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Foram encontradas 40 questões.

2403647 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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De acordo com a tabela de dimensionamento de rampas da norma ABNT NBR 9050-2004, as rampas com desníveis máximos de 0,80m (para cada segmento) de altura, terão uma inclinação admissível de:

 

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2403091 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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A arquitetura moderna se desenvolveu em todo o mundo segundo alguns princípios gerais. Assinale a opção que descreve esses princípios.

 

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2403005 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O projeto da Capela de Nôtre-Dame-du-Haut em Ronchamp pertence a:

 

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2399333 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

A fé não está em declínio. Poderá estar em declínio em alguns lugares, mas não no mundo todo. Em algumas partes está em ascensão. O conectivo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o valor semântico, por:

 

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2399290 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Qual das opções não define o termo Kitsch?

 

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2398719 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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De acordo com o Código Sanitário do Estado de São Paulo, para projeto de sanitário feminino em áreas não insalubres, deve-se considerar 1 chuveiro, 1 bacia sanitária e 1 lavatório para quantas mulheres?

 

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2398436 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Se um financiamento de uma dívida no valor de R$ 20.000,00 for paga com juros de 4% ao mês, em 5 parcela mensais e consecutivas pelo sistema de amortização constante (SAC) , o valor do juros a ser pago será de:

 

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2397845 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

Ao substituir o verbo existir por haver em “a não ser que existam fortes alianças” e haver por existir em “de que valores distintos”, temos, respectivamente, as seguintes flexões:

 

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2397752 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Considerando como ordem de grandeza e medidos com referência ao limiar da percepção do ouvido humano médio para a frequência de 1000c/s, qual o nível sonoro para conversa normal a um metro?

 

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2397367 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Um imóvel foi financiado utilizando o sistema de amortização da dívida, onde começa com as prestações mais altas para amortizar boa parte da dívida, de forma a abater o saldo devedor e os juros desde o começo. Esta amortização é do tipo:

 

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