Foram encontradas 37 questões.
- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoCoesão ReferencialAnáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAnáfora (Figura de Linguagem)
No excerto do poema de Carlos Drummond de Andrade, “E agora, José?”, é perceptível o uso de uma figura de linguagem de:
E agora, José?
Carlos Drummond de Andrade
[...] Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José! [...]
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC
Sobre o Simbolismo na Literatura, analise as afirmativas abaixo assinale a alternativa CORRETA.
I. Trata-se de um movimento literário, cujo precursor no Brasil foi o poeta João da Cruz e Souza que lançou suas obras Missal (1893) e Broquéis (1893).
II. O Simbolismo, oposto ao que pregava o Romantismo, apresentou diversas críticas religiosas, utilizando-se de temáticas satânicas.
III. No Simbolismo, é possível observar uma predominância do objetivismo, resultado do egocentrismo humano.
IV. No Simbolismo, há uma separação do concreto com o abstrato, do sujeito e do objeto, haja vista a transcendentalidade da alma humana.
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Analise o texto que segue.

Com base nos conhecimentos acerca dos gêneros textuais e na leitura do texto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I. Trata-se de uma tirinha, gênero textual veiculado geralmente em revistas, jornais, sites de internet, entre outros, que possui um caráter humorístico e crítico.
II. A tirinha se assemelha ao cartum na medida em que ambos são caracterizados pelo caráter humorístico, porém, nem sempre um cartum apresentará uma crítica.
III. O texto sobre a copa do mundo apresenta o uso da figura de linguagem ironia presente no último quadrinho, responsável pelo humor, uma vez que o sujeito que representa o governo utiliza-se do termo “legado”, referindo-se às obras realizadas como uma herança positiva e necessária, mesmo que para tanto tenham de ser negligenciados outros setores nos quais são necessários o investimento e a preservação.
IV. É perceptível o discurso crítico ao modo como foram investidos os recursos financeiros na Copa de 2014.
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Quanto ao caso do sujeito acusativo na língua portuguesa, assinale a alternativa em que é possível constatá-lo.
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Leia o texto que segue para responder à questão 36.
Não era bicho, era homem
Maria Flávia Werlang
"Vi ontem um bicho, na imundície do pátio, catando comida entre os detritos (...) O bicho não era um cão, não era um gato, não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem." O poema "O bicho", de Manuel Bandeira, foi escrito há 54 anos. A cena que descreve repetiu-se ontem em Irajá, Zona Norte do Rio. Umas 1000 pessoas cavavam com mãos e pás os escombros do incêndio que, no ultimo dia 21, destruiu o pavilhão 41 da Ceasa. Para pegar sacos de arroz e latas de óleo, muitos atravessaram um pirão de lama que as chuvas do fim de semana deixaram no lugar, rasgaram as roupas, deixaram sapatos no caminho. Na corrida pela comida, teve até quem se machucasse.
JORNAL DO BRASIL (31/06/2001)
Todo discurso é inevitavelmente ocupado, atravessado, pelo discurso alheio. Com base em seu conhecimento sobre o Dialogismo e na leitura do texto de Werlang, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção CORRETA.
I. O texto apresenta um processo de intertextualidade interna explícita por meio da construção da relação entre o poema de Manuel Bandeira.
II. O texto de Werlang apresenta um processo dialógico na medida em que apresenta uma intertextualidade externa explícita com o poema de Manuel Bandeira.
III. O Dialogismo, também designado como polifonia, caracteriza-se pela relação direta entre dois ou mais textos, revelando a existência do mesmo discurso em diferentes obras.
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Sobre os gêneros textuais, assinale a alternativa CORRETA.
