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Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II
- Estoicos
- Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
- Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
- preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
- causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
- era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
- por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
- determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
- no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
- nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
- dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
- ausência de inquietação.
- Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
- nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
- de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
- travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
- comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
- princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
- que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
- cristianismo que viria logo a seguir.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Considere o seguinte trecho, retirado do texto: “Por décadas (1), o epicurismo e o estoicismo (2) disputaram a atenção (3) dos antigos e seguiram travando embates (4) na Ágora de Atenas (5)”. Qual dos termos sublinhados representa um adjunto adverbial?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte I
- Depois dos grandes metafísicos de Platão e Aristóteles, a filosofia se voltou para o
- homem comum. Filósofos como Epicuro e Zenão de Cício buscaram respostas para que o homem
- pudesse encontrar uma vida feliz em meio __ falta de sentido do mundo.
- Epicuristas
- Aristóteles foi tão prolífico que a maioria dos pensadores gregos abandonou os grandes
- empreendimentos filosóficos após a morte dele. As questões da existência, que haviam ocupado
- os dias de Sócrates, Platão e Aristóteles, deixaram de fazer sentido em um mundo
- incessantemente sacolejado pelas guerras e destruição que marcaram o Mar Egeu nos séculos
- que se seguiram __ morte de Alexandre. Por que se preocupar do que é feita a realidade se não
- se sabia como seria o dia seguinte? Era preciso ajudar o homem a sobreviver em meio ao caos
- e à aleatoriedade do mundo.
- Essa foi a missão de Epicuro. Nascido em 341 a.C., ele foi o fundador de uma das escolas
- filosóficas mais importantes da época. O professor de gramática de Samos se mudou para Atenas
- por volta dos 35 anos, onde comprou uma casa com um quintal. Lá, em meio a árvores e flores,
- começou a dar aulas de filosofia, nas quais pregava a busca pela felicidade e o controle das
- emoções. Na verdade, Epicuro se autoproclamava um terapeuta do espírito, um médico das
- almas e um cirurgião das paixões.
- Na escola que fundou, chamada de O Jardim, Epicuro acolhia mulheres, prostitutas e até
- mesmo escravos. A liberalidade do mestre gerava boatos de que O Jardim seria, na verdade,
- um local de orgias e depravação. De fato, sua filosofia era uma ode ao prazer, mas não havia
- espaço para a luxúria. O epicurismo pregava a moderação e a celebração das pequenas alegrias
- da vida. Conta-se que as aulas de O Jardim eram regadas a água e pão, nada de vinho. É de
- Epicuro a máxima: “Mais vale dormir tranquilo sobre um berço de palha do que ficar insone e
- atormentado sobre um trono de ouro”.
- O filósofo dizia que nosso maior objetivo de vida era ser feliz. Mas não se tratava de buscar
- prazer a qualquer custo, porque isso resultaria em infelicidade. Para o mestre, a felicidade é a
- ausência de sofrimento. Ou seja, almejar e nutrir expectativas demais sobre a vida só geraria
- mais angústia e tristeza. Melhor aceitar as agruras da vida porque não há como evitá-las. E, se
- nada pode ser feito, melhor consolar-se recordando bons momentos ou imaginando dias
- melhores. Até em relação ao maior medo humano, a morte, Epicuro tinha uma resposta. Se ela
- é o fim de toda e qualquer sensação, não pode trazer dor física ou emocional. Logo, não há nada
- a temer. “A morte não é nada para nós”, sentenciou o mestre. Ao superarmos o medo de morrer,
- podemos, enfim, ser felizes.
- Epicuro faleceu aos 72 anos. Não se sabe se estava completamente destemido em relação
- ao juízo final, mas há registros de que ele viveu exatamente conforme sua doutrina. Tinha dores
- crônicas na bexiga e no estômago, mas não se deixava abater. Em uma de suas últimas cartas,
- direcionada a um amigo, dizia: “A doença em meu corpo continua evoluindo, sem nada perder
- de sua habitual severidade; mas ignoro tudo isso e meu coração se alegra”. Epicuro deixou uma
- legião de seguidores. Durante escavações em sítios arqueológicos gregos e romanos foram
- encontradas várias pequenas estatuetas do filósofo, até mesmo em casas simples. Seus
- seguidores acreditavam que contemplar o rosto dele aquietava o espírito.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Sobre acentuação de vocábulos do texto, analise as seguintes assertivas:
I. “Filósofo”, “nós” e “até” se transformariam em outras palavras existentes na Língua Portuguesa caso tivessem seus acentos suprimidos.
