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Foram encontradas 50 questões.

2816450 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Tem-se a seguinte planilha, criada no LibreOffice Calc 6.4, em sua configuração original:

Enunciado 3107342-1

A

1

1

2

2

3

3

4

4

5

5

6

3

A célula A6 contém a função =MÉDIA(A1:A5)

Considere as seguintes ações:

I. O usuário preencher a célula A5 com a letra A.

II. O usuário apagar o conteúdo da célula A5.

III. O usuário preencher a célula A5 com o número 0.

Ao executar as 3 ações, o resultado da célula A6 em cada ação será, respectivamente:

 

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2816449 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Em um retângulo, o lado maior excede em 1 cm o lado menor. Unindo-se os pontos médios dos lados desse retângulo forma-se um losango, conforme mostra a figura.

Enunciado 3107341-1

Se o perímetro do retângulo é igual a 98 cm, a área do losango é

 

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2816448 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Observe a charge.

Enunciado 3107340-1

(Dalcio)

O efeito de crítica da charge explica-se pelo fato de

 

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2816447 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

A palavra em destaque na frase do 1° parágrafo – Agora foi descoberta mais uma possível explicação... – pertence à mesma classe gramatical que a palavra destacada em:

 

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2816446 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

Com os dois primeiros verbos transpostos para o tempo passado, e mantendo a correta correlação verbal, o período do 3° parágrafo – O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade. – está corretamente reescrito em:

 

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2816445 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

Considere a passagem do texto, modificada:

Talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos para alongar nossa vida.

As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de

 

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2816444 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

Observe as frases do 3° parágrafo:

• Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários.

• Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos)...

Nesses trechos, os dois-pontos e os parênteses têm, correta e respectivamente, as funções de

 

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2816443 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

Considere as frases formuladas a partir do texto e assinale a alternativa em que, em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal, a frase está correta.

 

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2816442 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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2816441 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

O microbioma dos centenários

Por que algumas pessoas vivem mais de 100 anos? A longevidade se deve a uma combinação de fatores, da constituição genética à sorte, passando por alimentação, hábitos de vida, estresse e até poluição. Agora foi descoberta mais uma possível explicação para a longevidade: os tipos de microrganismos que habitam o intestino, o microbioma intestinal.

Nas últimas décadas, essa mistura de seres vivos tem sido estudada em detalhe. Descobrimos que os bichinhos que lá habitam mudam ao longo da nossa vida, dependem de nossa alimentação e podem ser alterados pelos remédios que ingerimos. Esses microrganismos destroem e modificam os alimentos que ingerimos, facilitam a absorção dos alimentos e produzem moléculas benéficas. Elas são parte de nosso corpo e têm uma função importante em nossa vida.

Cientistas vêm comparando o microbioma de japoneses de diferentes idades. Um grupo inclui 160 pessoas com mais de 100 anos: os centenários. Outro grupo inclui 112 idosos (entre 85 e 89 anos) e um terceiro grupo tem 47 jovens (entre 21 e 55 anos). O objetivo do trabalho é descobrir se existe algo de diferente no microbioma de pessoas centenárias que explique a longevidade.

Ao fazer a listagem, os cientistas descobriram que os centenários possuem uma quantidade muito maior de um conjunto de bactérias. O genoma de 68 dessas bactérias foi estudado em detalhe.

Foi descoberto que essas bactérias possuem um conjunto de genes capazes de modificar os ácidos biliares presentes no intestino, que essas bactérias presentes nos centenários produzem enzimas capazes de transformar parte desses ácidos biliares em outras moléculas. Uma delas é o ácido isoalolithocolico, que nosso genoma não possui os genes para produzir. Cientistas descobriram que esse ácido é um potente antibiótico capaz de matar bactérias prejudiciais à saúde.

Se for comprovado que a presença desses antibióticos é parte da explicação para a longevidade, talvez um dia seja possível colonizar o intestino das pessoas com esses microrganismos e, talvez, alongar nossa vida.

(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 20 nov. de 2021. Adaptado)

As informações do texto permitem afirmar que

 

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