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Para responder à questão 34, leia o trecho que segue:
[...] no final do século XX, uma novidade surpreendente estava reservada ao texto escrito. Os processos de digitalização do computador absorveram-no, provocando sua migração para as telas dos monitores. Ao ser absorvido para esse novo suporte, o texto passou por transformações, por uma verdadeira mudança de natureza na forma do hipertexto [...]. (SANTAELLA, L. O novo estatuto do texto nos ambientes de hipermídia. In: [Re]Discutir texto, gênero e discurso. Org. Inês Signorini. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 47)
Acerca dos estudos sobre o texto, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção CORRETA com relação ao hipertexto.
I. O hipertexto se trata de um gênero discursivo representativo dos diversos ambientes virtuais, isto é, no contexto da internet, existentes na contemporaneidade.
II. A hipermídia, mais conhecida como hipertexto, pode ser descrita como uma malha de textos que interagem entre si de modo especificamente linear.
III. O hipertexto pode ser definido como uma organização textual interativa, caracterizada por uma quebra de linearidade, diferentemente dos textos tradicionais.
IV. O hipertexto é feito para que seja realizada sua leitura do início ao fim, resultando em maior liberdade para buscas de possíveis conexões com outros links.
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Leia o texto que segue para responder às questões 27 a 33.
1. A morte do livro como veículo da literatura já foi
2.profetizada várias vezes na chamada época moderna. E
3.não por inimigos da literatura, mas pelos escritores
4.mesmos. Até onde me lembro, o primeiro a fazer essa
5.profecia foi nada menos que o poeta Guillaume
6.Apollinaire, no começo do século 20. Entusiasmado com
7.a invenção do gramofone (ou vitrola), acreditou que os
8.poetas em breve deixariam de imprimir seus poemas em
9.livros para gravá-los em discos, com a vantagem —
10.segundo ele, indiscutível — de o antigo leitor, tornado
11.ouvinte, ouvi-los na voz do próprio poeta. [...] De
12.qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta,
13.revelara-se um mau profeta, já que os poetas
14.continuaram a se valer do livro para difundir seus
15.poemas enquanto o disco veio servir mesmo foi aos
16.cantores e compositores de canções populares, [...]. O
17.mais recente profeta do fim do livro é o romancista
18.norte-americano Philip Roth, que, numa entrevista, fez
19.o prenúncio. Na verdade, ele anunciou o fim da própria
20.literatura e não por falta de escritores, mas de leitores.
21.Certamente, referia-se a certo tipo de literatura, pois
22.obras de ficção como "O Código Da Vinci" e "Harry
23.Potter" alcançam tiragens de milhões de exemplares
24.em todos os idiomas. Outro fenômeno que contradiz a
25.tese de que as pessoas lêem cada vez menos é o
26.crescente tamanho dos "bestsellers": ultimamente, os
27.volumes ultrapassam as 400 ou 500 páginas, havendo
28.os que atingem mais de 800. Tais dados põem em
29.dúvida, mais uma vez, as previsões da morte do livro e
30.da literatura. [...] A visão simplificadora consiste em não
31.levar em conta alguns fatores que estão ocultos, mas
32.atuantes na sociedade de massa: fatores qualitativos
33.que a avaliação meramente quantitativa ignora.
34.Começa pelo fato de que são as obras literárias de
35.qualidade, e não as que constituem mero passatempo,
36.que influem na construção do universo imaginário da
37.época. É indiscutível que tais obras atingem,
38.inicialmente, um número reduzido de leitores, mas é
39.verdade também que, através deles, com o passar do
40.tempo, influem sobre um número cada vez maior de
41.indivíduos — e especialmente sobre aqueles que
42.constituem o núcleo social irradiador das idéias.
43.Costumo, a propósito desta discussão, citar o exemplo 4
4.de um livro de poemas que nasceu maldito: "As Flores
45.do Mal", de Charles Baudelaire, cuja primeira edição,
46.em reduzida tiragem, data de 1857. Naquela mesma
47.época havia autores cujos livros alcançavam tiragens
48.consideráveis, que às vezes chegavam a mais de
30 49.mil exemplares. Esses livros cumpriram sua missão,
50.divertiram os leitores e depois foram esquecidos, como
51.muitos "bestsellers" de nossa época. Enquanto isso, o
52.livro de poemas de Baudelaire — cuja venda quase foi
53.proibida pela Justiça —, que vem sendo reeditado e
54.traduzido em todas as línguas, já deve ter atingido, no
55.total das tiragens, muitos milhões de exemplares. O
56.verdadeiro "best-seller" é ele ou não é? [...].
