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2861167 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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Leia o Texto | para responder às questões de 1 a 5.

Texto l

Prato cheio para historiadores

Do domínio do fogo pelos primeiros seres humanos às redes de fast-food é possível identificar hábitos alimentares que fornecem pistas sobre o modo de vida em diferentes sociedades. Estudos recentes mostram que práticas de produção, comercialização e consumo de alimentos e bebidas foram capazes de moldar e responder a mudanças políticas, econômicas e culturais de cidades brasileiras entre os séculos XVIII e XX. Os trabalhos evidenciam como a história da alimentação, um campo de pesquisa relativamente novo, pode ajudar a analisar aspectos pouco contemplados pela historiografia tradicional, que passa ao largo de atos como o de comer. Nos últimos anos, explica Leila Mezan Algranti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, novos estudos têm trazido à tona nuances locais de processos de urbanização e metropolização do país. “Trata-se de uma investigação mais profunda do que simplesmente descobrir o que as pessoas comiam no passado”, afirma a historiadora, uma das pioneiras da área no Brasil.

A prática de comer fora de casa é um bom exemplo de como a dinâmica econômica contribuiu para o surgimento de hábitos alimentares na cidade de São Paulo a partir do século 18. Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808, produtos como massas, queijos, embutidos e frutas secas passaram a entrar no cardápio dos paulistanos mais abastados, que tinham condições de consumi-los nas casas de pasto — uma versão ancestral dos restaurantes — e em botequins com perfil distinto daqueles frequentados por pessoas de menor poder aquisitivo. (...)

É somente na transição para o século 20 que a cozinha paulista passa a ser incrementada com a presença de imigrantes europeus. Os italianos influenciaram em grande medida o uso de azeites, embutidos (como mortadela e salame), azeitonas, macarrão, polenta, linguiças, molho de tomate, pães, queijos e antepastos, enquanto os portugueses fixaram a criação e o consumo de came suína e seus derivados. “Sem dúvida, a imigração diversificou os alimentos consumidos no Brasil, inclusive com o cultivo de gêneros que antes não eram sequer produzidos entre nós”, afirma Manzoni. (...)

Diferentemente das tabernas madrilenhas, que resistiram à padronização da comida, os hábitos alimentares dos moradores de pelo menos uma capital brasileira sofreram impacto dos Estados Unidos, no início do século XX. Foi o que ocorreu no Recife, a partir dos anos 1930, quando o chamado americanismo ganhou força, principalmente com o cinema de Hollywood e, na década seguinte, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando bases militares norte-americanas se estabeleceram em capitais nordestinas. “A população da capital pernambucana travou contato com os norte-americanos que perambulavam pela cidade com uniformes vistosos, jipes e carteiras com muitos dólares”, conta o historiador Frederico de Oliveira Toscano, que tratou do assunto em tese de doutorado defendida na USP. “Muitos moradores do Recife viam com desconfiança aqueles soldados que bebiam Coca-Cola no gargalo e uísque nos bares. Mas a suspeita cedeu lugar à admiração e logo a maioria passou a querer imitar os gringos”, explica.

Disponível em: https:/Awww.nexojornal.com.br/externo /2020/03/01/Prato-cheio-para-historiadores. Bruno de Pierro

A organização do terceiro parágrafo está evidenciada no par:

 

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2861166 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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Texto l

Prato cheio para historiadores

Do domínio do fogo pelos primeiros seres humanos às redes de fast-food é possível identificar hábitos alimentares que fornecem pistas sobre o modo de vida em diferentes sociedades. Estudos recentes mostram que práticas de produção, comercialização e consumo de alimentos e bebidas foram capazes de moldar e responder a mudanças políticas, econômicas e culturais de cidades brasileiras entre os séculos XVIII e XX. Os trabalhos evidenciam como a história da alimentação, um campo de pesquisa relativamente novo, pode ajudar a analisar aspectos pouco contemplados pela historiografia tradicional, que passa ao largo de atos como o de comer. Nos últimos anos, explica Leila Mezan Algranti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, novos estudos têm trazido à tona nuances locais de processos de urbanização e metropolização do país. “Trata-se de uma investigação mais profunda do que simplesmente descobrir o que as pessoas comiam no passado”, afirma a historiadora, uma das pioneiras da área no Brasil.