II. O vocábulo “juízo” é acentuado por ser uma paroxítona terminado em ‘o’.
III. “ausência”, “angústia” e “sítio” são acentuados pela mesma regra.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte I
- Depois dos grandes metafísicos de Platão e Aristóteles, a filosofia se voltou para o
- homem comum. Filósofos como Epicuro e Zenão de Cício buscaram respostas para que o homem
- pudesse encontrar uma vida feliz em meio __ falta de sentido do mundo.
- Epicuristas
- Aristóteles foi tão prolífico que a maioria dos pensadores gregos abandonou os grandes
- empreendimentos filosóficos após a morte dele. As questões da existência, que haviam ocupado
- os dias de Sócrates, Platão e Aristóteles, deixaram de fazer sentido em um mundo
- incessantemente sacolejado pelas guerras e destruição que marcaram o Mar Egeu nos séculos
- que se seguiram __ morte de Alexandre. Por que se preocupar do que é feita a realidade se não
- se sabia como seria o dia seguinte? Era preciso ajudar o homem a sobreviver em meio ao caos
- e à aleatoriedade do mundo.
- Essa foi a missão de Epicuro. Nascido em 341 a.C., ele foi o fundador de uma das escolas
- filosóficas mais importantes da época. O professor de gramática de Samos se mudou para Atenas
- por volta dos 35 anos, onde comprou uma casa com um quintal. Lá, em meio a árvores e flores,
- começou a dar aulas de filosofia, nas quais pregava a busca pela felicidade e o controle das
- emoções. Na verdade, Epicuro se autoproclamava um terapeuta do espírito, um médico das
- almas e um cirurgião das paixões.
- Na escola que fundou, chamada de O Jardim, Epicuro acolhia mulheres, prostitutas e até
- mesmo escravos. A liberalidade do mestre gerava boatos de que O Jardim seria, na verdade,
- um local de orgias e depravação. De fato, sua filosofia era uma ode ao prazer, mas não havia
- espaço para a luxúria. O epicurismo pregava a moderação e a celebração das pequenas alegrias
- da vida. Conta-se que as aulas de O Jardim eram regadas a água e pão, nada de vinho. É de
- Epicuro a máxima: “Mais vale dormir tranquilo sobre um berço de palha do que ficar insone e
- atormentado sobre um trono de ouro”.
- O filósofo dizia que nosso maior objetivo de vida era ser feliz. Mas não se tratava de buscar
- prazer a qualquer custo, porque isso resultaria em infelicidade. Para o mestre, a felicidade é a
- ausência de sofrimento. Ou seja, almejar e nutrir expectativas demais sobre a vida só geraria
- mais angústia e tristeza. Melhor aceitar as agruras da vida porque não há como evitá-las. E, se
- nada pode ser feito, melhor consolar-se recordando bons momentos ou imaginando dias
- melhores. Até em relação ao maior medo humano, a morte, Epicuro tinha uma resposta. Se ela
- é o fim de toda e qualquer sensação, não pode trazer dor física ou emocional. Logo, não há nada
- a temer. “A morte não é nada para nós”, sentenciou o mestre. Ao superarmos o medo de morrer,
- podemos, enfim, ser felizes.
- Epicuro faleceu aos 72 anos. Não se sabe se estava completamente destemido em relação
- ao juízo final, mas há registros de que ele viveu exatamente conforme sua doutrina. Tinha dores
- crônicas na bexiga e no estômago, mas não se deixava abater. Em uma de suas últimas cartas,
- direcionada a um amigo, dizia: “A doença em meu corpo continua evoluindo, sem nada perder
- de sua habitual severidade; mas ignoro tudo isso e meu coração se alegra”. Epicuro deixou uma
- legião de seguidores. Durante escavações em sítios arqueológicos gregos e romanos foram
- encontradas várias pequenas estatuetas do filósofo, até mesmo em casas simples. Seus
- seguidores acreditavam que contemplar o rosto dele aquietava o espírito.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
NÃO é um pronome relativo:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte I
- Depois dos grandes metafísicos de Platão e Aristóteles, a filosofia se voltou para o
- homem comum. Filósofos como Epicuro e Zenão de Cício buscaram respostas para que o homem
- pudesse encontrar uma vida feliz em meio __ falta de sentido do mundo.
- Epicuristas
- Aristóteles foi tão prolífico que a maioria dos pensadores gregos abandonou os grandes
- empreendimentos filosóficos após a morte dele. As questões da existência, que haviam ocupado
- os dias de Sócrates, Platão e Aristóteles, deixaram de fazer sentido em um mundo
- incessantemente sacolejado pelas guerras e destruição que marcaram o Mar Egeu nos séculos
- que se seguiram __ morte de Alexandre. Por que se preocupar do que é feita a realidade se não
- se sabia como seria o dia seguinte? Era preciso ajudar o homem a sobreviver em meio ao caos
- e à aleatoriedade do mundo.
