Foram encontradas 307 questões.
Um analista, utilizando o MS-Word 365, em sua configuração padrão, escreveu o seguinte conteúdo em um documento:
| Item | Código | Produto |
|---|---|---|
| A | 102 | Batata |
| B | 2838 | Arroz |
| C | 3737 | Frango |
Em seguida, selecionou todo o texto e realizou algumas ações para transformá-lo na seguinte tabela:

Assinale a alternativa que apresenta corretamente as ações realizadas pelo analista.
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No Windows 11, em sua configuração padrão, é possível capturar a tela do usuário a partir da funcionalidade da tecla PRINT SCREEN.
Maria, servidora pública, pressionou a tecla PRINT SCREEN e, em seguida, a combinação tecla Windows + PRINT SCREEN.
Cada uma das capturas de tela destas duas ações foram salvas, respectivamente, na
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Considere a seguinte afirmação:
Se estou participando deste concurso, então tenho o Ensino Superior completo.
Assinale a alternativa que contém uma afirmação logicamente equivalente à afirmação apresentada.
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A sequência numérica 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14, 16, ... apresenta um único padrão de formação.
Sabendo-se que o primeiro elemento dessa sequência é o número 1, seu trigésimo elemento é o número
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Considere a seguinte informação, divulgada na página eletrônica da Agência Brasil, em 17.05.2024:
No Brasil, das [x] milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete […]. Em números proporcionais, o resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022, e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/ geral/noticia/2024-05/taxa-de-alfabetizacao-chega-93-da- -populacao-brasileira-revela-ibge. Adaptado)
Considerando que x milhões de pessoas seja o contingente populacional em questão, que 151,5 milhões de pessoas corresponda à taxa de alfabetização apresentada, e que a taxa de analfabetismo corresponda à diferença entre x milhões e 151,5 milhões de pessoas, o número aproximado de pessoas consideradas nessa taxa de analfabetismo é de
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Leia o Texto II para responder à questão.
Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.
Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”
“Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”
(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)
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Leia o Texto II para responder à questão.
Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.
Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”
“Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”
(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)
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