A prática de comer fora de casa é um bom exemplo de como a dinâmica econômica contribuiu para o surgimento de hábitos alimentares na cidade de São Paulo a partir do século 18. Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808, produtos como massas, queijos, embutidos e frutas secas passaram a entrar no cardápio dos paulistanos mais abastados, que tinham condições de consumi-los nas casas de pasto — uma versão ancestral dos restaurantes — e em botequins com perfil distinto daqueles frequentados por pessoas de menor poder aquisitivo. (...)

É somente na transição para o século 20 que a cozinha paulista passa a ser incrementada com a presença de imigrantes europeus. Os italianos influenciaram em grande medida o uso de azeites, embutidos (como mortadela e salame), azeitonas, macarrão, polenta, linguiças, molho de tomate, pães, queijos e antepastos, enquanto os portugueses fixaram a criação e o consumo de came suína e seus derivados. “Sem dúvida, a imigração diversificou os alimentos consumidos no Brasil, inclusive com o cultivo de gêneros que antes não eram sequer produzidos entre nós”, afirma Manzoni. (...)

Diferentemente das tabernas madrilenhas, que resistiram à padronização da comida, os hábitos alimentares dos moradores de pelo menos uma capital brasileira sofreram impacto dos Estados Unidos, no início do século XX. Foi o que ocorreu no Recife, a partir dos anos 1930, quando o chamado americanismo ganhou força, principalmente com o cinema de Hollywood e, na década seguinte, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando bases militares norte-americanas se estabeleceram em capitais nordestinas. “A população da capital pernambucana travou contato com os norte-americanos que perambulavam pela cidade com uniformes vistosos, jipes e carteiras com muitos dólares”, conta o historiador Frederico de Oliveira Toscano, que tratou do assunto em tese de doutorado defendida na USP. “Muitos moradores do Recife viam com desconfiança aqueles soldados que bebiam Coca-Cola no gargalo e uísque nos bares. Mas a suspeita cedeu lugar à admiração e logo a maioria passou a querer imitar os gringos”, explica.

Disponível em: https:/Awww.nexojornal.com.br/externo /2020/03/01/Prato-cheio-para-historiadores. Bruno de Pierro

Considerando o título “Prato cheio para os historiadores”, a palavra “prato” é utilizada com a função designada pelo seguinte recurso:

 

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2861165 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
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Texto l

Prato cheio para historiadores

Do domínio do fogo pelos primeiros seres humanos às redes de fast-food é possível identificar hábitos alimentares que fornecem pistas sobre o modo de vida em diferentes sociedades. Estudos recentes mostram que práticas de produção, comercialização e consumo de alimentos e bebidas foram capazes de moldar e responder a mudanças políticas, econômicas e culturais de cidades brasileiras entre os séculos XVIII e XX. Os trabalhos evidenciam como a história da alimentação, um campo de pesquisa relativamente novo, pode ajudar a analisar aspectos pouco contemplados pela historiografia tradicional, que passa ao largo de atos como o de comer. Nos últimos anos, explica Leila Mezan Algranti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, novos estudos têm trazido à tona nuances locais de processos de urbanização e metropolização do país. “Trata-se de uma investigação mais profunda do que simplesmente descobrir o que as pessoas comiam no passado”, afirma a historiadora, uma das pioneiras da área no Brasil.

A prática de comer fora de casa é um bom exemplo de como a dinâmica econômica contribuiu para o surgimento de hábitos alimentares na cidade de São Paulo a partir do século 18. Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808, produtos como massas, queijos, embutidos e frutas secas passaram a entrar no cardápio dos paulistanos mais abastados, que tinham condições de consumi-los nas casas de pasto — uma versão ancestral dos restaurantes — e em botequins com perfil distinto daqueles frequentados por pessoas de menor poder aquisitivo. (...)

É somente na transição para o século 20 que a cozinha paulista passa a ser incrementada com a presença de imigrantes europeus. Os italianos influenciaram em grande medida o uso de azeites, embutidos (como mortadela e salame), azeitonas, macarrão, polenta, linguiças, molho de tomate, pães, queijos e antepastos, enquanto os portugueses fixaram a criação e o consumo de came suína e seus derivados. “Sem dúvida, a imigração diversificou os alimentos consumidos no Brasil, inclusive com o cultivo de gêneros que antes não eram sequer produzidos entre nós”, afirma Manzoni. (...)