- Essa foi a missão de Epicuro. Nascido em 341 a.C., ele foi o fundador de uma das escolas
- filosóficas mais importantes da época. O professor de gramática de Samos se mudou para Atenas
- por volta dos 35 anos, onde comprou uma casa com um quintal. Lá, em meio a árvores e flores,
- começou a dar aulas de filosofia, nas quais pregava a busca pela felicidade e o controle das
- emoções. Na verdade, Epicuro se autoproclamava um terapeuta do espírito, um médico das
- almas e um cirurgião das paixões.
- Na escola que fundou, chamada de O Jardim, Epicuro acolhia mulheres, prostitutas e até
- mesmo escravos. A liberalidade do mestre gerava boatos de que O Jardim seria, na verdade,
- um local de orgias e depravação. De fato, sua filosofia era uma ode ao prazer, mas não havia
- espaço para a luxúria. O epicurismo pregava a moderação e a celebração das pequenas alegrias
- da vida. Conta-se que as aulas de O Jardim eram regadas a água e pão, nada de vinho. É de
- Epicuro a máxima: “Mais vale dormir tranquilo sobre um berço de palha do que ficar insone e
- atormentado sobre um trono de ouro”.
- O filósofo dizia que nosso maior objetivo de vida era ser feliz. Mas não se tratava de buscar
- prazer a qualquer custo, porque isso resultaria em infelicidade. Para o mestre, a felicidade é a
- ausência de sofrimento. Ou seja, almejar e nutrir expectativas demais sobre a vida só geraria
- mais angústia e tristeza. Melhor aceitar as agruras da vida porque não há como evitá-las. E, se
- nada pode ser feito, melhor consolar-se recordando bons momentos ou imaginando dias
- melhores. Até em relação ao maior medo humano, a morte, Epicuro tinha uma resposta. Se ela
- é o fim de toda e qualquer sensação, não pode trazer dor física ou emocional. Logo, não há nada
- a temer. “A morte não é nada para nós”, sentenciou o mestre. Ao superarmos o medo de morrer,
- podemos, enfim, ser felizes.
- Epicuro faleceu aos 72 anos. Não se sabe se estava completamente destemido em relação
- ao juízo final, mas há registros de que ele viveu exatamente conforme sua doutrina. Tinha dores
- crônicas na bexiga e no estômago, mas não se deixava abater. Em uma de suas últimas cartas,
- direcionada a um amigo, dizia: “A doença em meu corpo continua evoluindo, sem nada perder
- de sua habitual severidade; mas ignoro tudo isso e meu coração se alegra”. Epicuro deixou uma
- legião de seguidores. Durante escavações em sítios arqueológicos gregos e romanos foram
- encontradas várias pequenas estatuetas do filósofo, até mesmo em casas simples. Seus
- seguidores acreditavam que contemplar o rosto dele aquietava o espírito.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
De acordo com o contexto apresentado, qual das seguintes palavras poderia substituir “prolífico” (l. 05)?
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Quanto vale o terço de 10% de 30% de 4.000?
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Um triângulo retângulo tem hipotenusa igual a 15 cm e seno 0,6. Determine a medida do cateto oposto deste triângulo.
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A razão entre o M.M.C. e o M.D.C. de 70 e 120 é:
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Analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No conjunto dos números racionais, estão apenas as frações e dízimas não periódicas.
( ) Um número natural vai ser sempre e somente um número natural.
( ) Um numeral no conjunto dos números inteiros pode ser também um número natural.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
O novo coronavírus nos alertou sobre os cuidados na prevenção de doenças virais. Como sabemos, a Covid-19 é transmitida de uma pessoa para outra, sendo recomendado, portanto, para prevenção da doença, evitar o contato com o doente, lavar sempre as mãos e não tocar em áreas como olho, nariz e boca com as mãos sujas. São outras doenças causadas por vírus em humanos, EXCETO:
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Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II
- Estoicos
- Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
- Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
- preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
- causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
- era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
- por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
- determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
- no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
- nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
- dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
- ausência de inquietação.
- Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
- nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
- de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
- travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
- comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
- princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
- que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
- cristianismo que viria logo a seguir.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Sobre os sinais de pontuação destacados no texto, analise as seguintes assertivas:
I. A vírgula da linha 01 justifica-se por separar um adjunto adverbial.
II. A vírgula da linha 04 justifica-se introduzir um aposto.
III. Os dois-pontos da linha 07 introduzem uma explicação acerca do que foi dito antes.
Quais estão corretas?
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