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Foram encontradas 50 questões.

2992817 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 08 e 09.

Ogiva

Armar um poema requer lógica.

Uma lógica secreta,

de seita, confraria,

e que apenas os poetas,

iniciados nas artes dessa alquimia,

conhecem e arriscam articular.

Armar um poema é sempre forma

de amar o poema

que o leitor, ao final,

amando-o também,

tentará eternamente,

e sem sucesso,

desarmar.

(Leonardo Almeida Filho. Tutano. São Paulo: Patuá, 2020).

As vírgulas intercalam uma expressão explicativa em:

 

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2992816 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 08 e 09.

Ogiva

Armar um poema requer lógica.

Uma lógica secreta,

de seita, confraria,

e que apenas os poetas,

iniciados nas artes dessa alquimia,

conhecem e arriscam articular.

Armar um poema é sempre forma

de amar o poema

que o leitor, ao final,

amando-o também,

tentará eternamente,

e sem sucesso,

desarmar.

(Leonardo Almeida Filho. Tutano. São Paulo: Patuá, 2020).

A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu-lírico

 

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2992815 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:

 

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2992814 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.

A memória dos que envelhecem (e que transmitem aos filhos, aos sobrinhos, aos netos, a lembrança dos pequenos fatos que tecem a vida de cada indivíduo e do grupo com que ele estabelece contatos, correlações, aproximações, antagonismos, afeições, repulsas e ódios) é o elemento básico na construção da tradição familiar. Esse folclore jorra e vai vivendo do contato do moço com o velho — porque só este sabe que existiu em determinada ocasião o indivíduo cujo conhecimento pessoal não valia nada, mas cuja evocação é uma esmagadora oportunidade poética. Só o velho sabe daquele vizinho de sua avó, há muita coisa mineral dos cemitérios, sem lembrança nos outros e sem rastro na terra — mas que ele pode suscitar de repente (como o mágico que abre a caixa dos mistérios) na cor dos bigodes, no corte do paletó, na morrinha do fumo, no ranger das botinas de elástico, no andar, no pigarro, no jeito — para o menino que está escutando e vai prolongar por mais cinquenta, mais sessenta anos a lembrança que lhe chega, não como coisa morta, mas viva qual flor olorosa e colorida, límpida e nítida e flagrante como um fato presente.

E com o evocado vem o mistério das associações trazendo a rua, as casas antigas, outros jardins, outros homens, fatos pretéritos, toda a camada da vida de que o vizinho era parte inseparável e que também renasce quando ele revive — porque um e outro são condições recíprocas. Costumes de avô, responsos de avó, receitas de comida, crenças, canções, superstições familiares duram e são passadas adiante nas palestras de depois do jantar; nas das tardes de calor, nas varandas que escurecem; nas dos dias de batizado, de casamento, de velório.

(Pedro Nava. Baú de Ossos. São Paulo: Cia das Letras, 2012)

Assinale a alternativa que apresenta informação correta a respeito dos elementos linguísticos do trecho.

 

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2992813 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.

A memória dos que envelhecem (e que transmitem aos filhos, aos sobrinhos, aos netos, a lembrança dos pequenos fatos que tecem a vida de cada indivíduo e do grupo com que ele estabelece contatos, correlações, aproximações, antagonismos, afeições, repulsas e ódios) é o elemento básico na construção da tradição familiar. Esse folclore jorra e vai vivendo do contato do moço com o velho — porque só este sabe que existiu em determinada ocasião o indivíduo cujo conhecimento pessoal não valia nada, mas cuja evocação é uma esmagadora oportunidade poética. Só o velho sabe daquele vizinho de sua avó, há muita coisa mineral dos cemitérios, sem lembrança nos outros e sem rastro na terra — mas que ele pode suscitar de repente (como o mágico que abre a caixa dos mistérios) na cor dos bigodes, no corte do paletó, na morrinha do fumo, no ranger das botinas de elástico, no andar, no pigarro, no jeito — para o menino que está escutando e vai prolongar por mais cinquenta, mais sessenta anos a lembrança que lhe chega, não como coisa morta, mas viva qual flor olorosa e colorida, límpida e nítida e flagrante como um fato presente.