Diferentemente das tabernas madrilenhas, que resistiram à padronização da comida, os hábitos alimentares dos moradores de pelo menos uma capital brasileira sofreram impacto dos Estados Unidos, no início do século XX. Foi o que ocorreu no Recife, a partir dos anos 1930, quando o chamado americanismo ganhou força, principalmente com o cinema de Hollywood e, na década seguinte, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando bases militares norte-americanas se estabeleceram em capitais nordestinas. “A população da capital pernambucana travou contato com os norte-americanos que perambulavam pela cidade com uniformes vistosos, jipes e carteiras com muitos dólares”, conta o historiador Frederico de Oliveira Toscano, que tratou do assunto em tese de doutorado defendida na USP. “Muitos moradores do Recife viam com desconfiança aqueles soldados que bebiam Coca-Cola no gargalo e uísque nos bares. Mas a suspeita cedeu lugar à admiração e logo a maioria passou a querer imitar os gringos”, explica.

Disponível em: https:/Awww.nexojornal.com.br/externo /2020/03/01/Prato-cheio-para-historiadores. Bruno de Pierro

De acordo com o texto, o campo de estudos sobre a história da alimentação prevê uma:

 

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2861164 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Prato cheio para historiadores

Do domínio do fogo pelos primeiros seres humanos às redes de fast-food é possível identificar hábitos alimentares que fornecem pistas sobre o modo de vida em diferentes sociedades. Estudos recentes mostram que práticas de produção, comercialização e consumo de alimentos e bebidas foram capazes de moldar e responder a mudanças políticas, econômicas e culturais de cidades brasileiras entre os séculos XVIII e XX. Os trabalhos evidenciam como a história da alimentação, um campo de pesquisa relativamente novo, pode ajudar a analisar aspectos pouco contemplados pela historiografia tradicional, que passa ao largo de atos como o de comer. Nos últimos anos, explica Leila Mezan Algranti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, novos estudos têm trazido à tona nuances locais de processos de urbanização e metropolização do país. “Trata-se de uma investigação mais profunda do que simplesmente descobrir o que as pessoas comiam no passado”, afirma a historiadora, uma das pioneiras da área no Brasil.

A prática de comer fora de casa é um bom exemplo de como a dinâmica econômica contribuiu para o surgimento de hábitos alimentares na cidade de São Paulo a partir do século 18. Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808, produtos como massas, queijos, embutidos e frutas secas passaram a entrar no cardápio dos paulistanos mais abastados, que tinham condições de consumi-los nas casas de pasto — uma versão ancestral dos restaurantes — e em botequins com perfil distinto daqueles frequentados por pessoas de menor poder aquisitivo. (...)

É somente na transição para o século 20 que a cozinha paulista passa a ser incrementada com a presença de imigrantes europeus. Os italianos influenciaram em grande medida o uso de azeites, embutidos (como mortadela e salame), azeitonas, macarrão, polenta, linguiças, molho de tomate, pães, queijos e antepastos, enquanto os portugueses fixaram a criação e o consumo de came suína e seus derivados. “Sem dúvida, a imigração diversificou os alimentos consumidos no Brasil, inclusive com o cultivo de gêneros que antes não eram sequer produzidos entre nós”, afirma Manzoni. (...)

Diferentemente das tabernas madrilenhas, que resistiram à padronização da comida, os hábitos alimentares dos moradores de pelo menos uma capital brasileira sofreram impacto dos Estados Unidos, no início do século XX. Foi o que ocorreu no Recife, a partir dos anos 1930, quando o chamado americanismo ganhou força, principalmente com o cinema de Hollywood e, na década seguinte, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando bases militares norte-americanas se estabeleceram em capitais nordestinas. “A população da capital pernambucana travou contato com os norte-americanos que perambulavam pela cidade com uniformes vistosos, jipes e carteiras com muitos dólares”, conta o historiador Frederico de Oliveira Toscano, que tratou do assunto em tese de doutorado defendida na USP. “Muitos moradores do Recife viam com desconfiança aqueles soldados que bebiam Coca-Cola no gargalo e uísque nos bares. Mas a suspeita cedeu lugar à admiração e logo a maioria passou a querer imitar os gringos”, explica.