(Folha de São Paulo, 19/03/2006)
As preposições estabelecem relações semânticas entre termos de uma oração, sendo elas relevantes para a construção da coesão e da coerência textual. Assim, assinale a alternativa que apresenta a relação semântica estabelecida pelo vocábulo destacado na frase a seguir: “Costumo, a propósito desta discussão, citar o exemplo de um livro de poemas que nasceu maldito [...]”.
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Leia o texto que segue para responder às questões 27 a 33.
1. A morte do livro como veículo da literatura já foi
2.profetizada várias vezes na chamada época moderna. E
3.não por inimigos da literatura, mas pelos escritores
4.mesmos. Até onde me lembro, o primeiro a fazer essa
5.profecia foi nada menos que o poeta Guillaume
6.Apollinaire, no começo do século 20. Entusiasmado com
7.a invenção do gramofone (ou vitrola), acreditou que os
8.poetas em breve deixariam de imprimir seus poemas em
9.livros para gravá-los em discos, com a vantagem —
10.segundo ele, indiscutível — de o antigo leitor, tornado
11.ouvinte, ouvi-los na voz do próprio poeta. [...] De
12.qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta,
13.revelara-se um mau profeta, já que os poetas
14.continuaram a se valer do livro para difundir seus
15.poemas enquanto o disco veio servir mesmo foi aos
16.cantores e compositores de canções populares, [...]. O
17.mais recente profeta do fim do livro é o romancista
18.norte-americano Philip Roth, que, numa entrevista, fez
19.o prenúncio. Na verdade, ele anunciou o fim da própria
20.literatura e não por falta de escritores, mas de leitores.
21.Certamente, referia-se a certo tipo de literatura, pois
22.obras de ficção como "O Código Da Vinci" e "Harry
23.Potter" alcançam tiragens de milhões de exemplares
24.em todos os idiomas. Outro fenômeno que contradiz a
25.tese de que as pessoas lêem cada vez menos é o
26.crescente tamanho dos "bestsellers": ultimamente, os
27.volumes ultrapassam as 400 ou 500 páginas, havendo
28.os que atingem mais de 800. Tais dados põem em
29.dúvida, mais uma vez, as previsões da morte do livro e
30.da literatura. [...] A visão simplificadora consiste em não
31.levar em conta alguns fatores que estão ocultos, mas
32.atuantes na sociedade de massa: fatores qualitativos
33.que a avaliação meramente quantitativa ignora.
34.Começa pelo fato de que são as obras literárias de
35.qualidade, e não as que constituem mero passatempo,
36.que influem na construção do universo imaginário da
37.época. É indiscutível que tais obras atingem,
38.inicialmente, um número reduzido de leitores, mas é
39.verdade também que, através deles, com o passar do
40.tempo, influem sobre um número cada vez maior de
41.indivíduos — e especialmente sobre aqueles que
42.constituem o núcleo social irradiador das idéias.
43.Costumo, a propósito desta discussão, citar o exemplo 4
4.de um livro de poemas que nasceu maldito: "As Flores
45.do Mal", de Charles Baudelaire, cuja primeira edição,
46.em reduzida tiragem, data de 1857. Naquela mesma
47.época havia autores cujos livros alcançavam tiragens
48.consideráveis, que às vezes chegavam a mais de
30 49.mil exemplares. Esses livros cumpriram sua missão,
50.divertiram os leitores e depois foram esquecidos, como
51.muitos "bestsellers" de nossa época. Enquanto isso, o
52.livro de poemas de Baudelaire — cuja venda quase foi
53.proibida pela Justiça —, que vem sendo reeditado e
54.traduzido em todas as línguas, já deve ter atingido, no
55.total das tiragens, muitos milhões de exemplares. O
56.verdadeiro "best-seller" é ele ou não é? [...].