E com o evocado vem o mistério das associações trazendo a rua, as casas antigas, outros jardins, outros homens, fatos pretéritos, toda a camada da vida de que o vizinho era parte inseparável e que também renasce quando ele revive — porque um e outro são condições recíprocas. Costumes de avô, responsos de avó, receitas de comida, crenças, canções, superstições familiares duram e são passadas adiante nas palestras de depois do jantar; nas das tardes de calor, nas varandas que escurecem; nas dos dias de batizado, de casamento, de velório.

(Pedro Nava. Baú de Ossos. São Paulo: Cia das Letras, 2012)

Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado no trecho:

 

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2992812 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.

A memória dos que envelhecem (e que transmitem aos filhos, aos sobrinhos, aos netos, a lembrança dos pequenos fatos que tecem a vida de cada indivíduo e do grupo com que ele estabelece contatos, correlações, aproximações, antagonismos, afeições, repulsas e ódios) é o elemento básico na construção da tradição familiar. Esse folclore jorra e vai vivendo do contato do moço com o velho — porque só este sabe que existiu em determinada ocasião o indivíduo cujo conhecimento pessoal não valia nada, mas cuja evocação é uma esmagadora oportunidade poética. Só o velho sabe daquele vizinho de sua avó, há muita coisa mineral dos cemitérios, sem lembrança nos outros e sem rastro na terra — mas que ele pode suscitar de repente (como o mágico que abre a caixa dos mistérios) na cor dos bigodes, no corte do paletó, na morrinha do fumo, no ranger das botinas de elástico, no andar, no pigarro, no jeito — para o menino que está escutando e vai prolongar por mais cinquenta, mais sessenta anos a lembrança que lhe chega, não como coisa morta, mas viva qual flor olorosa e colorida, límpida e nítida e flagrante como um fato presente.

E com o evocado vem o mistério das associações trazendo a rua, as casas antigas, outros jardins, outros homens, fatos pretéritos, toda a camada da vida de que o vizinho era parte inseparável e que também renasce quando ele revive — porque um e outro são condições recíprocas. Costumes de avô, responsos de avó, receitas de comida, crenças, canções, superstições familiares duram e são passadas adiante nas palestras de depois do jantar; nas das tardes de calor, nas varandas que escurecem; nas dos dias de batizado, de casamento, de velório.

(Pedro Nava. Baú de Ossos. São Paulo: Cia das Letras, 2012)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o autor

 

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2992811 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia a tira para responder às questões de 01 a 03.

Enunciado 3243593-1

(Dik Browne. Hagar. Folha de S. Paulo, 19 de julho de 2006)

A forma verbal destacada em “Quero que pinte a casa hoje” foi empregada no mesmo tempo e modo que a destacada em:

 

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2992810 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia a tira para responder às questões de 01 a 03.

Enunciado 3243592-1

(Dik Browne. Hagar. Folha de S. Paulo, 19 de julho de 2006)

No 2º quadro, a expressão “a não ser quando” introduz uma

 

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2992809 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Leia a tira para responder às questões de 01 a 03.

Enunciado 3243591-1

(Dik Browne. Hagar. Folha de S. Paulo, 19 de julho de 2006)

Assinale a alternativa que melhor explica o humor da tira.

 

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2992842 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Consideradas como as intercorrências mais comuns na gestação, as síndromes hipertensivas representam a principal causa de morbimortalidade materna no mundo (MS, 2022). Para obtenção de valores fidedignos, a aferição da pressão arterial (PA) deve ser feita, preferencialmente, com a gestante , e em mais de uma medida com intervalo de , aplicando o aparelho com manguito de 13 cm no membro superior , mantendo-o elevado, na altura do coração. A obtenção de pressão arterial sistólica e/ou diastólica definem hipertensão arterial na gestação.

Assinale a alternativa que, de acordo com as orientações do Ministério da Saúde (2022), completa, correta e respectivamente, o texto apresentado.

Questão Anulada

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