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Do total de funcionários de uma empresa, 8% são estrangeiros e os demais brasileiros. Do total de funcionários estrangeiros, 40% são homens e 6 são mulheres. A diferença entre o número de funcionários brasileiros e o número de funcionários estrangeiros é igual a
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O fabricante de uma máquina garante que a cada 20 peças produzidas, 19 saem exatamente como o especificado. Se essa máquina produzir 1 900 peças, o número dessas que estarão fora da especificação será
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Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância e colocação pronominal da língua portuguesa.
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A estratégia do Japão para combater o coronavírus no início da pandemia mostrou-se única por mesclar abordagem científica, flexibilidade e senso comum.
“No Japão, usamos uma abordagem diferente da que foi usada na maior parte do mundo”, afirma Hitoshi Oshitani, professor de virologia da Faculdade de Medicina de Tohoku. “Na maior parte do mundo, a estratégia foi a de tentar conter o coronavírus. Desde o início, não tínhamos esse objetivo. Optamos por algo diferente: decidimos aprender a conviver com esse vírus”, completa.
Ainda de acordo com o professor, o raciocínio por trás da estratégia japonesa de conviver com o vírus não foi motivado apenas por razões políticas ou de infraestrutura: “foi baseado em nosso conhecimento sobre o vírus e no que estávamos descobrindo sobre ele. Sabíamos da existência de muitos casos assintomáticos ou com sintomas muito leves. Isso torna muito difícil localizar todos os casos positivos. Por isso, nosso propósito não era contê-los desde o início, mas tentar suprimir as transmissões o máximo que pudéssemos”.
Para Oshitani, diversos aspectos culturais e peculiares do Japão também contribuíram para aprender a viver uma vida “normal” durante a pandemia. “É sabido que nós, japoneses, somos mais propensos ao distanciamento físico do que no Ocidente. Outro elemento que tem tido bastante impacto é a pressão social: ninguém no Japão gostaria de ser apontado como responsável pela transmissão do vírus”, completa.
Segundo um estudo, o uso generalizado de máscara no Japão não está ligado ao desejo de prevenir a propagação do vírus, mas sim a uma pressão social: a maioria dos japoneses prefere não ser questionada por não usá-la. “A pressão social, sem dúvida, tem ajudado a conter o vírus no Japão, mas também tem criado situações de discriminação contra pessoas doentes ou trabalhadores do setor de saúde”, afirma Oshitani.
(Lioman Lima. Pandemia de covid-19: A polêmica estratégia do Japão de conviver com o coronavírus. www.bbc.com, 07.10.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado exprime ideia de finalidade.
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A estratégia do Japão para combater o coronavírus no início da pandemia mostrou-se única por mesclar abordagem científica, flexibilidade e senso comum.
“No Japão, usamos uma abordagem diferente da que foi usada na maior parte do mundo”, afirma Hitoshi Oshitani, professor de virologia da Faculdade de Medicina de Tohoku. “Na maior parte do mundo, a estratégia foi a de tentar conter o coronavírus. Desde o início, não tínhamos esse objetivo. Optamos por algo diferente: decidimos aprender a conviver com esse vírus”, completa.
Ainda de acordo com o professor, o raciocínio por trás da estratégia japonesa de conviver com o vírus não foi motivado apenas por razões políticas ou de infraestrutura: “foi baseado em nosso conhecimento sobre o vírus e no que estávamos descobrindo sobre ele. Sabíamos da existência de muitos casos assintomáticos ou com sintomas muito leves. Isso torna muito difícil localizar todos os casos positivos. Por isso, nosso propósito não era contê-los desde o início, mas tentar suprimir as transmissões o máximo que pudéssemos”.
Para Oshitani, diversos aspectos culturais e peculiares do Japão também contribuíram para aprender a viver uma vida “normal” durante a pandemia. “É sabido que nós, japoneses, somos mais propensos ao distanciamento físico do que no Ocidente. Outro elemento que tem tido bastante impacto é a pressão social: ninguém no Japão gostaria de ser apontado como responsável pela transmissão do vírus”, completa.
Segundo um estudo, o uso generalizado de máscara no Japão não está ligado ao desejo de prevenir a propagação do vírus, mas sim a uma pressão social: a maioria dos japoneses prefere não ser questionada por não usá-la. “A pressão social, sem dúvida, tem ajudado a conter o vírus no Japão, mas também tem criado situações de discriminação contra pessoas doentes ou trabalhadores do setor de saúde”, afirma Oshitani.
(Lioman Lima. Pandemia de covid-19: A polêmica estratégia do Japão de conviver com o coronavírus. www.bbc.com, 07.10.2020. Adaptado)
No trecho “É sabido que nós, japoneses, somos mais propensos ao distanciamento físico do que no Ocidente” (4º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por
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A estratégia do Japão para combater o coronavírus no início da pandemia mostrou-se única por mesclar abordagem científica, flexibilidade e senso comum.
“No Japão, usamos uma abordagem diferente da que foi usada na maior parte do mundo”, afirma Hitoshi Oshitani, professor de virologia da Faculdade de Medicina de Tohoku. “Na maior parte do mundo, a estratégia foi a de tentar conter o coronavírus. Desde o início, não tínhamos esse objetivo. Optamos por algo diferente: decidimos aprender a conviver com esse vírus”, completa.
Ainda de acordo com o professor, o raciocínio por trás da estratégia japonesa de conviver com o vírus não foi motivado apenas por razões políticas ou de infraestrutura: “foi baseado em nosso conhecimento sobre o vírus e no que estávamos descobrindo sobre ele. Sabíamos da existência de muitos casos assintomáticos ou com sintomas muito leves. Isso torna muito difícil localizar todos os casos positivos. Por isso, nosso propósito não era contê-los desde o início, mas tentar suprimir as transmissões o máximo que pudéssemos”.
Para Oshitani, diversos aspectos culturais e peculiares do Japão também contribuíram para aprender a viver uma vida “normal” durante a pandemia. “É sabido que nós, japoneses, somos mais propensos ao distanciamento físico do que no Ocidente. Outro elemento que tem tido bastante impacto é a pressão social: ninguém no Japão gostaria de ser apontado como responsável pela transmissão do vírus”, completa.
Segundo um estudo, o uso generalizado de máscara no Japão não está ligado ao desejo de prevenir a propagação do vírus, mas sim a uma pressão social: a maioria dos japoneses prefere não ser questionada por não usá-la. “A pressão social, sem dúvida, tem ajudado a conter o vírus no Japão, mas também tem criado situações de discriminação contra pessoas doentes ou trabalhadores do setor de saúde”, afirma Oshitani.
(Lioman Lima. Pandemia de covid-19: A polêmica estratégia do Japão de conviver com o coronavírus. www.bbc.com, 07.10.2020. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
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Quanto à ocorrência do acento indicativo de crase, assinale a alternativa em que a frase está corretamente redigida.
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Leia a tira para responder à questão.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. www1.folha.uol.com.br, 26.01.2022)
No último quadro, se a resposta do personagem fosse “O motivo não escrevo um livro sobre isso é que não quero ser imortal”, a lacuna deve ser completada, mantendo-se o sentido e a correção gramatical da resposta original, por
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Leia a tira para responder à questão.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. www1.folha.uol.com.br, 26.01.2022)
Assinale a alternativa em que há vocábulo empregado em sentido figurado na tira, conforme o contexto em que se encontra.
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Leia a tira para responder à questão.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. www1.folha.uol.com.br, 26.01.2022)
A partir da leitura da tira, é correto concluir que
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