao jantar, recebeu a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, além de outras lideranças globais que participaram do Fórum da Paz, a convite do país.

No jantar acabei conhecendo alguns dos ministros franceses. Dentre eles, a jovem ministra da transformação e reforma do Estado, Amélie de Montchalin, que se sentou ao meu lado. Amélie morou no Brasil na cidade de Campinas e fala português perfeitamente. Seu pai foi executivo de uma fábrica de produtos alimentícios na cidade. No dia do jantar ela havia acabado de lançar a política de software livre da França. Além disso, inclui uma estratégia para atrair programadores para trabalharem no governo francês. Tudo um luxo comparado com as políticas tecnológicas brasileiras no momento.

Vale lembrar que o Brasil já foi líder nessa área e pioneiro em políticas de software livre na administração pública. Hoje está à deriva(c). Aliás, esse foi o tema da minha fala para o presidente Macron. Enfatizei que nosso país é uma espécie de laboratório de tudo que existe de melhor e pior(d) em termos de governança tecnológica. No lado bom, criamos no passado a Parceria Internacional de Governos Abertos (OGP), que foi citada várias vezes na reunião. Criamos também o Marco Civil da Internet, visto como modelo, e também citado. Fizemos iniciativas globais como a NetMundial, ou o próprio Comitê Gestor da Internet. Tudo permanece na memória de líderes globais.

Já sobre as experiências ruins relacionadas à tecnologia não é preciso citar. Vivemos dentro delas e de seus resultados todos os dias no país. Uma lição ficou clara no jantar: liderança importa. Diga-se o que se quiser do presidente francês, ele tem um plano e uma visão clara sobre o papel da França. Essa visão produz frutos. O país vai crescer 7% em 2021. A taxa de desemprego está baixa e decrescendo, com meio milhão de empregos formais criados neste ano. O país está construindo as bases para participar cada vez mais da economia digital e quer dialogar com pensadores do mundo inteiro para isso.

Como dizia um outro francês, Allan Kardec: “Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa está na grandeza do seu efeito.” Para refletirmos.

(Ronaldo Lemos. Folha de S.Paulo, 14/11/21. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2021/11/brasil-e-laboratorio-do-melhor-e-do-pior-em-governanca-tecnologica.shtml)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada exerça, no texto, papel adjetivo.

 

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Brasil é laboratório do melhor e do pior em governança tecnológica

Na semana passada participei de um jantar oficial com o presidente francês, Emmanuel Macron, na sede do governo em Paris. Foram convidados 20 “pensadores” globais que trabalham com tecnologia. O objetivo era discutir o papel da França e da Europa de modo geral sobre questões tecnológicas. Dentre os convidados, estavam a escritora Shoshana Zuboff (autora do livro A Era do Capitalismo de Vigilância) e a baronesa Joanna Shields, ex-Ministra de Internet e Segurança da Inglaterra. Da América Latina, só este(b) colunista.

Três perguntas foram levantadas nas conversas. É possível usar a tecnologia a favor da democracia? Como proteger direitos em face do avanço tecnológico? E, muito importante, como proteger as democracias dos ataques coordenados por meios digitais?

A França está em posição favorável para levantar essas(a) questões. O país está prestes a assumir a presidência do Conselho da Europa. Além disso(c), nos dias seguintes ao jantar, recebeu a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, além de outras lideranças globais que participaram do Fórum da Paz, a convite do país.

No jantar acabei conhecendo alguns dos ministros franceses. Dentre eles, a jovem ministra da transformação e reforma do Estado, Amélie de Montchalin, que se sentou ao meu lado. Amélie morou no Brasil na cidade de Campinas e fala português perfeitamente. Seu pai foi executivo de uma fábrica de produtos alimentícios na cidade. No dia do jantar ela havia acabado de lançar a política de software livre da França. Além disso, inclui uma estratégia para atrair programadores para trabalharem no governo francês. Tudo um luxo comparado com as políticas tecnológicas brasileiras no momento.

