Foram encontradas 240 questões.
As medidas dos catetos de um triângulo retângulo medem
6 cm e 2 cm. A medida, em centímetros, da altura relativa à
hipotenusa tem o seguinte valor:
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Uma turma de 6º ano é formada por 30 crianças, das quais
40% são meninos e o restante são meninas. Pode-se concluir
que, nesta turma, há a seguinte quantidade de meninas:
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Ao efetuar o produto 23 . 32 . 5 obtém-se o seguinte valor:
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de
Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito
delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as
mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles
vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida
no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as
mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não
manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda
valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam
desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres
tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis,
muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando
os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma
resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a
mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023
faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho
percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito
de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes,
quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado,
era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito
mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo
educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não
hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa
os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e
impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se
arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive,
porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em
algumas situações, apresentam um comportamento até
agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode
ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo
menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse
recado. Os homens também merecem condutas delicadas,
merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber
críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais
respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm
o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos
homens melhores e uma distância menor na relação entre eles
e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
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Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de
Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito
delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as
mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles
vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida
no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as
mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não
manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda
valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam
desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres
tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis,
muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando
os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma
resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a
mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023
faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho
percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito
de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes,
quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado,
era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito
mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo
educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não
hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa
os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e
impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se
arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive,
porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em
algumas situações, apresentam um comportamento até
agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode
ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo
menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse
recado. Os homens também merecem condutas delicadas,
merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber
críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais
respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm
o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos
homens melhores e uma distância menor na relação entre eles
e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
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Texto 1
Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de
Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito
delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as
mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles
vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida
no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as
mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não
manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda
valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam
desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres
tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis,
muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando
os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma
resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a
mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023
faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho
percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito
de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes,
quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado,
era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito
mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo
educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não
hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa
os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e
impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se
arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive,
porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em
algumas situações, apresentam um comportamento até
agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode
ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo
menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse
recado. Os homens também merecem condutas delicadas,
merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber
críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais
respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm
o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos
homens melhores e uma distância menor na relação entre eles
e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
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Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de
Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito
delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as
mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles
vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida
no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as
mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não
manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda
valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam
desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres
tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis,
muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando
os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma
resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a
mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023
faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho
percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito
de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes,
quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado,
era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito
mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo
educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não
hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa
os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e
impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se
arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive,
porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em
algumas situações, apresentam um comportamento até
agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode
ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo
menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse
recado. Os homens também merecem condutas delicadas,
merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber
críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais
respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm
o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos
homens melhores e uma distância menor na relação entre eles
e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
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Leia o texto a seguir:
Dê aos homens o direito de chorar
“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...
“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de
Gonzaguinha.
Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito
delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as
mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles
vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida
no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as
mulheres.
Culturalmente, os homens são educados para não
manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda
valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam
desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres
tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis,
muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando
os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma
resolução favorável com o tratamento.
Tem uma situação muito comum no meu consultório: a
mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023
faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho
percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito
de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes,
quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado,
era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito
mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo
educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não
hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa
os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e
impacta diferentemente a construção de saúde.
Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se
arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive,
porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em
algumas situações, apresentam um comportamento até
agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode
ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo
menor de vida.
Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse
recado. Os homens também merecem condutas delicadas,
merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber
críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais
respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm
o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos
homens melhores e uma distância menor na relação entre eles
e as mulheres.
Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
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Texto 1
A inteligência artificial pode superar a humana? Entenda o
que é singularidade tecnológica
Por Amanda Lemos
O conceito da Singularidade Tecnológica, que descreve
um momento futuro de aceleração tecnológica exponencial,
é explorado neste texto. Nesse cenário, máquinas e sistemas
com inteligência artificial (IA) podem superar a compreensão
e o controle humanos, resultando em mudanças profundas na
sociedade.
A Enciclopédia Britannica define a Singularidade Tecnológica
como conceito que descreve um momento hipotético no futuro
em que o progresso tecnológico atinge um ponto de rápida e
exponencial aceleração.
O termo foi popularizado pelo matemático e cientista
da computação e escritor de ficção científica Vernor Vinge.
Ele introduziu o conceito pela primeira vez em seu ensaio “A
Singularidade Tecnológica”, publicado em 1993 na revista Whole
Earth Review, no qual ele discutiu a ideia de um ponto iminente
no futuro em que o rápido avanço da tecnologia poderia levar
a mudanças drásticas na sociedade. Vinge ainda afirma que
as futuras redes de informação e interfaces entre humanos e
máquinas trarão consigo novas qualidades e uma realidade
drasticamente alterada
No entanto, ele enfatiza que a chegada iminente da
singularidade tecnológica é envolta em incerteza. Mesmo
que possamos prever a sua aproximação, Vinge alega que
é impossível antecipar de maneira específica como essa
transformação se desenrolará. Ele utiliza a analogia de um
“muro opaco através do futuro” para ilustrar isso.