Disponível em: https:/Awww.nexojornal.com.br/externo /2020/03/01/Prato-cheio-para-historiadores. Bruno de Pierro

No último parágrafo, o sufixo “-ismo” no vocábulo “americanismo” indica:

 

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2861163 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
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Prato cheio para historiadores

Do domínio do fogo pelos primeiros seres humanos às redes de fast-food é possível identificar hábitos alimentares que fornecem pistas sobre o modo de vida em diferentes sociedades. Estudos recentes mostram que práticas de produção, comercialização e consumo de alimentos e bebidas foram capazes de moldar e responder a mudanças políticas, econômicas e culturais de cidades brasileiras entre os séculos XVIII e XX. Os trabalhos evidenciam como a história da alimentação, um campo de pesquisa relativamente novo, pode ajudar a analisar aspectos pouco contemplados pela historiografia tradicional, que passa ao largo de atos como o de comer. Nos últimos anos, explica Leila Mezan Algranti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, novos estudos têm trazido à tona nuances locais de processos de urbanização e metropolização do país. “Trata-se de uma investigação mais profunda do que simplesmente descobrir o que as pessoas comiam no passado”, afirma a historiadora, uma das pioneiras da área no Brasil.

A prática de comer fora de casa é um bom exemplo de como a dinâmica econômica contribuiu para o surgimento de hábitos alimentares na cidade de São Paulo a partir do século 18. Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808, produtos como massas, queijos, embutidos e frutas secas passaram a entrar no cardápio dos paulistanos mais abastados, que tinham condições de consumi-los nas casas de pasto — uma versão ancestral dos restaurantes — e em botequins com perfil distinto daqueles frequentados por pessoas de menor poder aquisitivo. (...)

É somente na transição para o século 20 que a cozinha paulista passa a ser incrementada com a presença de imigrantes europeus. Os italianos influenciaram em grande medida o uso de azeites, embutidos (como mortadela e salame), azeitonas, macarrão, polenta, linguiças, molho de tomate, pães, queijos e antepastos, enquanto os portugueses fixaram a criação e o consumo de came suína e seus derivados. “Sem dúvida, a imigração diversificou os alimentos consumidos no Brasil, inclusive com o cultivo de gêneros que antes não eram sequer produzidos entre nós”, afirma Manzoni. (...)

Diferentemente das tabernas madrilenhas, que resistiram à padronização da comida, os hábitos alimentares dos moradores de pelo menos uma capital brasileira sofreram impacto dos Estados Unidos, no início do século XX. Foi o que ocorreu no Recife, a partir dos anos 1930, quando o chamado americanismo ganhou força, principalmente com o cinema de Hollywood e, na década seguinte, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando bases militares norte-americanas se estabeleceram em capitais nordestinas. “A população da capital pernambucana travou contato com os norte-americanos que perambulavam pela cidade com uniformes vistosos, jipes e carteiras com muitos dólares”, conta o historiador Frederico de Oliveira Toscano, que tratou do assunto em tese de doutorado defendida na USP. “Muitos moradores do Recife viam com desconfiança aqueles soldados que bebiam Coca-Cola no gargalo e uísque nos bares. Mas a suspeita cedeu lugar à admiração e logo a maioria passou a querer imitar os gringos”, explica.

Disponível em: https:/Awww.nexojornal.com.br/externo /2020/03/01/Prato-cheio-para-historiadores. Bruno de Pierro

No segundo parágrafo, o trecho “Com a intensificação das atividades comerciais e a abertura dos portos a partir de 1808...” estabelece com o restante da frase uma relação de:

 

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2861157 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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O Ministério da Saúde noticiou, no início de março de 2020, que os casos de contágio do coronavírus - Covid-19 no Brasil. De acordo com o Observatório Covid-19, da Fundação Osvaldo Cruz — Fiocruz, mesmo após mais de 620 mil mortes nesses dois anos, ainda se registram 100 mortes diárias em média no país.

Os pesquisadores afirmam que, para reduzir ainda mais os impactos da pandemia sobre a mortalidade e as internações, é preciso ter com ação:

 

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2861156 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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Campo Novo do Parecis tem uma experiência em turismo proposta pela aldeia Wazare de promoção do etnoturismo como uma atividade econômica que, de acordo com o cacique da tribo Paresi, se baseia no conceito de desenvolvimento:

 

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2861155 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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Campos Novo do Parecis foi elevado à categoria de município no final da penúltima década do século passado e deverá ter meio século de experiência municipal em:

 

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2861154 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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O informativo do Instituto de Geografia e Estatística — IBGE afirma que atualmente o estado do Mato Grosso é destaque de produção agrícola no Brasil, ocupando o primeiro lugar como maior produtor de:

 

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2861153 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Novo Parecis-MT
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Um recurso tecnológico inovador tem sido apreciado e adotado por produtores rurais para complementar o manejo das lavouras, de tal maneira que, em Campo Novo do Parecis, em 2019, o interesse em trabalhar com esse recurso ocasionou um aumento de mais de 100% do número de capacitações em cursos de operação e manutenção de:

 

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