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Foram encontradas 30 questões.

1893302 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
Do título do texto “O Futuro na geladeira” infere-se duas leituras: o futuro está, intrinsecamente, ligado à geladeira, depende dela ou o futuro está congelado. A essa estratégia dá-se o nome de:
 

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1441757 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Segundo a Política Nacional da Atenção Básica, em uma unidade de Estratégia Saúde da Família (ESF), o número de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e até 12 ACS por equipe de Saúde da Família, não ultrapassando o limite máximo recomendado de pessoas por equipe. Em uma ESF em que a população residente na área de abrangência é de 3000 pessoas, o número de ACS necessário para constituição mínima da equipe é:
 

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1441711 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O agente comunitário atua junto com a equipe de saúde no processo de imunização. Para tanto, deve conhecer o calendário básico vacinal e as respectivas vacinas utilizadas na rede pública como a “pentavalente”, que é uma vacina combinada com cinco vacinas individuais conjugadas em uma, destinadas a proteger ativamente as pessoas contra múltiplas doenças. Assinale a opção que contenha todas as doenças preveníveis por meio da aplicação da vacina pentavalente oferecida pela rede pública por meio do Programa Nacional de Imunização.
 

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1391355 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
“O conceito de território é central para se abordar os princípios da Atenção Básica, pois é a abrangência sob responsabilidade da equipe de Saúde da Família para o desenvolvimento de suas ações, onde se vincula à comunidade que aí vive e produz saúde e/ou doenças. É nesse território (que contempla as unidades escolares) e com os sujeitos de sua comunidade onde as equipes de Saúde da Família podem construir e fortalecer a articulação com a comunidade escolar”.
(Ministério da Saúde - Cadernos da Atenção Básica)
O trecho acima versa sobre o Programa Saúde na Escola, que vincula as Unidades Básicas de Saúde (UBS) ao atendimento e avaliação de escolares com o intuito de realizar prevenção e promoção à saúde. Participam dessa ação intersetorial, todos os profissionais que atuam na UBS.
Assinale a opção que indica uma atribuição específica do Agente Comunitário de Saúde no programa saúde na escola.
 

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1388296 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos!$ ^{(c} !$. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher!$ ^{(d} !$. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida!$ ^{(b} !$”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho?!$ ^{(a} !$ Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
Recurso semântico empregado geralmente em textos literários é aquele pelo qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras ou dois pensamentos de sentido contrário. Das opções a seguir, assinale a que contém um exemplo expresso desse recurso.
 

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1322912 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Analise as separações silábicas das palavras a seguir.
1. DIG-NI-DA-DE
2. CO-NHE-CI-MEN-TO
3. IN-GRE-SSA-RIA
A separação silábica está correta em:
 

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1317300 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
“O que fazer com aquilo, agora?”. A palavra sublinhada na frase acima se refere:
 

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1247130 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Em meados da década de 1990 surgiu a Estratégia Saúde da Família (ESF) como proposta de um mecanismo de reorientação do modelo assistencial, pautada no trabalho de equipes de saúde multiprofissionais atuando em unidades básicas de saúde (UBS). Tais equipes assumem a responsabilidade pelas ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde a partir da definição de uma “população adscrita”, localizada em uma área geográfica delimitada “Território de abrangência”. Para constituir uma equipe de ESF, com uma população adscrita estimada de 3.500 pessoas, deve-se dispor de uma equipe mínima formada por:
 

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1188776 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG

Tombos do Carangola foi uma das primeiras povoações formadas, no vale mineiro do rio Carangola, graças à doação de terrenos feita pelo coronel Maximiniano e outros fazendeiros dos arredores. Mais acima, surgia outra comunidade, Santa Luzia do Carangola (atual Carangola). O município de Carangola tem como Padroeira(o):

 

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1119532 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si!$ ^{(a} !$, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova!$ ^{(b} !$. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou!$ ^{(c} !$ pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe!$ ^{(d} !$.
Assinale a opção em que a forma verbal está flexionada em um tempo diferente das demais.
 

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