Vinge descreve a singularidade como transcendental, indo
além da compreensão humana. Ele argumenta que o resultado
dessa transformação será tão radicalmente diferente que os
parâmetros convencionais do bem e do mal não se aplicarão
adequadamente.
O também americano Ray Kurzweil contribui para a
discussão. Ele compartilha a visão de Vinge, mas acredita que o
otimismo deste último sobre o avanço tecnológico foi exagerado.
Kurzweil prevê uma inteligência artificial super-humana que
liderará a jornada para a Singularidade.
Ele destaca a importância da biologia, criônica e medicina,
prevendo que a convergência dessas áreas permitirá a
superação de doenças e até a busca da imortalidade tecnológica.
Além disso, Kurzweil explora a “ciberimortalidade”, em que os
registros digitais dos pensamentos humanos persistem após a
morte. Ele explora a possibilidade de que os seres humanos
possam continuar a existir de forma espiritual mesmo após a
morte física, por meio do upload de registros digitais contendo
seus pensamentos e emoções para sistemas de armazenamento
de longa duração.
Segundo Vinge, dentro de 30 anos da publicação de seu
texto, ou seja, 2023, teríamos os meios tecnológicos para criar
uma inteligência super-humana. “Pouco depois, a era humana
chegará ao fim”, conclui.
Kurzweil prevê que até o ano de 2045 testemunharemos a
mais significativa virada tecnológica na história da humanidade:
uma que, em questão de poucos anos, poderá remodelar as
bases institucionais e fundamentos da sociedade, redefinindo
completamente nossa autoimagem como seres humanos.
Publicado em 20/08/2023. Adaptado de https://exame.com/inteligencia-artificial/ainteligencia-artificial-pode-superar-a-humana-entenda-o-que-e-singularidadetecnologica/. Acesso em: 22/08/23.
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Texto 1
A inteligência artificial pode superar a humana? Entenda o
que é singularidade tecnológica
Por Amanda Lemos
O conceito da Singularidade Tecnológica, que descreve
um momento futuro de aceleração tecnológica exponencial,
é explorado neste texto. Nesse cenário, máquinas e sistemas
com inteligência artificial (IA) podem superar a compreensão
e o controle humanos, resultando em mudanças profundas na
sociedade.
A Enciclopédia Britannica define a Singularidade Tecnológica
como conceito que descreve um momento hipotético no futuro
em que o progresso tecnológico atinge um ponto de rápida e
exponencial aceleração.
O termo foi popularizado pelo matemático e cientista
da computação e escritor de ficção científica Vernor Vinge.
Ele introduziu o conceito pela primeira vez em seu ensaio “A
Singularidade Tecnológica”, publicado em 1993 na revista Whole
Earth Review, no qual ele discutiu a ideia de um ponto iminente
no futuro em que o rápido avanço da tecnologia poderia levar
a mudanças drásticas na sociedade. Vinge ainda afirma que
as futuras redes de informação e interfaces entre humanos e
máquinas trarão consigo novas qualidades e uma realidade
drasticamente alterada
No entanto, ele enfatiza que a chegada iminente da
singularidade tecnológica é envolta em incerteza. Mesmo
que possamos prever a sua aproximação, Vinge alega que
é impossível antecipar de maneira específica como essa
transformação se desenrolará. Ele utiliza a analogia de um
“muro opaco através do futuro” para ilustrar isso.
Vinge descreve a singularidade como transcendental, indo
além da compreensão humana. Ele argumenta que o resultado
dessa transformação será tão radicalmente diferente que os
parâmetros convencionais do bem e do mal não se aplicarão
adequadamente.
O também americano Ray Kurzweil contribui para a
discussão. Ele compartilha a visão de Vinge, mas acredita que o
otimismo deste último sobre o avanço tecnológico foi exagerado.
Kurzweil prevê uma inteligência artificial super-humana que
liderará a jornada para a Singularidade.
Ele destaca a importância da biologia, criônica e medicina,
prevendo que a convergência dessas áreas permitirá a
superação de doenças e até a busca da imortalidade tecnológica.
Além disso, Kurzweil explora a “ciberimortalidade”, em que os
registros digitais dos pensamentos humanos persistem após a
morte. Ele explora a possibilidade de que os seres humanos
possam continuar a existir de forma espiritual mesmo após a
morte física, por meio do upload de registros digitais contendo
seus pensamentos e emoções para sistemas de armazenamento
de longa duração.
Segundo Vinge, dentro de 30 anos da publicação de seu
texto, ou seja, 2023, teríamos os meios tecnológicos para criar
uma inteligência super-humana. “Pouco depois, a era humana
chegará ao fim”, conclui.
Kurzweil prevê que até o ano de 2045 testemunharemos a
mais significativa virada tecnológica na história da humanidade:
uma que, em questão de poucos anos, poderá remodelar as
bases institucionais e fundamentos da sociedade, redefinindo
completamente nossa autoimagem como seres humanos.
Publicado em 20/08/2023. Adaptado de https://exame.com/inteligencia-artificial/ainteligencia-artificial-pode-superar-a-humana-entenda-o-que-e-singularidadetecnologica/. Acesso em: 22/08/23.
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