Vale lembrar que o Brasil já foi líder nessa área e pioneiro em políticas de software livre na administração pública. Hoje está à deriva. Aliás, esse foi o tema da minha fala para o presidente Macron. Enfatizei que nosso país é uma espécie de laboratório de tudo que existe de melhor e pior em termos de governança tecnológica. No lado bom, criamos no passado a Parceria Internacional de Governos Abertos (OGP), que foi citada várias vezes na reunião. Criamos também o Marco Civil da Internet, visto como modelo, e também citado. Fizemos iniciativas globais como a NetMundial, ou o próprio Comitê Gestor da Internet. Tudo permanece na memória de líderes globais.

Já sobre as experiências ruins relacionadas à tecnologia não é preciso citar. Vivemos dentro delas e de seus resultados todos os dias no país. Uma lição ficou clara no jantar: liderança importa. Diga-se o que se quiser do presidente francês, ele tem um plano e uma visão clara sobre o papel da França. Essa(d) visão produz frutos. O país vai crescer 7% em 2021. A taxa de desemprego está baixa e decrescendo, com meio milhão de empregos formais criados neste ano. O país está construindo as bases para participar cada vez mais da economia digital e quer dialogar com pensadores do mundo inteiro para isso.

Como dizia um outro francês, Allan Kardec: “Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa está na grandeza do seu efeito.” Para refletirmos.

(Ronaldo Lemos. Folha de S.Paulo, 14/11/21. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2021/11/brasil-e-laboratorio-do-melhor-e-do-pior-em-governanca-tecnologica.shtml)

Assinale a alternativa em que o pronome indicado, no texto, exerça papel dêitico.

 

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Ainda sobre o hino de Campina Grande, analise o excerto abaixo:

Venturosa Campina querida,

Ó cidade que e !

O teu povo o progresso ,

És na terra o bem que mais quero!

O teu céu sempre azul cor de anil,

Tuas serras de verde

Salpicadas com o ouro do sol

Ou com a hóstia dos brancos luares!

Assinale a sequência correta que preenche, respectivamente, as lacunas acima dispostas.

 

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2135080 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Sobre a criança, para Wallon, analise as afirmativas abaixo:

I. É essencialmente emocional e gradualmente vai se constituindo como um ser cognitivo.

II. Nasce imersa em um mundo cultural simbólico. III. Se desenvolve a partir de estágios, o primeiro deles é o operatório concreto.

Assinale

 

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2135079 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Ferreiro e Teberosky (1999) são estudiosas da área da linguagem. Sobre a aprendizagem da linguagem, analise o que segue:

I. As crianças adquirem o conhecimento da escrita por intermédio do desenvolvimento cognitivo. Em seus estudos foi observado correlação entre as letras e os segmentos sonoros.

II. No processo de escrita a criança tem ideias próprias, formula hipóteses para apresentar por intermédio da escrita.

III. Dois dos níveis da evolução da escrita infantil são o Silábico-alfabético e o Alfabético. Nessa etapa, a criança demonstra segurança e uma escrita quase convencional.

Sobre as afirmativas acima, assinale a alternativa correta.

 

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2135078 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Considerando a psicomotricidade na educação infantil, assinale a alternativa correta.

 

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2135077 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

A psicomotricidade se detém no estudo do corpo em movimento. Sobre a psicomotricidade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I. A Psicomotricidade está relacionada ao processo de maturação, em que o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas.

Porque

II. A psicomotricidade é atividade exclusiva nas aulas de educação física para manter a saúde das crianças e combater a obesidade infantil.

 

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2135076 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

O grafismo é uma estratégia didática para trabalhar a pintura. Sobre o grafismo na educação infantil, analise as afirmativas abaixo:

I. É importante que o professor entenda o processo do grafismo infantil e principalmente o significado do desenho para a infância.

II. Na atividade de grafismo a criança tem a liberdade de manusear a arte utilizando diferentes materiais.

III. O aspecto psicológico da criança aparece na atividade de grafismo, porque ela se relaciona emocionalmente com o que desenha.

Assinale

 

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2135075 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

O desenho é uma linguagem que possibilita novas aprendizagens, porque

 

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2135074 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Considerando a utilização do desenho como prática pedagógica, assinale a afirmativa incorreta.

 

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