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Foram encontradas 240 questões.

2949373 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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As medidas dos catetos de um triângulo retângulo medem 6 cm e 2 cm. A medida, em centímetros, da altura relativa à hipotenusa tem o seguinte valor:
 

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2949372 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Uma turma de 6º ano é formada por 30 crianças, das quais 40% são meninos e o restante são meninas. Pode-se concluir que, nesta turma, há a seguinte quantidade de meninas:
 

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2949371 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Ao efetuar o produto 23 . 32 . 5 obtém-se o seguinte valor:
 

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2949370 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
O sentido de inclusão está manifestado no trecho:
 

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2949369 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Há uma relação de fato/causa no período:
 

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2949368 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Sobre o texto de Meira Souza, é correto afirmar que:
 

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2949367 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
No texto, há apresentação de diversos vocábulos que podem estabelecer conexão por semelhança ou oposição. Aqueles que apresentam uma relação de oposição são:
 

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2949366 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Campo Verde-MT
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Um dos objetivos do texto é demonstrar como o fato de não manifestar fragilidades pode impactar o tempo de vida masculina. Para passar essa mensagem, a autora utiliza o recurso de citar:
 

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Texto 1
A inteligência artificial pode superar a humana? Entenda o que é singularidade tecnológica
Por Amanda Lemos
O conceito da Singularidade Tecnológica, que descreve um momento futuro de aceleração tecnológica exponencial, é explorado neste texto. Nesse cenário, máquinas e sistemas com inteligência artificial (IA) podem superar a compreensão e o controle humanos, resultando em mudanças profundas na sociedade.
A Enciclopédia Britannica define a Singularidade Tecnológica como conceito que descreve um momento hipotético no futuro em que o progresso tecnológico atinge um ponto de rápida e exponencial aceleração.
O termo foi popularizado pelo matemático e cientista da computação e escritor de ficção científica Vernor Vinge. Ele introduziu o conceito pela primeira vez em seu ensaio “A Singularidade Tecnológica”, publicado em 1993 na revista Whole Earth Review, no qual ele discutiu a ideia de um ponto iminente no futuro em que o rápido avanço da tecnologia poderia levar a mudanças drásticas na sociedade. Vinge ainda afirma que as futuras redes de informação e interfaces entre humanos e máquinas trarão consigo novas qualidades e uma realidade drasticamente alterada
No entanto, ele enfatiza que a chegada iminente da singularidade tecnológica é envolta em incerteza. Mesmo que possamos prever a sua aproximação, Vinge alega que é impossível antecipar de maneira específica como essa transformação se desenrolará. Ele utiliza a analogia de um “muro opaco através do futuro” para ilustrar isso.
Vinge descreve a singularidade como transcendental, indo além da compreensão humana. Ele argumenta que o resultado dessa transformação será tão radicalmente diferente que os parâmetros convencionais do bem e do mal não se aplicarão adequadamente.
O também americano Ray Kurzweil contribui para a discussão. Ele compartilha a visão de Vinge, mas acredita que o otimismo deste último sobre o avanço tecnológico foi exagerado. Kurzweil prevê uma inteligência artificial super-humana que liderará a jornada para a Singularidade.
Ele destaca a importância da biologia, criônica e medicina, prevendo que a convergência dessas áreas permitirá a superação de doenças e até a busca da imortalidade tecnológica. Além disso, Kurzweil explora a “ciberimortalidade”, em que os registros digitais dos pensamentos humanos persistem após a morte. Ele explora a possibilidade de que os seres humanos possam continuar a existir de forma espiritual mesmo após a morte física, por meio do upload de registros digitais contendo seus pensamentos e emoções para sistemas de armazenamento de longa duração.
Segundo Vinge, dentro de 30 anos da publicação de seu texto, ou seja, 2023, teríamos os meios tecnológicos para criar uma inteligência super-humana. “Pouco depois, a era humana chegará ao fim”, conclui.
Kurzweil prevê que até o ano de 2045 testemunharemos a mais significativa virada tecnológica na história da humanidade: uma que, em questão de poucos anos, poderá remodelar as bases institucionais e fundamentos da sociedade, redefinindo completamente nossa autoimagem como seres humanos.
Publicado em 20/08/2023. Adaptado de https://exame.com/inteligencia-artificial/ainteligencia-artificial-pode-superar-a-humana-entenda-o-que-e-singularidadetecnologica/. Acesso em: 22/08/23.
Para dizer que a agilidade das mudanças tecnológicas será de grande importância e significativa, a autora utiliza a palavra:
 

