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Paciente de 32 anos, nuligesta, veio à consulta por estar há 3 anos tentando engravidar. Parceiro tem 52 anos, também sem filhos. O casal não usa nenhum método contraceptivo há 3 anos, e antes usavam condom masculino. A média de frequência de atividade sexual é de 3 relações sexuais na semana. A paciente tem ciclo menstrual regular com dismenorreia intensa há alguns anos. Ao ser questionada, apresenta queixa de dispareunia de profundidade e às vezes dor pélvica fora do período menstrual. Tem histórico de infecção de transmissão sexual aos 23 anos (gonorreia), que não foi tratada. Nega tabagismo. O parceiro da paciente não tem comorbidades nem histórico de infecção de transmissão sexual e nega tabagismo. Ambos não apresentam particularidades na história mórbida familiar.
A respeito da propedêutica da infertilidade do casal acima, assinale a alternativa correta.
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Leia as situações clínicas descritas a seguir:
1. Paciente de 35 anos. Nuligesta. Há 8 meses, vem apresentando o seguinte padrão menstrual: aumento do fluxo menstrual em dias e em volume, porém mantendo-se com intervalos regulares (a cada 28 dias), e associado a dismenorreia de moderada intensidade.
2. Paciente de 24 anos. Nuligesta. Há 1 ano, vem apresentando o seguinte padrão menstrual: menstrua a cada 5 a 6 meses, mas, quando menstrua, é com grande fluxo e duração aumentada; tem queixas de acne e de aumento de pelos.
3. Paciente de 65 anos. Nuligesta. Obesa. Menopausa há 15 anos. Há 4 meses, vem apresentando sangramento vaginal: pouca quantidade, 3 a 4 dias de duração, 2 a 3 vezes ao mês.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o diagnóstico das situações descritas.
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Paciente de 28 anos, em relacionamento homoafetivo há 2 anos. Sem uso de métodos contraceptivos. G1 A1. DUM: há 1 semana. Traz o seguinte resultado de sua citologia oncótica do colo uterino de rotina, realizada na Unidade Básica de Saúde:
Qual é o seguimento correto para essa paciente?
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Paciente de 17 anos. Há 2 anos, apresenta mudanças em seu ciclo menstrual. Refere que menstrua poucas vezes ao ano e que já ficou 5 meses seguidos sem menstruar. Nega sexarca. Menarca aos 11 anos. Tem queixas de aumento dos pelos no rosto, no abdômen e na virilha e de manchas escuras no pescoço e nas axilas. Ao exame físico: peso: 102 kg; altura: 1,58 m; circunferência abdominal: 99,5 cm. Acantose nigricans: axila e região cervical. Índice de Ferriman Gallwey: 28. O médico ginecologista faz o atendimento e solicita ecografia pélvica e exames laboratoriais cujos resultados são: ecografia pélvica: útero em AVF; volume de 45 cm³; miométrio homogêneo; endométrio de 11 mm; ovário direito com volume de 23 cm³ e ovário esquerdo com volume de 21 cm³. Exames laboratoriais: ß-HCG negativo; testosterona total: 151 ng/dL (VR: 15 - 80); 17 alfa hidroxiprogesterona: 1,2 ng/dL (VR < 2 ng/dL); S-DHEA: 367 μg/dL (VR: 35 - 430 μg/dL); prolactina: 10 μg/dL (VR: 1,9 - 25 ng/dL); TSH : 3,38 μUI/Ml (VR: 0,4 e 4,3 μg/dL; LH: 1,98 UI/mL (VR: 1,1 - 11,5 UI/mL); FSH: 3,15 mUI/mL (VR: 2,8 - 11,3 UI/mL).
Com base na principal hipótese diagnóstica para o caso, qual é a alternativa correta sobre o tratamento?
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Paciente de 38 anos queixa-se de dor pélvica há 2 dias, mais evidenciada em fossa ilíaca esquerda, de moderada intensidade. Ao exame físico geral: sinais vitais normais; abdômen discretamente doloroso à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda, sem sinais de peritonismo. Ao exame ginecológico: ausência de leucorreia, colo e vagina normais. História ginecológica e obstétrica: G2 C2 DUC há 2 anos. Ciclos menstruais regulares (+/- 28 dias), DUM: há 17 dias. MAC: condom. História mórbida pessoal: lúpusneritematoso sistêmico (não sabe informar sobre status dos anticorpos antifosfolipídicos). Afastada a possibilidade de gravidez. Realizada ecografia transvaginal com o seguinte laudo: “Útero em RVF, volume de 62 cm³, miométrio e endométrio normais. Ovário direito com volume de 4 cm³, sem anormalidades, e ovário esquerdo com volume de 79 cm³, apresentando duas imagens anecoicas, promotoras de reforço acústico posterior com linhas horizontais lineares e septos finos em seu interior, sem fluxo ao Doppler, medindo 4,4 x 2,3 cm e 2,7 x 2,4 cm. Impressão diagnóstica: cisto complexo em ovário esquerdo (provável cisto hemorrágico)”.
Diante desse quadro, qual é a conduta a ser tomada?
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