(Folha de São Paulo, 19/03/2006)
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA quanto a especificidades gramaticais do texto A morte da literatura.
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Leia o texto que segue para responder às questões 27 a 33.
1. A morte do livro como veículo da literatura já foi
2.profetizada várias vezes na chamada época moderna. E
3.não por inimigos da literatura, mas pelos escritores
4.mesmos. Até onde me lembro, o primeiro a fazer essa
5.profecia foi nada menos que o poeta Guillaume
6.Apollinaire, no começo do século 20. Entusiasmado com
7.a invenção do gramofone (ou vitrola), acreditou que os
8.poetas em breve deixariam de imprimir seus poemas em
9.livros para gravá-los em discos, com a vantagem —
10.segundo ele, indiscutível — de o antigo leitor, tornado
11.ouvinte, ouvi-los na voz do próprio poeta. [...] De
12.qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta,
13.revelara-se um mau profeta, já que os poetas
14.continuaram a se valer do livro para difundir seus
15.poemas enquanto o disco veio servir mesmo foi aos
16.cantores e compositores de canções populares, [...]. O
17.mais recente profeta do fim do livro é o romancista
18.norte-americano Philip Roth, que, numa entrevista, fez
19.o prenúncio. Na verdade, ele anunciou o fim da própria
20.literatura e não por falta de escritores, mas de leitores.
21.Certamente, referia-se a certo tipo de literatura, pois
22.obras de ficção como "O Código Da Vinci" e "Harry
23.Potter" alcançam tiragens de milhões de exemplares
24.em todos os idiomas. Outro fenômeno que contradiz a
25.tese de que as pessoas lêem cada vez menos é o
26.crescente tamanho dos "bestsellers": ultimamente, os
27.volumes ultrapassam as 400 ou 500 páginas, havendo
28.os que atingem mais de 800. Tais dados põem em
29.dúvida, mais uma vez, as previsões da morte do livro e
30.da literatura. [...] A visão simplificadora consiste em não
31.levar em conta alguns fatores que estão ocultos, mas
32.atuantes na sociedade de massa: fatores qualitativos
33.que a avaliação meramente quantitativa ignora.
34.Começa pelo fato de que são as obras literárias de
35.qualidade, e não as que constituem mero passatempo,
36.que influem na construção do universo imaginário da
37.época. É indiscutível que tais obras atingem,
38.inicialmente, um número reduzido de leitores, mas é
39.verdade também que, através deles, com o passar do
40.tempo, influem sobre um número cada vez maior de
41.indivíduos — e especialmente sobre aqueles que
42.constituem o núcleo social irradiador das idéias.
43.Costumo, a propósito desta discussão, citar o exemplo 4
4.de um livro de poemas que nasceu maldito: "As Flores
45.do Mal", de Charles Baudelaire, cuja primeira edição,
46.em reduzida tiragem, data de 1857. Naquela mesma
47.época havia autores cujos livros alcançavam tiragens
48.consideráveis, que às vezes chegavam a mais de
30 49.mil exemplares. Esses livros cumpriram sua missão,
50.divertiram os leitores e depois foram esquecidos, como
51.muitos "bestsellers" de nossa época. Enquanto isso, o
52.livro de poemas de Baudelaire — cuja venda quase foi
53.proibida pela Justiça —, que vem sendo reeditado e
54.traduzido em todas as línguas, já deve ter atingido, no
55.total das tiragens, muitos milhões de exemplares. O
56.verdadeiro "best-seller" é ele ou não é? [...].
(Folha de São Paulo, 19/03/2006)
A oração em destaque “De qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta, revelara-se um mau profeta, [...]” pode ser classificada como:
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