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Texto 1
A inteligência artificial pode superar a humana? Entenda o que é singularidade tecnológica
Por Amanda Lemos
O conceito da Singularidade Tecnológica, que descreve um momento futuro de aceleração tecnológica exponencial, é explorado neste texto. Nesse cenário, máquinas e sistemas com inteligência artificial (IA) podem superar a compreensão e o controle humanos, resultando em mudanças profundas na sociedade.
A Enciclopédia Britannica define a Singularidade Tecnológica como conceito que descreve um momento hipotético no futuro em que o progresso tecnológico atinge um ponto de rápida e exponencial aceleração.
O termo foi popularizado pelo matemático e cientista da computação e escritor de ficção científica Vernor Vinge. Ele introduziu o conceito pela primeira vez em seu ensaio “A Singularidade Tecnológica”, publicado em 1993 na revista Whole Earth Review, no qual ele discutiu a ideia de um ponto iminente no futuro em que o rápido avanço da tecnologia poderia levar a mudanças drásticas na sociedade. Vinge ainda afirma que as futuras redes de informação e interfaces entre humanos e máquinas trarão consigo novas qualidades e uma realidade drasticamente alterada
No entanto, ele enfatiza que a chegada iminente da singularidade tecnológica é envolta em incerteza. Mesmo que possamos prever a sua aproximação, Vinge alega que é impossível antecipar de maneira específica como essa transformação se desenrolará. Ele utiliza a analogia de um “muro opaco através do futuro” para ilustrar isso.
Vinge descreve a singularidade como transcendental, indo além da compreensão humana. Ele argumenta que o resultado dessa transformação será tão radicalmente diferente que os parâmetros convencionais do bem e do mal não se aplicarão adequadamente.
O também americano Ray Kurzweil contribui para a discussão. Ele compartilha a visão de Vinge, mas acredita que o otimismo deste último sobre o avanço tecnológico foi exagerado. Kurzweil prevê uma inteligência artificial super-humana que liderará a jornada para a Singularidade.
Ele destaca a importância da biologia, criônica e medicina, prevendo que a convergência dessas áreas permitirá a superação de doenças e até a busca da imortalidade tecnológica. Além disso, Kurzweil explora a “ciberimortalidade”, em que os registros digitais dos pensamentos humanos persistem após a morte. Ele explora a possibilidade de que os seres humanos possam continuar a existir de forma espiritual mesmo após a morte física, por meio do upload de registros digitais contendo seus pensamentos e emoções para sistemas de armazenamento de longa duração.
Segundo Vinge, dentro de 30 anos da publicação de seu texto, ou seja, 2023, teríamos os meios tecnológicos para criar uma inteligência super-humana. “Pouco depois, a era humana chegará ao fim”, conclui.
Kurzweil prevê que até o ano de 2045 testemunharemos a mais significativa virada tecnológica na história da humanidade: uma que, em questão de poucos anos, poderá remodelar as bases institucionais e fundamentos da sociedade, redefinindo completamente nossa autoimagem como seres humanos.
Publicado em 20/08/2023. Adaptado de https://exame.com/inteligencia-artificial/ainteligencia-artificial-pode-superar-a-humana-entenda-o-que-e-singularidadetecnologica/. Acesso em: 22/08/23.
O trecho “Mesmo que possamos prever a sua aproximação, Vinge alega que é impossível antecipar de maneira específica como essa transformação se desenrolará.” (4º parágrafo), pode ser reescrito, sem prejuízo de seu sentido original, em:
 

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